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Notícias
20
jun
2012
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Empresa lança motor que poupa dinheiro e o meio ambiente
Roland Nilsson é um empreiteiro sueco que trabalha na floresta por cerca de 40 anos. Ele atualmente dirige a Fågelstigens Skog AB. Em junho de 2011 recebeu o seu novo harvester Komatsu 931.1 com o motor E3-Power baseado na tecnologia SCR.
A experiência de Roland no que diz respeito ao consumo de combustível é muito favorável. “Nós conduzimos uma análise minuciosa dos relatórios de operação depois de 800 horas, e o resultado favorável tem sido mantido deste então. Na média, reduzimos o consumo de combustível de 2 a 3 litros por hora. Com o aumento contínuo dos preços do diesel, o custo com combustível é uma peça cada vez mais importante do quebra-cabeça”, diz Nilsson.
Todos os fabricantes de máquinas florestais precisam considerar os continuamente crescentes custos operacionais com combustível e as restrições cada vez cada vez mais rígidas da legislação de emissões de partículas e de emissão de óxidos de nitrogênio dos motores. Isto requer tecnologia refinada de motores e de controle de emissões.
As exigências ambientais da legislação de emissões na UE e nos EUA levaram ao desenvolvimento de dois tipos diferentes de tecnologias de controle das emissões: CEGR e SCR. A escolha entre a tecnologia EGR/CEGR tradicional e a aperfeiçoada tecnologia SCR atualmente divide o setor de máquinas florestais em dois campos, com todos os fabricantes de máquinas, exceto John Deere e Rottne, tendo escolhido a tecnologia SCR, onde o controle de emissões ocorre depois e fora do processo de combustão do motor.
"Hoje todos os especialistas concordam que a SCR, sigla em inglês para Redução Catalítica Seletiva, é a única tecnologia realmente capaz de cumprir os requisitos das emissões finais que entrarão em vigor em 2014-2015. Isto é principalmente devido à redução de NOx, onde a SCR é sem dúvida a solução mais eficaz. Isso fez, por exemplo, a maioria dos fabricantes de caminhões mudarem os planos e trocarem para a SCR", explica Boström Ola, gerente de tecnologia da Komatsu Forest.
A tecnologia de controle de emissões nas novas máquinas florestais Komatsu Forest é baseada na SCR. Ela permite a construção de motores altamente eficientes, capazes de oferecer alto desempenho, torque elevado e baixo consumo de combustível. A nova geração de motores E3-Power da Komatsu Forest também é caracterizada por otimização baseada na queima máxima do combustível, para a melhor eficiência possível.
Basicamente, a técnica SCR consegue uma redução das emissões de nitrogênio através da instalação de um conversor catalítico após o motor, no sistema de exaustão e adicionando um fluido especial - DEF ou Diesel Exhaust Fluid - no sistema de exaustão.
A principal vantagem da SCR é que a tecnologia é baseada na combustão máxima do oxigênio e do diesel na câmara de combustão. Isto assegura uma utilização ótima do motor e do combustível, o que não é o caso com o sistema alternativo, CEGR, que injeta os gases de escape na câmara de combustão uma segunda vez, resultando em combustão menos eficiente.
Fatos: o conceito do motor E3-Power
O conceito do novo motor é chamado de E3-Power, para Meio Ambiente, Econômico e Eficiente (Environmental, Economical and Efficient, em inglês). Três pré-requisitos para um motor que é bom para o ambiente e para o seu proprietário.
E3-Power atende os requisitos rigorosos de emissão e reduz o consumo de combustível, proporcionando maior desempenho do motor. SCR é uma tecnologia de controle de emissão com a qual as partículas são reduzidas durante a combustão, enquanto NOx é reduzido depois, fora do processo de combustão. Isso otimiza o processo de combustão, garantindo o desempenho máximo do motor e o menor consumo de combustível.
Além disso, o motor é menos sensível ao diesel de baixa qualidade. A redução de NOx tem lugar após a combustão através da utilização de uma solução de ureia (DEF, Diesel Exhaust Fluid) e um conversor catalítico. Em um processo controlado eletronicamente, o DEF é injetado no sistema de escape pouco antes do conversor catalítico. Quando a mistura de gases de escape e DEF passa através do conversor catalítico os óxidos de nitrogênio são convertidos em nitrogênio inofensivo e vapor de água.
