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Notícias
03
jul
2012
(BIOENERGIA)
BNDES financia geração de energia a partir de eucalipto
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 210,7 milhões à ERB Aratinga S.A., para a construção de uma unidade de cogeração de vapor industrial e de energia elétrica a partir do cavaco de eucalipto, a ser fornecido para fábricas da indústria química Dow do Brasil. Segundo comunicado do BNDES, esse é o primeiro projeto aprovado para esse tipo de biomassa. A capacidade de geração total do projeto é de 1,148 mil toneladas de vapor industrial e 125,7 MW de energia elétrica por ano.
A ERB Aratinga fica em Candeias, na Bahia. O financiamento é indireto e será repassado pelos bancos Votorantim, Bradesco e Itaú BBA. O investimento total do projeto é de R$ 265 milhões e, segundo o BNDES, deverá criar 700 empregos diretos e 1.750 indiretos durante a fase de construção. O conceito do projeto substitui o vapor produzido a partir de gás natural por vapor com produção proveniente de biomassa.
O projeto também promove a verticalização da cadeia produtiva da biomassa como combustível para geração de energia, pois o projeto inclui a plantação de 227,8 mil toneladas/ano de eucalipto, em 9,7 mil hectares para atender à unidade de cogeração. Assim, segundo o BNDES, além de usar fontes renováveis, o projeto traz economia de custos em função da utilização do vapor industrial, e a correlata eliminação do risco causado pela volatilidade do preço do gás natural, bem como do risco de suprimento.
A escolha do eucalipto, em vez de outras fontes, como pinus e bagaço de cana, privilegia a segurança no suprimento. O eucalipto tem histórico de cultivo de 90 anos e é plantado no litoral do norte da Bahia desde a década de 1970. Segundo o BNDES, há 130 mil hectares de florestas de eucalipto naquela região. Atualmente, essas florestas estão entre as mais produtivas do Brasil. Diferentemente de outras biomassas, o eucalipto pode ser colhido o ano todo.
A ERB Aratinga fica em Candeias, na Bahia. O financiamento é indireto e será repassado pelos bancos Votorantim, Bradesco e Itaú BBA. O investimento total do projeto é de R$ 265 milhões e, segundo o BNDES, deverá criar 700 empregos diretos e 1.750 indiretos durante a fase de construção. O conceito do projeto substitui o vapor produzido a partir de gás natural por vapor com produção proveniente de biomassa.
O projeto também promove a verticalização da cadeia produtiva da biomassa como combustível para geração de energia, pois o projeto inclui a plantação de 227,8 mil toneladas/ano de eucalipto, em 9,7 mil hectares para atender à unidade de cogeração. Assim, segundo o BNDES, além de usar fontes renováveis, o projeto traz economia de custos em função da utilização do vapor industrial, e a correlata eliminação do risco causado pela volatilidade do preço do gás natural, bem como do risco de suprimento.
A escolha do eucalipto, em vez de outras fontes, como pinus e bagaço de cana, privilegia a segurança no suprimento. O eucalipto tem histórico de cultivo de 90 anos e é plantado no litoral do norte da Bahia desde a década de 1970. Segundo o BNDES, há 130 mil hectares de florestas de eucalipto naquela região. Atualmente, essas florestas estão entre as mais produtivas do Brasil. Diferentemente de outras biomassas, o eucalipto pode ser colhido o ano todo.
Fonte: Agência Estado
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