Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
O desafio do crescimento moveleiro no Espírito Santo
O setor moveleiro capixaba conta hoje com 750 empresas, empregando pelo menos 12 mil pessoas. Somente em Linhares, maior pólo do Estado, estão 130 unidades empresariais, que empregam mais de 3 mil trabalhadores.
Ocupando a sétima posição no ranking dos estados exportadores de móveis, o Espírito Santo desponta com excelentes perspectivas de crescimento, o que para os mais otimistas poderá superar em até 50% a produção de 2003.
Porém, as empresas capixabas enfrentam hoje o problema da distância e dos altos preços no transporte da matéria-prima, o que encarece o produto final e se constitui numa desvantagem competitiva. Para resolver o problema, os empresários do setor moveleiro, em parceria com o governo do Estado, estão buscando atrair uma indústria de painéis de madeira para o Espírito Santo.
Atualmente, a matéria-prima básica de mais de 90% das indústrias de móveis são as placas de madeira reconstituída, as chamadas placas de aglomerado e Medium Density Fiberboard (MDF).
Essas placas vêm de outros estados percorrendo uma distância média de 1.400 quilômetros, enquanto para outros pólos maiores como São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul o transporte é de apenas 300 quilômetros.
Considerando que o frete representa em média 16,5% do valor das mesmas, temos uma forte desvantagem competitiva, já que o preço das placas é responsável por cerca de 36,5% do seu custo industrial.
A estimativa inicial é de que a fábrica produza por mês 15 mil metros cúbicos de MDF, o equivalente a 180 mil metros cúbicos por ano. A demanda no Estado já é de 120 mil metros cúbicos por ano.
Cabe, agora, aos representantes do setor se unirem para transformar em realidade mais este desafio à indústria de móveis capixaba. Em tempo, vale lembrar que, por trabalhar com produtos volumosos, o setor moveleiro envolve muitos empregos indiretos, por meio de terceirizações nas áreas de transporte, vendas, entregas, montagens, entre outros.
Para cada real do PIB brasileiro, a indústria moveleira emprega seis vezes mais que a indústria automobilística, por exemplo.
Fonte: Sindimol – 03/09/2004
Ocupando a sétima posição no ranking dos estados exportadores de móveis, o Espírito Santo desponta com excelentes perspectivas de crescimento, o que para os mais otimistas poderá superar em até 50% a produção de 2003.
Porém, as empresas capixabas enfrentam hoje o problema da distância e dos altos preços no transporte da matéria-prima, o que encarece o produto final e se constitui numa desvantagem competitiva. Para resolver o problema, os empresários do setor moveleiro, em parceria com o governo do Estado, estão buscando atrair uma indústria de painéis de madeira para o Espírito Santo.
Atualmente, a matéria-prima básica de mais de 90% das indústrias de móveis são as placas de madeira reconstituída, as chamadas placas de aglomerado e Medium Density Fiberboard (MDF).
Essas placas vêm de outros estados percorrendo uma distância média de 1.400 quilômetros, enquanto para outros pólos maiores como São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul o transporte é de apenas 300 quilômetros.
Considerando que o frete representa em média 16,5% do valor das mesmas, temos uma forte desvantagem competitiva, já que o preço das placas é responsável por cerca de 36,5% do seu custo industrial.
A estimativa inicial é de que a fábrica produza por mês 15 mil metros cúbicos de MDF, o equivalente a 180 mil metros cúbicos por ano. A demanda no Estado já é de 120 mil metros cúbicos por ano.
Cabe, agora, aos representantes do setor se unirem para transformar em realidade mais este desafio à indústria de móveis capixaba. Em tempo, vale lembrar que, por trabalhar com produtos volumosos, o setor moveleiro envolve muitos empregos indiretos, por meio de terceirizações nas áreas de transporte, vendas, entregas, montagens, entre outros.
Para cada real do PIB brasileiro, a indústria moveleira emprega seis vezes mais que a indústria automobilística, por exemplo.
Fonte: Sindimol – 03/09/2004
Fonte:
Notícias em destaque
Contagem regressiva para as novas restrições da UE ao formaldeído na madeira
Os fornecedores de produtos e móveis de madeira para o mercado da União Europeia (UE) têm até agosto para se adequarem...
(INTERNACIONAL)
Conflitos, energia, vulnerabilidade estrutural e o papel da biomassa florestal
A segurança energética tornou-se novamente um tema central no cenário global, não como fenômeno isolado, mas...
(BIOENERGIA)
Parceria comercial visa desenvolver produtos de madeira resistentes ao fogo de última geração.
Os adesivos para madeira fornecem resistência estrutural essencial a produtos de madeira industrializada, como OSB (painel de madeira...
(TECNOLOGIA)
Canadá inicia investigação sobre suposto dumping de madeira compensada decorativa proveniente da China.
O Tribunal de Comércio Internacional do Canadá iniciou uma investigação preliminar sobre o alegado dumping e...
(INTERNACIONAL)
Mercado de móveis de luxo deve atingir US$ 8,17 bilhões até 2031.
Prevê-se que o mercado de mobiliário de luxo dos Estados Unidos cresça de US$ 6,29 bilhões em 2025 e US$ 6,55...
(MERCADO)
Como a fauna brasileira se adapta às florestas plantadas
O setor de árvores cultivadas no Brasil atingiu receita bruta de R$ 240 bilhões e responde por recordes de exportação...
(MEIO AMBIENTE)














