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Notícias
03
ago
2012
(GERAL)
Definido aumento de salário para os trabalhadores de indústrias madeireiras de Juína
Após longa negociação os sindicatos laboral e patronal, que representam o setor de base florestal na região noroeste de Mato Grosso, chegaram a um acordo sobre o reajuste salarial relativo ao exercício de 2012. A convenção coletiva de trabalho foi fechada na tarde desta quarta-feira, 01 de agosto, em reunião na sede do SIMNO com representantes das duas entidades.
O ponto de equilíbrio norteou a reunião que definiu o aumento de 15% pedido pelo STIMAJUR aos níveis 1 e 2, onde os salários passarão de R$ 607,08 para R$ 698,14 e R$ 619,00 para R$ 711,85, respectivamente.
Para o nível 3 o aumento foi menor, 14% (de R$ 629,41 para R$ 717,53) e níveis 4 e 5 aumento de apenas 13% (de R$ 737,34 para R$ 833,19 e R$ 959,52 para R$ 1.084,25).
De acordo com João Alves da Luz, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Madeireiras de Juína e Região (STIMAJUR), os trabalhadores estavam ansiosos por ver o aumento já na folha salarial de julho, mas infelizmente, o tão aguardado dinheiro a mais só virá na folha de agosto, que será paga no mês de setembro, uma vez que as empresas de contabilidade já fizeram o fechamento do mês passado.
"Após a 10ª reunião, de 01 de maio até agora, conseguimos o aumento que desejávamos para alguns níveis, outros ficaram aquém do que imaginávamos. Da pendência que agente tinha em nível de porcentagem onde as empresas queriam dar só 6% agente acabou apertando um pouco e conseguimos 7% acima dos níveis. Já os trabalhadores que tem a carteira registrada com os níveis receberão os aumentos proporcionais", disse o Presidente João.
Perguntado se o acordo atingiu a expectativa do STIMAJUR, João Alves da Luz foi enfático ao dizer que não foi o que os trabalhadores esperavam. "Nesse questionamento para nós não foi o que agente achava que teria, não é o justo, as empresas acham que não tem condições de pagar mais, é uma briga, no bom sentido, que cada um defende os seus interesses, nós representando os trabalhadores lógico que vamos querer mais, até porque achamos que o salário do trabalhador da madeireira está achatado pelo serviço que é, por outro lado as empresas também reclamam que não dá para dar aumento, estão com dificuldade, sempre estão com dificuldade e não podem dar aumento maior".
Ele acrescenta dizendo que com o fechamento da convenção coletiva, "em nível de estado ainda está uma das melhores, mas não é o que agente queria. O aumento virá retroativo desde 01 de maio deste ano, quatro meses, dando um montante maior na folha de agosto". Atualmente 1.000 (mil) pessoas trabalham em indústrias madeireiras no município de Juína, que somando passam de 47 empresas.
O ponto de equilíbrio norteou a reunião que definiu o aumento de 15% pedido pelo STIMAJUR aos níveis 1 e 2, onde os salários passarão de R$ 607,08 para R$ 698,14 e R$ 619,00 para R$ 711,85, respectivamente.
Para o nível 3 o aumento foi menor, 14% (de R$ 629,41 para R$ 717,53) e níveis 4 e 5 aumento de apenas 13% (de R$ 737,34 para R$ 833,19 e R$ 959,52 para R$ 1.084,25).
De acordo com João Alves da Luz, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Madeireiras de Juína e Região (STIMAJUR), os trabalhadores estavam ansiosos por ver o aumento já na folha salarial de julho, mas infelizmente, o tão aguardado dinheiro a mais só virá na folha de agosto, que será paga no mês de setembro, uma vez que as empresas de contabilidade já fizeram o fechamento do mês passado.
"Após a 10ª reunião, de 01 de maio até agora, conseguimos o aumento que desejávamos para alguns níveis, outros ficaram aquém do que imaginávamos. Da pendência que agente tinha em nível de porcentagem onde as empresas queriam dar só 6% agente acabou apertando um pouco e conseguimos 7% acima dos níveis. Já os trabalhadores que tem a carteira registrada com os níveis receberão os aumentos proporcionais", disse o Presidente João.
Perguntado se o acordo atingiu a expectativa do STIMAJUR, João Alves da Luz foi enfático ao dizer que não foi o que os trabalhadores esperavam. "Nesse questionamento para nós não foi o que agente achava que teria, não é o justo, as empresas acham que não tem condições de pagar mais, é uma briga, no bom sentido, que cada um defende os seus interesses, nós representando os trabalhadores lógico que vamos querer mais, até porque achamos que o salário do trabalhador da madeireira está achatado pelo serviço que é, por outro lado as empresas também reclamam que não dá para dar aumento, estão com dificuldade, sempre estão com dificuldade e não podem dar aumento maior".
Ele acrescenta dizendo que com o fechamento da convenção coletiva, "em nível de estado ainda está uma das melhores, mas não é o que agente queria. O aumento virá retroativo desde 01 de maio deste ano, quatro meses, dando um montante maior na folha de agosto". Atualmente 1.000 (mil) pessoas trabalham em indústrias madeireiras no município de Juína, que somando passam de 47 empresas.
Fonte: Redação 24 Horas News
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