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Notícias
09
jul
2012
(SILVICULTURA)
Projeto pioneiro no Rio Grande do Sul vai semear pinhões por avião
No município de Campinas do Sul, na região norte do Estado, deverá ocorrer o projeto-piloto que pretende fazer nascerem dez milhões de mudas de araucária em até três anos. A ação, denominada chuva de pinhões, idealizada pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, por meio do Departamento de Florestas e Áreas Protegidas (Defap), vai utilizar aviões como técnica de cultivo.
Segundo Roberto Ferron, o pinheiro brasileiro (Araucária angustifólia) está ameaçado de extinção e a técnica manual de plantio requer mais trabalho. Por isso, o Defap empregará técnica pioneirano Brasil, que imita as gralhas, usando aviões, apelidada de Programa de Educação Ambiental Floresta Gralha Azul.
A semeadura será realizada em duas ilhas de propriedade da Tractebel Energia, localizadas próximas à Balsa que atravessa o alague da Usina Hidrelétrica Passo Fundo, entre os municípios de Ronda Alta e Campinas do Sul. O avião levantará vôo em pista localizada na propriedade de Roberto e Gilberto Predebon, a cerca de 1,5 km da balsa no sentido de Ronda Alta a Campinas do Sul.
As ilhas - a 29, com 10 hectares, e a 37, com 30 hectares - totalizam 40 hectares que receberão os pinhões. Os locais pertencem à Usina Hidrelétrica Passo Fundo, cuja área de ilhas é de 470 hectares, e capacidade de produção do horto florestal de 200 mil mudas/ano. Só em 2011, foram plantadas nas 71 ilhas da usina 53.622 mudas.
Segundo Roberto Ferron, o pinheiro brasileiro (Araucária angustifólia) está ameaçado de extinção e a técnica manual de plantio requer mais trabalho. Por isso, o Defap empregará técnica pioneirano Brasil, que imita as gralhas, usando aviões, apelidada de Programa de Educação Ambiental Floresta Gralha Azul.
A semeadura será realizada em duas ilhas de propriedade da Tractebel Energia, localizadas próximas à Balsa que atravessa o alague da Usina Hidrelétrica Passo Fundo, entre os municípios de Ronda Alta e Campinas do Sul. O avião levantará vôo em pista localizada na propriedade de Roberto e Gilberto Predebon, a cerca de 1,5 km da balsa no sentido de Ronda Alta a Campinas do Sul.
As ilhas - a 29, com 10 hectares, e a 37, com 30 hectares - totalizam 40 hectares que receberão os pinhões. Os locais pertencem à Usina Hidrelétrica Passo Fundo, cuja área de ilhas é de 470 hectares, e capacidade de produção do horto florestal de 200 mil mudas/ano. Só em 2011, foram plantadas nas 71 ilhas da usina 53.622 mudas.
Fonte: GAZ
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