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Notícias
27
jun
2012
(GERAL)
Produtor pode ter problema na hora de cortar madeira nobre nativa
Na hora de plantar espécies florestais de madeira nobre nativa como guanandi e mogno brasileiro o produtor rural precisa tomar alguns cuidados.
Mesmo conduzindo as árvores com a proposta de um reflorestamento comercial, a colheita poderá ser proibida pelos órgãos ambientais.
Quem faz o alerta é o engenheiro florestal Alessandro Ribeiro, da empresa Tropical Flora. Segundo ele, existem casos em que não foram respeitadas algumas regras básicas e o produtor rural, hoje, não consegue encaminhar a madeira para a serraria.
“O plantio precisa ter alinhamento correto e a área precisa ser manejada para evitar a regeneração da vegetação no local”, explica.
De acordo com o engenheiro essas medidas já evitam a caracterização da floresta como mata nativa. O registro do plantio também é importante, assim como não plantar em áreas de reserva legal e de preservação permanente.
“É um erro acreditar que, mesmo plantadas, o órgão ambiental vai autorizar a retirada das árvores dessas áreas para fins comerciais”, ressalta Alessandro.
Mesmo conduzindo as árvores com a proposta de um reflorestamento comercial, a colheita poderá ser proibida pelos órgãos ambientais.
Quem faz o alerta é o engenheiro florestal Alessandro Ribeiro, da empresa Tropical Flora. Segundo ele, existem casos em que não foram respeitadas algumas regras básicas e o produtor rural, hoje, não consegue encaminhar a madeira para a serraria.
“O plantio precisa ter alinhamento correto e a área precisa ser manejada para evitar a regeneração da vegetação no local”, explica.
De acordo com o engenheiro essas medidas já evitam a caracterização da floresta como mata nativa. O registro do plantio também é importante, assim como não plantar em áreas de reserva legal e de preservação permanente.
“É um erro acreditar que, mesmo plantadas, o órgão ambiental vai autorizar a retirada das árvores dessas áreas para fins comerciais”, ressalta Alessandro.
Fonte: painelflorestal.com.br
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