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Notícias
19
jun
2012
(EXPORTAÇÃO)
Exportação do agronegócio pode superar US$ 100 bi
As exportações do agronegócio brasileiro podem superar os US$ 100 bilhões em 2012. A previsão é do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e foi feita nesta terça-feira (10), em Brasília, durante o anúncio dos resultados do setor em 2011.
"Para chegar a US$ 100 bilhões precisamos apenas de um crescimento de 5,7% das exportações, que é um número que temos como alcançar", afirmou o ministro, de acordo com informações da Agencia Brasil. Em 2011, as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 94,59 bilhões, valor 24% maior que o obtido em 2010 (US$ 76,4 bilhões), sendo o melhor resultado para a balança comercial do setor desde 1997.
Os produtos que mais contribuíram para o aumento das vendas externas foram os do complexo soja (grãos, farelo e óleo). Eles foram responsáveis por 38,7% do crescimento total de US$ 18,19 bilhões no agronegócio. Na comparação com 2010, as exportações de grãos de soja aumentaram 47,8% em valor, de US$ 11,03 bilhões para US$ 16,31 bilhões, graças ao crescimento de 30,3% no preço médio de venda. O aumento do volume foi de 13,5%. As exportações de farelo e óleo de soja totalizaram, em 2011, US$ 5,69 bilhões e US$ 2,13 bilhões, respectivamente.
Em segundo lugar, vieram os produtos do complexo sucroalcooleiro, cujas vendas externas renderam US$ 16,18 bilhões em 2011, 17,45% a mais do que em 2010. O crescimento foi devido ao aumento de 29,9% no preço da venda, já que houve queda de 9,6% na quantidade vendida no período, de 29,52 milhões para 26,7 milhões de toneladas.
O terceiro principal item exportado ano passado foram as carnes. As exportações da área somaram US$ 15,64 bilhões, 14,8% a mais do que em 2010. Neste caso, a elevação dos preços também foi responsável pelo crescimento da receita. O preço médio do produto aumentou 16,6%, o que compensou uma queda de 1,6% na quantidade exportada na comparação com 2010. O setor de carnes respondeu por 16,5% das vendas externas do agronegócio em 2011. O destaque foi a carne de frango, cujas exportações somaram US$ 7,49 bilhões, 19,9% a mais que no ano anterior.
Os produtos florestais e o café ocuparam o quarto e o quinto lugares na pauta de exportação de 2011. As exportações dos primeiros ficaram em US$ 9,64 bilhões, com 3,8% de crescimento, enquanto as vendas externas do último somaram US$ 8,73 bilhões, 51,5% a mais do que em 2010.
As importações brasileiras de produtos do agronegócio somaram US$ 17,08 bilhões, 28% a mais do que em 2010. O superávit da balança em 2011 ficou, então, em US$ 77,51 bilhões.
Destinos
Ásia e União Europeia concentraram a maior parte das vendas externas brasileiras. Os blocos importaram, em conjunto, 57,4% dos produtos do agronegócio do País, o equivalente a US$ 54,34 bilhões. Em seguida aparece o Oriente Médio, com 10,1% do total; os países do Nafta (Estados Unidos, México e Canadá), com 8,5%; e a África, com 8%.
Safra
A safra de grãos de 2011/2012 deverá sofrer uma redução de 2,8% em relação à safra de 2010/2011. Na safra anterior, os produtores colheram 162,95 milhões de toneladas de grãos. A atual deve ficar em 158,43 milhões de toneladas. A estimativa é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e foi divulgada também nesta terça-feira. O principal motivo para a redução é a forte estiagem na região Sul do País.
As culturas mais representativas são as de milho e soja. Juntas, somam 83% de toda a safra, com uma produção de 130,96 milhões de toneladas. A área plantada de milho deve ficar em 50,44 milhões de hectares, um crescimento de 1,1% em relação à safra anterior. O arroz e o feijão devem perder áreas cultivadas.
Na contramão de outros produtos, o café deverá apresentar um aumento que pode variar entre 12,6% a 20,2% em relação à safra anterior, podendo somar entre 48,97 milhões e 52,27 milhões de sacas beneficiadas. Caso este aumento se confirme, esta será a maior safra produzida no País, superando o recorde de 48,8 milhões de sacas do período de 2002/2003. Na comparação com a safra de 2009, a nova é 5,22% superior.
