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Notícias
27
ago
2012
(MÓVEIS)
Demora pode deixar móveis sem descontos
A demora na publicação do decreto que zerou o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de algumas matérias-primas para a fabricação de móveis pode deixar o consumidor sem desconto, avalia a Abima (Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário).
O corte de 5% na alíquota incidente sobre painéis de madeira, laminados de alta resistência e PVC para móveis, foi solicitado em maio, juntamente com o pacote anterior de incentivos para o setor moveleiro. Porém, a medida foi aprovada apenas nesta segunda-feira (20) e valerá somente até 30 de setembro.
De acordo com o presidente da Abima, José Luiz Fernandes, o governo publicou o decreto sem alterar a data de validade do benefício. Assim, “apenas 40 dias de vigência da desoneração é muito pouco tempo para a cadeia produtiva dos móveis”, explica.
— A medida demorou demais e a data de validade não foi alterada. A desoneração privilegia apenas alguns componentes de produção de guarda-roupas, sofás, cozinhas, entre outros produtos, mas não todos. Por esta razão, acho difícil que o consumidor encontre preços mais baixos nas lojas.
O especialista explica que, embora a medida seja válida a partir de hoje, quem compra matéria-prima leva um mês para receber a encomenda e, assim, só restariam 10 dias para a fabricação e a chegada do produto às lojas, quando a medida já não vigorará mais.
Prorrogação
Fernandes espera, no entanto, que a medida seja prorrogada por pelo menos mais 30 ou 60 dias para que o varejo possa se beneficiar e, automaticamente, o consumidor, justamente na época de reposição de estoques do final de ano.
Nos últimos anos, o setor moveleiro tem apresentado crescimento de 3%, em média, segundo dados da Abima. Com o pacote de incentivos do governo, como a desoneração da folha de pagamento e redução do IPI, a associação estima evolução entre 4% e 5% nas vendas deste ano.
O corte de 5% na alíquota incidente sobre painéis de madeira, laminados de alta resistência e PVC para móveis, foi solicitado em maio, juntamente com o pacote anterior de incentivos para o setor moveleiro. Porém, a medida foi aprovada apenas nesta segunda-feira (20) e valerá somente até 30 de setembro.
De acordo com o presidente da Abima, José Luiz Fernandes, o governo publicou o decreto sem alterar a data de validade do benefício. Assim, “apenas 40 dias de vigência da desoneração é muito pouco tempo para a cadeia produtiva dos móveis”, explica.
— A medida demorou demais e a data de validade não foi alterada. A desoneração privilegia apenas alguns componentes de produção de guarda-roupas, sofás, cozinhas, entre outros produtos, mas não todos. Por esta razão, acho difícil que o consumidor encontre preços mais baixos nas lojas.
O especialista explica que, embora a medida seja válida a partir de hoje, quem compra matéria-prima leva um mês para receber a encomenda e, assim, só restariam 10 dias para a fabricação e a chegada do produto às lojas, quando a medida já não vigorará mais.
Prorrogação
Fernandes espera, no entanto, que a medida seja prorrogada por pelo menos mais 30 ou 60 dias para que o varejo possa se beneficiar e, automaticamente, o consumidor, justamente na época de reposição de estoques do final de ano.
Nos últimos anos, o setor moveleiro tem apresentado crescimento de 3%, em média, segundo dados da Abima. Com o pacote de incentivos do governo, como a desoneração da folha de pagamento e redução do IPI, a associação estima evolução entre 4% e 5% nas vendas deste ano.
Fonte: Midia News
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