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Notícias
16
ago
2012
(SILVICULTURA)
Os efeitos de um povoamento de eucalipto submetido a desbastes e desramas.
A estrutura de copa, o crescimento e o valor econômico foram avaliados em povoamento desramado e desbastado de clone de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden, em Abaeté, Minas Gerais (19º 15’ 94” S e 45º 44’ 56” W ).
Os tratamentos de desbaste incluíram a remoção de árvores nos seguintes pesos e idades: 0% (SD), 35% aos 55 meses (35 % 55) e aos 81 meses (35 % 81) e, 70% aos 81 meses, com eliminação da brotação (70 % 81 SB) e sem eliminação da brotação (70 % 81 CB) das cepas remanescentes.
O índice de cobertura de dossel (ICD) foi obtido aos 141 meses de idade a partir de fotografias digitais nas dimensões de 3216x2116 pixels, processadas através do software Sidelook 1.1.
O índice de área foliar (IAF) foi obtido com analisador de dossel da LI-COR. O diâmetro e a altura das árvores foram avaliados dos 81 aos 141 meses de idade.
A viabilidade econômica foi ava1iada aos 141 meses de idade, considerando a producão de multiprodutos, empregando um modelo de programação dinâmica.
Foi observada diferença significativa (p<=0,05) entre os tratamentos de desbaste para IAF, aos 141 meses. O IAF das plantas sob regime de desbaste aos 81 meses, com remoção de 35% das árvores, 70 % das árvores (com brotos) e sem desbaste foi 20% maior do que para 70% 81 SB. Foi observada redução de 25 % no IAF aos 141 meses em relação ao observado aos 102 meses, indicando possível redução da capacidade produtiva do sítio. O ICD foi diferente (p<=0,05) entre todos os tratamentos. Aos 141 meses, foram observadas diferenças significativas (p<=0,05) em diâmetro, altura total, volume com casca, incremento periódico anual pós-desbaste (IPA) e incremento médio anual (IMA), entre os tratamentos de desbaste. A altura total foi menor (p<=0,05) para o tratamento com presença de brotação. O número de indivíduos foi maior em classes de diâmetro maiores para o desbaste 70% 81 SB seguido de 35% 55 e 81, 70% 81 CB e SD. A presença da brotação interferiu negativamente no crescimento das árvores remanescentes. O IPA foi maior (p<=0,05) para 35% 55 e o volume com casca mais elevado (p<=0,05) para SD. O alto valor de mercado das peças de madeira serrada e o maior volume de madeira para serraria nos regimes de desbaste de 70% 81 SB e 35% 55 apresentaram maior volume de madeira limpa para serraria, proporcionando maior rentabilidade econômica em comparação aos demais tratamentos.
Todos os regimes de manejo estudados apresentam viabilidade econômica para uma taxa de desconto de 8% a.a.
Orientação e Banca
Professor Orientador: Geraldo Gonçalves dos Reis
Professores Co-orientadores: Maria das Graças Ferreira dos Reis e Helio Garcia Leite.
Banca: Ana Paula Leite de Lima e Haroldo Nogueira de Paula.
Para acesso à dissertação completa, acessar o link: http://www.tede.ufv.br/tedesimplificado/tde_arquivos/4/TDE-2012-01-25T081157Z-3516/Publico/texto%20completo.pdf
Os tratamentos de desbaste incluíram a remoção de árvores nos seguintes pesos e idades: 0% (SD), 35% aos 55 meses (35 % 55) e aos 81 meses (35 % 81) e, 70% aos 81 meses, com eliminação da brotação (70 % 81 SB) e sem eliminação da brotação (70 % 81 CB) das cepas remanescentes.
O índice de cobertura de dossel (ICD) foi obtido aos 141 meses de idade a partir de fotografias digitais nas dimensões de 3216x2116 pixels, processadas através do software Sidelook 1.1.
O índice de área foliar (IAF) foi obtido com analisador de dossel da LI-COR. O diâmetro e a altura das árvores foram avaliados dos 81 aos 141 meses de idade.
A viabilidade econômica foi ava1iada aos 141 meses de idade, considerando a producão de multiprodutos, empregando um modelo de programação dinâmica.
Foi observada diferença significativa (p<=0,05) entre os tratamentos de desbaste para IAF, aos 141 meses. O IAF das plantas sob regime de desbaste aos 81 meses, com remoção de 35% das árvores, 70 % das árvores (com brotos) e sem desbaste foi 20% maior do que para 70% 81 SB. Foi observada redução de 25 % no IAF aos 141 meses em relação ao observado aos 102 meses, indicando possível redução da capacidade produtiva do sítio. O ICD foi diferente (p<=0,05) entre todos os tratamentos. Aos 141 meses, foram observadas diferenças significativas (p<=0,05) em diâmetro, altura total, volume com casca, incremento periódico anual pós-desbaste (IPA) e incremento médio anual (IMA), entre os tratamentos de desbaste. A altura total foi menor (p<=0,05) para o tratamento com presença de brotação. O número de indivíduos foi maior em classes de diâmetro maiores para o desbaste 70% 81 SB seguido de 35% 55 e 81, 70% 81 CB e SD. A presença da brotação interferiu negativamente no crescimento das árvores remanescentes. O IPA foi maior (p<=0,05) para 35% 55 e o volume com casca mais elevado (p<=0,05) para SD. O alto valor de mercado das peças de madeira serrada e o maior volume de madeira para serraria nos regimes de desbaste de 70% 81 SB e 35% 55 apresentaram maior volume de madeira limpa para serraria, proporcionando maior rentabilidade econômica em comparação aos demais tratamentos.
Todos os regimes de manejo estudados apresentam viabilidade econômica para uma taxa de desconto de 8% a.a.
Orientação e Banca
Professor Orientador: Geraldo Gonçalves dos Reis
Professores Co-orientadores: Maria das Graças Ferreira dos Reis e Helio Garcia Leite.
Banca: Ana Paula Leite de Lima e Haroldo Nogueira de Paula.
Para acesso à dissertação completa, acessar o link: http://www.tede.ufv.br/tedesimplificado/tde_arquivos/4/TDE-2012-01-25T081157Z-3516/Publico/texto%20completo.pdf
Fonte: CIFlorestas
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