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Notícias
03
ago
2012
(GERAL)
Noroeste do Estado do Paraná começa corte mecanizado de eucalipto
A Cocamar (Cooperativa Agroindustrial) anunciou nesta quarta-feira (1) que pretende começar no próximo final de semana o corte mecanizado de eucaliptos em uma área de 18,5 alqueires de sua propriedade, no município de Presidente Castelo Branco, a 30 quilômetros de Maringá (PR).
Esse tipo de operação é uma novidade na região noroeste do Estado do Paraná, segundo informa Joel Murakami, coordenador de pecuária da cooperativa. Até agora, o abate de eucaliptos tem sido feito manualmente, o que demanda muito tempo, além de encarecer o serviço com a mão de obra. “Usando máquina, a previsão é limpar os 18,5 alqueires em apenas 20 dias. No sistema convencional, não demoraria menos de 90 dias”, acrescenta Murakami, lembrando ainda que, além da economia, há maior segurança, sem risco de acidentes para trabalhadores, e a menor possibilidade de a operação, por ser breve, parar em razão de períodos chuvosos.
Murakami explica que há outro diferencial importante. "Como o corte mecanizado é feito rente ao chão, isto elimina a possibilidade de ficarem para trás, acima da superfície, as bases das árvores, como acontece no serviço manual. Com isso, covas para um novo plantio de eucalipto podem ser abertas bem ao lado onde havia os troncos", disse. A máquina contratada pela Cocamar veio de Telêmaco Borba (PR), da empresa Vale do Tibagi, onde a mecanização de áreas reflorestadas é comum.
Ainda de acordo com a empresa, todo o eucalipto abatido tem fins energéticos. Depois de seco, o material vai passar por um processo de trituração antes de abastecer as caldeiras do Parque Industrial da cooperativa em Maringá, misturado a bagaço de cana-de-açúcar, o que confere mais qualidade ao volume de biomassa.
Esse tipo de operação é uma novidade na região noroeste do Estado do Paraná, segundo informa Joel Murakami, coordenador de pecuária da cooperativa. Até agora, o abate de eucaliptos tem sido feito manualmente, o que demanda muito tempo, além de encarecer o serviço com a mão de obra. “Usando máquina, a previsão é limpar os 18,5 alqueires em apenas 20 dias. No sistema convencional, não demoraria menos de 90 dias”, acrescenta Murakami, lembrando ainda que, além da economia, há maior segurança, sem risco de acidentes para trabalhadores, e a menor possibilidade de a operação, por ser breve, parar em razão de períodos chuvosos.
Murakami explica que há outro diferencial importante. "Como o corte mecanizado é feito rente ao chão, isto elimina a possibilidade de ficarem para trás, acima da superfície, as bases das árvores, como acontece no serviço manual. Com isso, covas para um novo plantio de eucalipto podem ser abertas bem ao lado onde havia os troncos", disse. A máquina contratada pela Cocamar veio de Telêmaco Borba (PR), da empresa Vale do Tibagi, onde a mecanização de áreas reflorestadas é comum.
Ainda de acordo com a empresa, todo o eucalipto abatido tem fins energéticos. Depois de seco, o material vai passar por um processo de trituração antes de abastecer as caldeiras do Parque Industrial da cooperativa em Maringá, misturado a bagaço de cana-de-açúcar, o que confere mais qualidade ao volume de biomassa.
Fonte: CeluloseOnline
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