Voltar
Notícias
12
jul
2012
(MÓVEIS)
Desoneração da folha de pagamento torna setor moveleiro mais competitivo
Medida faz parte de pacote de benefícios do governo para impulsionar a indústria nacional
Entra em vigor no dia 1º de agosto a medida provisória que inclui as empresas fabricantes de móveis entre os setores que passam a recolher a contribuição do INSS sobre o equivalente a 1% da receita bruta da empresa - em substituição ao atual percentual de 20% recolhido sobre a remuneração dos empregados.
A desoneração da folha de pagamento beneficiará 15 setores da indústria que usam mão de obra intensiva – entre eles o moveleiro. Esta é uma das iniciativas do governo para aumentar a competitividade dos produtos brasileiros de segmentos que estão sofrendo com a concorrência de produtos importados.
Para conceder o benefício, o governo quer como contrapartida que os empregos sejam mantidos. O Tesouro Nacional ficará encarregado de cobrir um eventual aumento do déficit da Previdência decorrente da medida. A ação deve acarretar uma renúncia fiscal de 4,9 bilhões de reais em 2012.
De acordo com o diretor jurídico-trabalhista do Sindmóveis, Gilberto Bertarello, inicialmente a medida beneficiará empresas com produção menos mecanizada e com alto índice de mão de obra contratada, o que representa cerca de 85% do quadro da entidade. Contudo, em um primeiro momento o benefício não deve atingir as indústrias com maior valor agregado e que terceirizam mão de obra. “Levando-se em conta a sazonalidade do mercado, estas empresas também poderão ter vantagem em alguns meses do ano, quando estiverem abaixo de 70% de sua capacidade de faturamento”, avalia o dirigente.
Entra em vigor no dia 1º de agosto a medida provisória que inclui as empresas fabricantes de móveis entre os setores que passam a recolher a contribuição do INSS sobre o equivalente a 1% da receita bruta da empresa - em substituição ao atual percentual de 20% recolhido sobre a remuneração dos empregados.
A desoneração da folha de pagamento beneficiará 15 setores da indústria que usam mão de obra intensiva – entre eles o moveleiro. Esta é uma das iniciativas do governo para aumentar a competitividade dos produtos brasileiros de segmentos que estão sofrendo com a concorrência de produtos importados.
Para conceder o benefício, o governo quer como contrapartida que os empregos sejam mantidos. O Tesouro Nacional ficará encarregado de cobrir um eventual aumento do déficit da Previdência decorrente da medida. A ação deve acarretar uma renúncia fiscal de 4,9 bilhões de reais em 2012.
De acordo com o diretor jurídico-trabalhista do Sindmóveis, Gilberto Bertarello, inicialmente a medida beneficiará empresas com produção menos mecanizada e com alto índice de mão de obra contratada, o que representa cerca de 85% do quadro da entidade. Contudo, em um primeiro momento o benefício não deve atingir as indústrias com maior valor agregado e que terceirizam mão de obra. “Levando-se em conta a sazonalidade do mercado, estas empresas também poderão ter vantagem em alguns meses do ano, quando estiverem abaixo de 70% de sua capacidade de faturamento”, avalia o dirigente.
Fonte: Fatto Comunicação
Notícias em destaque
A indústria canadense de móveis planejados se sente aliviada com o adiamento das tarifas e continua a pedir a remoção da alíquota de 25 oir cento.
A Decor Cabinets, localizada em Morden, Manitoba, Canadá, fabrica armários sob medida para cozinhas, banheiros e cômodos...
(MERCADO)
Uma das famílias mais ricas do Brasil fatura R$ 3,7 bilhões com madeira
Empresa familiar investe 50 milhões de reais para ocupar regiões ainda sem cobertura e transformar lojas em hubs de...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Madeira imbuia: o que é, origem, usos e vantagens
Espécie nativa da Mata Atlântica, a imbuia combina veios marcantes, durabilidade e sofisticação em projetos de...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Inflexão da atividade marcou 2º semestre de 2025 na indústria de móveis
Os dados da última edição da “Conjuntura de Móveis | Dezembro 2025”, estudo elaborado pelo IEMI com...
(MERCADO)
Trump adia aumentos tarifários programados para móveis e armários de cozinha.
Na mais recente reviravolta da política tarifária de Trump, o presidente está adiando os aumentos tarifários...
(MERCADO)
"Acredito que devemos passar de três milhões de hectares de florestas nos próximos 10 anos"
Presidente da Associação conversou com Correio do Estado sobre o desenvolvimento e as perspectivas para a cadeia da celulose em...
(SILVICULTURA)














