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Notícias
30
jul
2012
(SILVICULTURA)
IPEF importa sementes de árvores australianas
O IPEF encerrou, em junho de 2012, o processo de importação de sementes de mais de 50 espécies dos gêneros Eucalyptus e Corymbia, oriundas de diversas procedências australianas, visando dois propósitos.
O primeiro foi o de atender a demanda das empresas associadas e o segundo foi objetivando compor um estudo de zoneamento ecológico de espécies potenciais, que será realizado dentro do Programa Cooperativo de Melhoramento Florestal (PCMF).
No total foram atendidas 12 empresas associadas, centralizando no IPEF a responsabilidade no processo de importação, o que levou a possibilidade da diminuição dos custos. A escolha do material foi feita pelos melhoristas das empresas que contaram com o apoio de consultores do Brasil e do exterior.
Para o estudo do zoneamento ecológico, será composta uma rede experimental que visa testar materiais sem ou com pouco uso no Brasil, em diversas condições de solo, disponibilidade hídrica e temperatura, obtendo uma resposta sobre as condições de uso comercial.
Para Aline Miranda, coordenadora do PCMF, “nosso objetivo é testar estes materiais na procura da melhoria da qualidade da madeira, tolerância a pragas e doenças, e resistência ao déficit hídrico, inclusive verificando quais destes materiais são potências para utilização em hibridação com os materiais já usados no Brasil”.
A idéia da criação desta rede surgiu durante a viagem à Austrália, promovida pelo IPEF em 2010. A importação das sementes da Austrália contou com o apoio dos pesquisadores David Kleinig (Dendro Seeds) e David Lee (University of the Sunshine Coast), que visitaram o IPEF em julho e novembro de 2011, respectivamente, além de David Bush e Jeremy Brawner, ambos do CSIRO.
Após o recebimento das sementes, estas passaram por processo de quarentena no IAC, que terminou em junho. Na sequencia os materiais estão sendo enviados para as empresas. Por se tratar de espécies com poucas informações no Brasil serão realizados estudos exploratórios nos viveiros do IPEF e da Estação Experimental de Itatinga para verificar a necessidade de possíveis adaptações para a produção das mudas.
Os experimentos da rede serão implantados em 18 empresas e nas estações experimentas da USP e da UNESP. Espera-se com isso, ao final do ciclo de estudos, identificar quais os potenciais materiais a serem usados comercialmente nas diferentes regiões.
Essa é a primeira rede experimental que será composta com espécies potenciais, sendo que já está prevista a segunda rede cuja importação será realizada no próximo ano.
O primeiro foi o de atender a demanda das empresas associadas e o segundo foi objetivando compor um estudo de zoneamento ecológico de espécies potenciais, que será realizado dentro do Programa Cooperativo de Melhoramento Florestal (PCMF).
No total foram atendidas 12 empresas associadas, centralizando no IPEF a responsabilidade no processo de importação, o que levou a possibilidade da diminuição dos custos. A escolha do material foi feita pelos melhoristas das empresas que contaram com o apoio de consultores do Brasil e do exterior.
Para o estudo do zoneamento ecológico, será composta uma rede experimental que visa testar materiais sem ou com pouco uso no Brasil, em diversas condições de solo, disponibilidade hídrica e temperatura, obtendo uma resposta sobre as condições de uso comercial.
Para Aline Miranda, coordenadora do PCMF, “nosso objetivo é testar estes materiais na procura da melhoria da qualidade da madeira, tolerância a pragas e doenças, e resistência ao déficit hídrico, inclusive verificando quais destes materiais são potências para utilização em hibridação com os materiais já usados no Brasil”.
A idéia da criação desta rede surgiu durante a viagem à Austrália, promovida pelo IPEF em 2010. A importação das sementes da Austrália contou com o apoio dos pesquisadores David Kleinig (Dendro Seeds) e David Lee (University of the Sunshine Coast), que visitaram o IPEF em julho e novembro de 2011, respectivamente, além de David Bush e Jeremy Brawner, ambos do CSIRO.
Após o recebimento das sementes, estas passaram por processo de quarentena no IAC, que terminou em junho. Na sequencia os materiais estão sendo enviados para as empresas. Por se tratar de espécies com poucas informações no Brasil serão realizados estudos exploratórios nos viveiros do IPEF e da Estação Experimental de Itatinga para verificar a necessidade de possíveis adaptações para a produção das mudas.
Os experimentos da rede serão implantados em 18 empresas e nas estações experimentas da USP e da UNESP. Espera-se com isso, ao final do ciclo de estudos, identificar quais os potenciais materiais a serem usados comercialmente nas diferentes regiões.
Essa é a primeira rede experimental que será composta com espécies potenciais, sendo que já está prevista a segunda rede cuja importação será realizada no próximo ano.
Fonte: Da Redação/Painel Florestal
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