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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Mogno doado pelo Ibama à Funai é exportado para EUA
O embarque de 1.337 metros cúbicos de mogno no Porto de Belém, previsto para sexta (27), às 13 horas, está sendo considerado histórico pelos ambientalistas. O mogno comprado pela empresa Aljoma LUmber Inc, com sede na Flórida (EUA), é parte das 8.500 toras apreendidas pelo IBAMA em 2001 em São Felix do Xingu.
O gerente executivo do IBAMA em Marabá, Ademir Martins, informou que o valor da exportação pode chegar a US$ 1,2 milhão (equivalente a R$ 3,6 milhões). O dinheiro será destinado à nação Kaiapó, às aldeias Metktire, Kremoro, Kokarimoro Kubenkokre e Piykany (MT) e Kejan e Pykaranrankre, comunidades indígenas do Pará e Mato Grosso.
A madeira nobre cobiçada no mercado internacional foi doada pelo IBAMA às comunidades indígenas, por meio da Funai, em agosto 2003. Em parceria com a madeireira Cikel, os índios beneficiaram o mogno em serrarias de Tucumã e São Felix do Xingu, região sul do Pará. Na avaliação do gerente executivo do IBAMA no Pará, Marcílio Monteiro, o fato representa a decisão do governo Lula em beneficiar as comunidades indígenas do Xingu de onde foi usurpado esse recurso natural. Grande parte dessa madeira nobre foi apreendida pelo IBAMA na Fazenda Pé do Morro, a 10 Km da aldeia dos índios Kayapó na região da Terra do Meio de onde foi extraída ilegalmente pela chamada máfia do mogno.
Fonte: IBAMA – 27/08/2004
O gerente executivo do IBAMA em Marabá, Ademir Martins, informou que o valor da exportação pode chegar a US$ 1,2 milhão (equivalente a R$ 3,6 milhões). O dinheiro será destinado à nação Kaiapó, às aldeias Metktire, Kremoro, Kokarimoro Kubenkokre e Piykany (MT) e Kejan e Pykaranrankre, comunidades indígenas do Pará e Mato Grosso.
A madeira nobre cobiçada no mercado internacional foi doada pelo IBAMA às comunidades indígenas, por meio da Funai, em agosto 2003. Em parceria com a madeireira Cikel, os índios beneficiaram o mogno em serrarias de Tucumã e São Felix do Xingu, região sul do Pará. Na avaliação do gerente executivo do IBAMA no Pará, Marcílio Monteiro, o fato representa a decisão do governo Lula em beneficiar as comunidades indígenas do Xingu de onde foi usurpado esse recurso natural. Grande parte dessa madeira nobre foi apreendida pelo IBAMA na Fazenda Pé do Morro, a 10 Km da aldeia dos índios Kayapó na região da Terra do Meio de onde foi extraída ilegalmente pela chamada máfia do mogno.
Fonte: IBAMA – 27/08/2004
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