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Notícias
18
jun
2012
(SETOR FLORESTAL)
Governo do Paraná vai mapear florestas plantadas e nativas
O governo do Paraná vai mapear suas florestas nativas e plantadas e fazer o inventários das áreas, nas 10 microrregiões do Estado. Com isso, poderão ser definidas políticas públicas e técnicas de desenvolvimento sustentável. A quantificação desse patrimônio vai ajudar a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento a dimensionar melhor o impacto econômico desse setor no Valor Bruto da Produção (VBP) dos municípios.
A metodologia foi definida com o Serviço Florestal Brasileiro, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, em reunião realizada com o diretor-geral da secretaria, Otamir Cesar Martins, na quinta-feira (15). Pela sua importância, o projeto será tratado como parceria-piloto entre o governo federal e os estados.
Segundo Martins, a secretaria tem assegurados R$ 400 mil, em recursos do financiamento do Banco Mundial, que serão aplicados para realização da primeira fase do inventário das florestas plantadas. Com a contrapartida do Paraná, os recursos para o mapeamento poderão atingir até R$ 1 milhão.
SATÉLITE – O governo do Estado pretende iniciar os serviços de medição nos próximos 90 dias. O mapeamento das florestas será realizado a partir de sensoreamento remoto e monitoramento por satélite. A tecnologia vai evitar a ida de técnicos até as florestas, otimizando recursos.
O Serviço Florestal Brasileiro dará o suporte metodológico ao mapeamento e já enviou uma equipe de técnicos e pesquisadores ao Paraná para acertar com a secretaria como empregar as técnicas recomendadas para o inventário de florestas no Paraná.
A atualização do mapeamento com metodologia desenvolvida pelo Serviço Florestal Brasileiro é apoiada pela Embrapa Floresta e Universidade Federal do Paraná. A Secretaria da Agricultura vai fazer o inventário de florestas plantadas e a Secretaria do Meio Ambiente vai coordenar o de florestas nativas.
O setor florestal é responsável por 7% do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) Agrícola, movimentando R$ 3,2 bilhões em 2010. De acordo com o engenheiro florestal Renato Viana, coordenador de Serviços Florestais da Secretaria da Agricultura, esse setor tem potencial para expansão em função da carência da produção de madeira para construção, energia, móveis e celulose. “Essa demanda crescente representa uma boa alternativa de renda para o produtor”, destacou o técnico. Viana lembrou que as florestas armazenam mais carbono que a agricultura, e são uma alternativa para evitar o agravamento das mudanças climáticas.
A metodologia foi definida com o Serviço Florestal Brasileiro, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, em reunião realizada com o diretor-geral da secretaria, Otamir Cesar Martins, na quinta-feira (15). Pela sua importância, o projeto será tratado como parceria-piloto entre o governo federal e os estados.
Segundo Martins, a secretaria tem assegurados R$ 400 mil, em recursos do financiamento do Banco Mundial, que serão aplicados para realização da primeira fase do inventário das florestas plantadas. Com a contrapartida do Paraná, os recursos para o mapeamento poderão atingir até R$ 1 milhão.
SATÉLITE – O governo do Estado pretende iniciar os serviços de medição nos próximos 90 dias. O mapeamento das florestas será realizado a partir de sensoreamento remoto e monitoramento por satélite. A tecnologia vai evitar a ida de técnicos até as florestas, otimizando recursos.
O Serviço Florestal Brasileiro dará o suporte metodológico ao mapeamento e já enviou uma equipe de técnicos e pesquisadores ao Paraná para acertar com a secretaria como empregar as técnicas recomendadas para o inventário de florestas no Paraná.
A atualização do mapeamento com metodologia desenvolvida pelo Serviço Florestal Brasileiro é apoiada pela Embrapa Floresta e Universidade Federal do Paraná. A Secretaria da Agricultura vai fazer o inventário de florestas plantadas e a Secretaria do Meio Ambiente vai coordenar o de florestas nativas.
O setor florestal é responsável por 7% do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) Agrícola, movimentando R$ 3,2 bilhões em 2010. De acordo com o engenheiro florestal Renato Viana, coordenador de Serviços Florestais da Secretaria da Agricultura, esse setor tem potencial para expansão em função da carência da produção de madeira para construção, energia, móveis e celulose. “Essa demanda crescente representa uma boa alternativa de renda para o produtor”, destacou o técnico. Viana lembrou que as florestas armazenam mais carbono que a agricultura, e são uma alternativa para evitar o agravamento das mudanças climáticas.
Fonte: Agência de Notícias do Paraná
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