"Para chegar a US$ 100 bilhões precisamos apenas de um crescimento de 5,7% das exportações, que é um número que temos como alcançar", afirmou o ministro, de acordo com informações da Agencia Brasil. Em 2011, as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 94,59 bilhões, valor 24% maior que o obtido em 2010 (US$ 76,4 bilhões), sendo o melhor resultado para a balança comercial do setor desde 1997.
Os produtos que mais contribuíram para o aumento das vendas externas foram os do complexo soja (grãos, farelo e óleo). Eles foram responsáveis por 38,7% do crescimento total de US$ 18,19 bilhões no agronegócio. Na comparação com 2010, as exportações de grãos de soja aumentaram 47,8% em valor, de US$ 11,03 bilhões para US$ 16,31 bilhões, graças ao crescimento de 30,3% no preço médio de venda. O aumento do volume foi de 13,5%. As exportações de farelo e óleo de soja totalizaram, em 2011, US$ 5,69 bilhões e US$ 2,13 bilhões, respectivamente.
Em segundo lugar, vieram os produtos do complexo sucroalcooleiro, cujas vendas externas renderam US$ 16,18 bilhões em 2011, 17,45% a mais do que em 2010. O crescimento foi devido ao aumento de 29,9% no preço da venda, já que houve queda de 9,6% na quantidade vendida no período, de 29,52 milhões para 26,7 milhões de toneladas.
O terceiro principal item exportado ano passado foram as carnes. As exportações da área somaram US$ 15,64 bilhões, 14,8% a mais do que em 2010. Neste caso, a elevação dos preços também foi responsável pelo crescimento da receita. O preço médio do produto aumentou 16,6%, o que compensou uma queda de 1,6% na quantidade exportada na comparação com 2010. O setor de carnes respondeu por 16,5% das vendas externas do agronegócio em 2011. O destaque foi a carne de frango, cujas exportações somaram US$ 7,49 bilhões, 19,9% a mais que no ano anterior.
Os produtos florestais e o café ocuparam o quarto e o quinto lugares na pauta de exportação de 2011. As exportações dos primeiros ficaram em US$ 9,64 bilhões, com 3,8% de crescimento, enquanto as vendas externas do último somaram US$ 8,73 bilhões, 51,5% a mais do que em 2010.
As importações brasileiras de produtos do agronegócio somaram US$ 17,08 bilhões, 28% a mais do que em 2010. O superávit da balança em 2011 ficou, então, em US$ 77,51 bilhões.
Destinos
Ásia e União Europeia concentraram a maior parte das vendas externas brasileiras. Os blocos importaram, em conjunto, 57,4% dos produtos do agronegócio do País, o equivalente a US$ 54,34 bilhões. Em seguida aparece o Oriente Médio, com 10,1% do total; os países do Nafta (Estados Unidos, México e Canadá), com 8,5%; e a África, com 8%.
Safra
A safra de grãos de 2011/2012 deverá sofrer uma redução de 2,8% em relação à safra de 2010/2011. Na safra anterior, os produtores colheram 162,95 milhões de toneladas de grãos. A atual deve ficar em 158,43 milhões de toneladas. A estimativa é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e foi divulgada também nesta terça-feira. O principal motivo para a redução é a forte estiagem na região Sul do País.
As culturas mais representativas são as de milho e soja. Juntas, somam 83% de toda a safra, com uma produção de 130,96 milhões de toneladas. A área plantada de milho deve ficar em 50,44 milhões de hectares, um crescimento de 1,1% em relação à safra anterior. O arroz e o feijão devem perder áreas cultivadas.
Na contramão de outros produtos, o café deverá apresentar um aumento que pode variar entre 12,6% a 20,2% em relação à safra anterior, podendo somar entre 48,97 milhões e 52,27 milhões de sacas beneficiadas. Caso este aumento se confirme, esta será a maior safra produzida no País, superando o recorde de 48,8 milhões de sacas do período de 2002/2003. Na comparação com a safra de 2009, a nova é 5,22% superior.
Fonte: Valor Econômico
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