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Notícias
27
jun
2012
(SETOR FLORESTAL)
Engenheiro brasileiro propõe novo método para explorar as florestas
O engenheiro florestal brasileiro Tito Nunes de Castro acredita que a exploração das florestas a partir do modelo de exploração reduzido é menos prejudicial ao ambiente que a técnica de exploração convencional. A conclusão baseia-se num estudo que analisou dados de uma floresta do nordeste do estado do Pará, de 1993 até aos nossos dias.
“A exploração de impacto reduzido é melhor que a tradicional. Vimos nas parcelas de terra analisadas que elas se recuperam completamente da exploração em 39 anos, enquanto na exploração tradicional nem foi possível fazer essa estimativa, porque o tempo necessário é muito mais longo”, explicou o engenheiro da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba.
À Exame Brasil, o responsável explicou que analisou os dados de 1993, 1994, 1995, 1996, 1998, 2000, 2003, 2006 e 2009. Entre eles estavam o diâmetro das árvores e o nome popular das espécies, sendo o volume da floresta calculado a partir desses dados.
A exploração de impacto reduzido tem como pano de fundo a diminuição das consequências negativas que a extração de madeira causa na floresta. Com isso, ela se regeneraria melhor e mais rápido, o que faria com que o período de corte pudesse ser diminuído, chegando-se assim a um período temporal sustentável.
As árvores só estão aptas para serem comercializadas quando o seu diâmetro atinge os 50 centímetros. Segundo Tito de Castro, com este tipo de extracção o volume total da floresta recupera-se em oito anos. O volume das árvores comerciais chegar a atingir um ciclo de 39 anos.
No caso da exploração convencional, feita, por exemplo, na Amazónia, as árvores são cortadas aleatoriamente. “Quando as árvores são cortadas, acabam por derrubar as outras que estão ao seu redor, aumentando o impacto sobre a floresta. Pela falta de planeamento, algumas toras acabam por perde-se”, conclui.
“A exploração de impacto reduzido é melhor que a tradicional. Vimos nas parcelas de terra analisadas que elas se recuperam completamente da exploração em 39 anos, enquanto na exploração tradicional nem foi possível fazer essa estimativa, porque o tempo necessário é muito mais longo”, explicou o engenheiro da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba.
À Exame Brasil, o responsável explicou que analisou os dados de 1993, 1994, 1995, 1996, 1998, 2000, 2003, 2006 e 2009. Entre eles estavam o diâmetro das árvores e o nome popular das espécies, sendo o volume da floresta calculado a partir desses dados.
A exploração de impacto reduzido tem como pano de fundo a diminuição das consequências negativas que a extração de madeira causa na floresta. Com isso, ela se regeneraria melhor e mais rápido, o que faria com que o período de corte pudesse ser diminuído, chegando-se assim a um período temporal sustentável.
As árvores só estão aptas para serem comercializadas quando o seu diâmetro atinge os 50 centímetros. Segundo Tito de Castro, com este tipo de extracção o volume total da floresta recupera-se em oito anos. O volume das árvores comerciais chegar a atingir um ciclo de 39 anos.
No caso da exploração convencional, feita, por exemplo, na Amazónia, as árvores são cortadas aleatoriamente. “Quando as árvores são cortadas, acabam por derrubar as outras que estão ao seu redor, aumentando o impacto sobre a floresta. Pela falta de planeamento, algumas toras acabam por perde-se”, conclui.
Fonte: Greensavers.com
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