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Notícias
01
ago
2012
(SETOR FLORESTAL)
Embrapa vê Rondônia com potencial para floresta plantada
O Estado de Rondônia tem forte potencial para a eucaliptocultura, de acordo com testes realizados pelo Núcleo de Produção Florestal da Embrapa no Estado com clones de eucalipto em campos experimentais de Porto Velho e Vilhena. De acordo com os especialistas, Rondônia possui amplas áreas propícias para a silvicultura com espécies nativas e exóticas e um ambiente favorável ao desenvolvimento de um programa florestal.
O pesquisador Henrique Nery diz que foram plantados em Porto Velho quatro clones amplamente difundidos no Brasil: 1277, VM01, GG100 e H13. As avaliações mostraram um rápido crescimento inicial. As alturas médias das parcelas que receberam maior adubação de plantio foram, em metros, de: 4,48, 4,53, 5,67 e 6,45 para os clones 1277, o H13, o GG100 e o VM01, respectivamente, aos 12 meses de idade. "Como plantio recebeu somente uma adubação, os números podem ser considerados muito bons para o VM01, bons para o GG100 e médios para o H13 e o 1277", explica Cipriani.
O pesquisador Abadio Vieira explica que na região de Vilhena existem áreas propícias ao reflorestamento com espécies como pinus tropicais, que podem ser exploradas para produção de resina e madeira, e eucaliptos para uso múltiplo, como energia (lenha e carvão), poste para eletrificação, madeira para serraria, entre outros. "Plantios comerciais de eucaliptos nesta região apresentam rendimento médio acima de 40 m3/ha/ano. Porém estes rendimentos podem aumentar com a escolha adequada de espécies/clones e o manejo do reflorestamento", afirma.
O Plantio de florestas é incentivado em Rondônia. O Estado possui área de 23 milhões de hectares. 40% por cento desse total correspondem a áreas demarcadas pelo poder público como Unidades de Conservação e reservas indígenas. Além disso, as áreas de preservação permanente e de reserva legal podem representar até 80% da área de algumas propriedades agrícolas.
Somando a isso a pressão mundial pela redução do desmatamento na Amazônia, forma-se um cenário de redução gradual na oferta de madeira de mata nativa. Já a demanda, não para de crescer, impulsionada principalmente pela produção de cerâmicas, a secagem de grãos e outras atividades econômicas, isso sem considerar atividades que utilizam a madeira para fins não energéticos, como a construção civil e a movelaria. Diante desta situação, o governo de Rondônia tem buscado alternativas para a sustentação da atividade madeireira.
O pesquisador Henrique Nery diz que foram plantados em Porto Velho quatro clones amplamente difundidos no Brasil: 1277, VM01, GG100 e H13. As avaliações mostraram um rápido crescimento inicial. As alturas médias das parcelas que receberam maior adubação de plantio foram, em metros, de: 4,48, 4,53, 5,67 e 6,45 para os clones 1277, o H13, o GG100 e o VM01, respectivamente, aos 12 meses de idade. "Como plantio recebeu somente uma adubação, os números podem ser considerados muito bons para o VM01, bons para o GG100 e médios para o H13 e o 1277", explica Cipriani.
O pesquisador Abadio Vieira explica que na região de Vilhena existem áreas propícias ao reflorestamento com espécies como pinus tropicais, que podem ser exploradas para produção de resina e madeira, e eucaliptos para uso múltiplo, como energia (lenha e carvão), poste para eletrificação, madeira para serraria, entre outros. "Plantios comerciais de eucaliptos nesta região apresentam rendimento médio acima de 40 m3/ha/ano. Porém estes rendimentos podem aumentar com a escolha adequada de espécies/clones e o manejo do reflorestamento", afirma.
O Plantio de florestas é incentivado em Rondônia. O Estado possui área de 23 milhões de hectares. 40% por cento desse total correspondem a áreas demarcadas pelo poder público como Unidades de Conservação e reservas indígenas. Além disso, as áreas de preservação permanente e de reserva legal podem representar até 80% da área de algumas propriedades agrícolas.
Somando a isso a pressão mundial pela redução do desmatamento na Amazônia, forma-se um cenário de redução gradual na oferta de madeira de mata nativa. Já a demanda, não para de crescer, impulsionada principalmente pela produção de cerâmicas, a secagem de grãos e outras atividades econômicas, isso sem considerar atividades que utilizam a madeira para fins não energéticos, como a construção civil e a movelaria. Diante desta situação, o governo de Rondônia tem buscado alternativas para a sustentação da atividade madeireira.
Fonte: Redação 24 Horas News
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