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Notícias
01
ago
2012
(MÓVEIS)
Marcenarias amazonenses faturam com móveis mais baratos e de qualidade
O valor 'salgado' reflete, em Manaus, na procura pelas oficinas de marceneiros - alternativa considerada 50% mais barata e de qualidade similar.
Além de manter a qualidade dos estabelecimentos de marca, os marceneiros facilitam também as condições de pagamento que, em algumas situações, pode ser efetuado em dez vezes no cartão de crédito.
De olho nas oportunidades de negócios alavancados pelo 'boom' da construção civil em Manaus, Diego Coelho Ribeiro, 32, deixou o emprego em uma financeira para "mergulhar" no mundo dos modulados.
Ele investiu R$ 20 mil e conseguiu abrir, no início deste ano, uma loja no Parque Dez e uma fábrica de móveis, no bairro Aleixo. Segundo o empresário, a clientela hoje é três vezes maior do que o portfólio que possuía quando iniciou as atividades, há seis meses.
A procura em alta pelo trabalho dos marceneiros não é por acaso. Além do preço oferecido, outro fator também atrai: o prazo de entrega menor dos produtos fabricados por esses profissionais, cuja qualidade é comparável ao das grandes lojas de móveis modulados da capital amazonense.
O prazo dos marceneiros chega a ser três vezes menor do que o estabelecido pelas grandes marcas, que dura em torno de dois meses para entregar o pedido.
"As pessoas querem montar a casa a um preço acessível e com bom prazo de pagamento, algo que as grandes lojas de móveis modulados não oferecem", explica o marceneiro Sandoval da Costa, 44, há 25 anos na profissão.
Enquanto a procura por marcenarias aquece em Manaus, as grandes indústrias de móveis planejados registraram queda de 50% nas vendas, no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, conforme o Sindicato da Indústria de Marcenaria de Manaus (SIMM).
O presidente do sindicato, Roberto Almeida, explica que as marcenarias vivem um momento de adaptação, onde as empresas estão substituindo a madeira maciça pelo MDF.
Além da matéria-prima, o segmento enfrenta outro problema: a falta de mão de obra qualificada. "Não conseguimos atender hoje todas as demandas por causa da falta de mão de obra especializada", destaca o presidente do sindicato.
Além de manter a qualidade dos estabelecimentos de marca, os marceneiros facilitam também as condições de pagamento que, em algumas situações, pode ser efetuado em dez vezes no cartão de crédito.
De olho nas oportunidades de negócios alavancados pelo 'boom' da construção civil em Manaus, Diego Coelho Ribeiro, 32, deixou o emprego em uma financeira para "mergulhar" no mundo dos modulados.
Ele investiu R$ 20 mil e conseguiu abrir, no início deste ano, uma loja no Parque Dez e uma fábrica de móveis, no bairro Aleixo. Segundo o empresário, a clientela hoje é três vezes maior do que o portfólio que possuía quando iniciou as atividades, há seis meses.
A procura em alta pelo trabalho dos marceneiros não é por acaso. Além do preço oferecido, outro fator também atrai: o prazo de entrega menor dos produtos fabricados por esses profissionais, cuja qualidade é comparável ao das grandes lojas de móveis modulados da capital amazonense.
O prazo dos marceneiros chega a ser três vezes menor do que o estabelecido pelas grandes marcas, que dura em torno de dois meses para entregar o pedido.
"As pessoas querem montar a casa a um preço acessível e com bom prazo de pagamento, algo que as grandes lojas de móveis modulados não oferecem", explica o marceneiro Sandoval da Costa, 44, há 25 anos na profissão.
Enquanto a procura por marcenarias aquece em Manaus, as grandes indústrias de móveis planejados registraram queda de 50% nas vendas, no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, conforme o Sindicato da Indústria de Marcenaria de Manaus (SIMM).
O presidente do sindicato, Roberto Almeida, explica que as marcenarias vivem um momento de adaptação, onde as empresas estão substituindo a madeira maciça pelo MDF.
Além da matéria-prima, o segmento enfrenta outro problema: a falta de mão de obra qualificada. "Não conseguimos atender hoje todas as demandas por causa da falta de mão de obra especializada", destaca o presidente do sindicato.
Fonte: http://conteudo.portalmoveleiro.com.br/visualiza-noticia.php?cdNoticia=23580
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