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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Congresso Internacional do Pinus supera expectativas e deixa empresários satisfeitos
Mais de 800 pessoas, entre empresários, especialistas, estudantes e profissionais dos setores madeireiro e moveleiro participaram do Congresso Inernacional do Pinus que aconteceu de 24 a 26 de agosto em Joiville - SC. Palestrantes de alto nível e um público dos mais variados, marcaram os três dias de congresso, no Centreventos Cau Hansen. Especialistas do segmento de vários lugares do Brasil e dos países que se destacam na produção da madeira como Canadá, Estados Unidos, França, Alemanha e Japão falaram sobre o mercado, apresentaram alternativas e promoveram oportunidades de intercâmbio entre universidade-escola. Dobrar a área plantada de pinus de Santa Catarina em seis anos. A meta foi reforçada no encerramento do Congresso Internacional de Pinus. Palestrantes também discutiram formas de se evitar o "apagão florestal", a falta de madeira, prevista para acontecer em até quatro anos. No Estado, o foco serão as pequenas e média propriedades, que ganharão incentivos especiais para ampliar a área cultivada de florestas.
Há uma expectativa de que, usando áreas degradadas e outras não utilizadas em todas as regiões do Estado, se alcance 900 mil hectares de florestas de pinus, o dobro do atual. Santa Catarina tem 450 mil hectares de área plantada de pinus. Junto com o Paraná, que cultiva outros 550 mil hectares, forma mais da metade das florestas de pinus do país. São de pinus 70% dos móveis exportados por Santa Catarina, que é o maior exportador de móveis do Brasil (produz metade dos móveis vendidos no exterior). De acordo com a Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS), a demanda por madeira de pinus, que foi de 40 milhões de metros cúbicos em 2002, irá aumentar para mais de 80 milhões de metros cúbicos em 2020. “Os temas do evento foram interessantes por causa da escolha dos palestrantes. O congresso ampliou os conhecimentos, mostrando que os produtos da floresta são usados no dia-a-dia das pessoas”, disse o coordenador técnico do congresso, Vítor Afonso Hoeflich.
Para o PhD da divisão de produtos florestais do IPT, Marcio Nahuz, o encontro serviu para formação de pessoal, integração entre todos. Segundo ele, o momento foi oportuno e o tema extremamente apropriado por causa da região sul. Nahuz falou sobre atividades industriais com madeira de pinus e destacou que o Brasil tem condições de produzir cada vez melhor matéria prima de alta qualidade em função das condições de clima, disponibilidade de terra e experiência no cultivo de florestas. Muitos negócios também foram fechados entre fabricantes nacionais com os visitantes das mais variadas regiões. Entre os expositores do Congresso Internacional do Pinus, o clima era de satisfação. O diretor comercial da Turbina, Sidney Sá, contou que o estande da empresa esteve sempre movimentado e a qualidade dos visitantes foi surpreendente.
Para Mauricio Portela, diretor da Ferramental, empresa especializada em ferramentas de corte para madeira, o evento proporcionou o fortalecimento da sua marca, além disso, também focou a exporta;cão de produtos de madeira beneficiada, trabalho realizado pela empresa, em Curitiba. O Congresso Internacional do Pinus contou com a coordenação técnica da CBCN – Centro Brasileiro para Conservação da Natureza e Desenvolvimento Sustentável, Embrapa Florestas, EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina e ASBR - Associação Sul Brasileira de Empresas Florestais. O evento foi promovido pela Revista da Madeira e pelo Governo do Estado de Santa Catarina.
Fonte: Andréia Pereira – 30/08/2004
Há uma expectativa de que, usando áreas degradadas e outras não utilizadas em todas as regiões do Estado, se alcance 900 mil hectares de florestas de pinus, o dobro do atual. Santa Catarina tem 450 mil hectares de área plantada de pinus. Junto com o Paraná, que cultiva outros 550 mil hectares, forma mais da metade das florestas de pinus do país. São de pinus 70% dos móveis exportados por Santa Catarina, que é o maior exportador de móveis do Brasil (produz metade dos móveis vendidos no exterior). De acordo com a Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS), a demanda por madeira de pinus, que foi de 40 milhões de metros cúbicos em 2002, irá aumentar para mais de 80 milhões de metros cúbicos em 2020. “Os temas do evento foram interessantes por causa da escolha dos palestrantes. O congresso ampliou os conhecimentos, mostrando que os produtos da floresta são usados no dia-a-dia das pessoas”, disse o coordenador técnico do congresso, Vítor Afonso Hoeflich.
Para o PhD da divisão de produtos florestais do IPT, Marcio Nahuz, o encontro serviu para formação de pessoal, integração entre todos. Segundo ele, o momento foi oportuno e o tema extremamente apropriado por causa da região sul. Nahuz falou sobre atividades industriais com madeira de pinus e destacou que o Brasil tem condições de produzir cada vez melhor matéria prima de alta qualidade em função das condições de clima, disponibilidade de terra e experiência no cultivo de florestas. Muitos negócios também foram fechados entre fabricantes nacionais com os visitantes das mais variadas regiões. Entre os expositores do Congresso Internacional do Pinus, o clima era de satisfação. O diretor comercial da Turbina, Sidney Sá, contou que o estande da empresa esteve sempre movimentado e a qualidade dos visitantes foi surpreendente.
Para Mauricio Portela, diretor da Ferramental, empresa especializada em ferramentas de corte para madeira, o evento proporcionou o fortalecimento da sua marca, além disso, também focou a exporta;cão de produtos de madeira beneficiada, trabalho realizado pela empresa, em Curitiba. O Congresso Internacional do Pinus contou com a coordenação técnica da CBCN – Centro Brasileiro para Conservação da Natureza e Desenvolvimento Sustentável, Embrapa Florestas, EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina e ASBR - Associação Sul Brasileira de Empresas Florestais. O evento foi promovido pela Revista da Madeira e pelo Governo do Estado de Santa Catarina.
Fonte: Andréia Pereira – 30/08/2004
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