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Notícias
07
ago
2012
(SETOR FLORESTAL)
Setor de Base Florestal registra crescimento no comércio de produtos
Dados da Sema demonstram um aumento no comércio de produtos do setor de base florestal de Mato Grosso no primeiro semestre de 2012 em relação ao ano anterior. No ano de 2011 foram 267.248 Guias Florestais (GF) expedidas, totalizando o valor arrecado de R$ R$ 3.560.302,95 em 2012 foram emitidas 135.072 GF, que corresponde a R$ 2.020.342,77 e equivale a 1,084% a mais de GF emitidas referente a 2011.
Mato Grosso é um grande produtor de madeira da floresta nativa, o setor de base florestal representa a 4ª economia do Estado com um PIB de 57.294.192, 15% do PIB industrial do Estado, fonte: Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária (Imea).
A GF é uma das taxas pagas pelos empresários do setor de base florestal pelos serviços prestados pela Sema, essa guia é exigida para o transporte de produtos e subprodutos de origem florestal do Estado de Mato Grosso.
O presidente do Cipem, João Baldasso espera que os órgãos competentes valorizem o potencial do setor e criem políticas de incentivos para o fomento do negócio florestal e que os recursos arrecadados sejam devidamente aplicados. “Estamos trabalhando para o crescimento econômico do Estado, fizemos parcerias importantes com os órgãos fiscalizadores e arrecadadores como a exemplo da Sema que por meio do Fundo de Apoio à Madeira (Famad) fizemos a doação de seis GPS utilizados na realização de vistorias por técnicos da secretaria, precisamos da devida atenção do governo para fortalecer essas ações”, declarou Baldasso.
Segundo levantamento do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem) o aumento no número das emissões das GF além de significar uma maior contribuição do setor na arrecadação do Estado demonstra um aquecimento no comércio interno, que há alguns anos vem sofrendo com a insegurança jurídica administrativa tributária.
"Devido aos grandes números de publicações da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz) e os constantes reajustes da Unidade de Padrão Fiscal (UPF), que serve de base de cálculo de atualização monetária dos débitos fiscais e taxas, onde onera o custo dos transportes de madeira que são liberados por meio de GF, impedindo que o setor de base florestal de mato Grosso possa fazer um planejamento e desenvolva seu mercado de forma sustentável, conseguindo competir com outros Estados", disse a superintendente do Cipem, Silvia Fernandes.
Mato Grosso é um grande produtor de madeira da floresta nativa, o setor de base florestal representa a 4ª economia do Estado com um PIB de 57.294.192, 15% do PIB industrial do Estado, fonte: Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária (Imea).
A GF é uma das taxas pagas pelos empresários do setor de base florestal pelos serviços prestados pela Sema, essa guia é exigida para o transporte de produtos e subprodutos de origem florestal do Estado de Mato Grosso.
O presidente do Cipem, João Baldasso espera que os órgãos competentes valorizem o potencial do setor e criem políticas de incentivos para o fomento do negócio florestal e que os recursos arrecadados sejam devidamente aplicados. “Estamos trabalhando para o crescimento econômico do Estado, fizemos parcerias importantes com os órgãos fiscalizadores e arrecadadores como a exemplo da Sema que por meio do Fundo de Apoio à Madeira (Famad) fizemos a doação de seis GPS utilizados na realização de vistorias por técnicos da secretaria, precisamos da devida atenção do governo para fortalecer essas ações”, declarou Baldasso.
Segundo levantamento do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem) o aumento no número das emissões das GF além de significar uma maior contribuição do setor na arrecadação do Estado demonstra um aquecimento no comércio interno, que há alguns anos vem sofrendo com a insegurança jurídica administrativa tributária.
"Devido aos grandes números de publicações da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz) e os constantes reajustes da Unidade de Padrão Fiscal (UPF), que serve de base de cálculo de atualização monetária dos débitos fiscais e taxas, onde onera o custo dos transportes de madeira que são liberados por meio de GF, impedindo que o setor de base florestal de mato Grosso possa fazer um planejamento e desenvolva seu mercado de forma sustentável, conseguindo competir com outros Estados", disse a superintendente do Cipem, Silvia Fernandes.
Fonte: Da Assessoria
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