A experiência de Roland no que diz respeito ao consumo de combustível é muito favorável. “Nós conduzimos uma análise minuciosa dos relatórios de operação depois de 800 horas, e o resultado favorável tem sido mantido deste então. Na média, reduzimos o consumo de combustível de 2 a 3 litros por hora. Com o aumento contínuo dos preços do diesel, o custo com combustível é uma peça cada vez mais importante do quebra-cabeça”, diz Nilsson.
Todos os fabricantes de máquinas florestais precisam considerar os continuamente crescentes custos operacionais com combustível e as restrições cada vez cada vez mais rígidas da legislação de emissões de partículas e de emissão de óxidos de nitrogênio dos motores. Isto requer tecnologia refinada de motores e de controle de emissões.
As exigências ambientais da legislação de emissões na UE e nos EUA levaram ao desenvolvimento de dois tipos diferentes de tecnologias de controle das emissões: CEGR e SCR. A escolha entre a tecnologia EGR/CEGR tradicional e a aperfeiçoada tecnologia SCR atualmente divide o setor de máquinas florestais em dois campos, com todos os fabricantes de máquinas, exceto John Deere e Rottne, tendo escolhido a tecnologia SCR, onde o controle de emissões ocorre depois e fora do processo de combustão do motor.
"Hoje todos os especialistas concordam que a SCR, sigla em inglês para Redução Catalítica Seletiva, é a única tecnologia realmente capaz de cumprir os requisitos das emissões finais que entrarão em vigor em 2014-2015. Isto é principalmente devido à redução de NOx, onde a SCR é sem dúvida a solução mais eficaz. Isso fez, por exemplo, a maioria dos fabricantes de caminhões mudarem os planos e trocarem para a SCR", explica Boström Ola, gerente de tecnologia da Komatsu Forest.
A tecnologia de controle de emissões nas novas máquinas florestais Komatsu Forest é baseada na SCR. Ela permite a construção de motores altamente eficientes, capazes de oferecer alto desempenho, torque elevado e baixo consumo de combustível. A nova geração de motores E3-Power da Komatsu Forest também é caracterizada por otimização baseada na queima máxima do combustível, para a melhor eficiência possível.
Basicamente, a técnica SCR consegue uma redução das emissões de nitrogênio através da instalação de um conversor catalítico após o motor, no sistema de exaustão e adicionando um fluido especial - DEF ou Diesel Exhaust Fluid - no sistema de exaustão.
A principal vantagem da SCR é que a tecnologia é baseada na combustão máxima do oxigênio e do diesel na câmara de combustão. Isto assegura uma utilização ótima do motor e do combustível, o que não é o caso com o sistema alternativo, CEGR, que injeta os gases de escape na câmara de combustão uma segunda vez, resultando em combustão menos eficiente.
Fatos: o conceito do motor E3-Power
O conceito do novo motor é chamado de E3-Power, para Meio Ambiente, Econômico e Eficiente (Environmental, Economical and Efficient, em inglês). Três pré-requisitos para um motor que é bom para o ambiente e para o seu proprietário.
E3-Power atende os requisitos rigorosos de emissão e reduz o consumo de combustível, proporcionando maior desempenho do motor. SCR é uma tecnologia de controle de emissão com a qual as partículas são reduzidas durante a combustão, enquanto NOx é reduzido depois, fora do processo de combustão. Isso otimiza o processo de combustão, garantindo o desempenho máximo do motor e o menor consumo de combustível.
Além disso, o motor é menos sensível ao diesel de baixa qualidade. A redução de NOx tem lugar após a combustão através da utilização de uma solução de ureia (DEF, Diesel Exhaust Fluid) e um conversor catalítico. Em um processo controlado eletronicamente, o DEF é injetado no sistema de escape pouco antes do conversor catalítico. Quando a mistura de gases de escape e DEF passa através do conversor catalítico os óxidos de nitrogênio são convertidos em nitrogênio inofensivo e vapor de água.
Fonte: Assessoria
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