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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Congresso Internacional do Pinus termina superando expectativa de público
Aumento de produtividade e alternativas para se evitar um provável apagão florestal (falta de madeira), risco que vem preocupando indústrias dos setores madeireiro, moveleiro e de papel e celulose, são o foco do Congresso Internacional do Pinus, que termina hoje (quinta-feira), no Centreventos Cau Hansen, em Joinville.
O evento reúne diariamente cerca de 800 pessoas, entre elas empresários, pesquisadores do setor de base florestal, professores e alunos. Durante os três dias de congresso, especialistas do segmento do Brasil e dos países que se destacam na produção da madeira como Canadá, Estados Unidos, França, Alemanha e Japão estão falando sobre o mercado, as vantagens desta cultura e novas técnicas.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS), a demanda por madeira de pinus, que foi de 40 milhões de metros cúbicos em 2002, irá aumentar para mais de 80 milhões de metros cúbicos em 2020. “O Brasil precisa aumentar a sua base florestal de pinus dos 1,8 milhão de hectares atuais para mais de cinco milhões de hectares nos próximos 15 anos”, alerta o pesquisador da Embrapa Florestas, Jarbas Yukio Shimizu.
Em Santa Catarina o setor florestal é um dos mais importantes, com o segundo maior peso econômico. Responde por 8% do PIB estadual, de R$ 42,3 bilhões e por 23,3% das exportações catarinenses. É composto por 5.343 empresas e gera 88 mil empregos diretos.
O Paraná é o maior exportador brasileiro de Pinus, com cerca de 75% da produção nacional de compensados do produto. Só no ano passado foram vendidos para o mercado externo 1,5 milhão de metros cúbicos. No primeiro trimestre deste ano, dos 300 mil metros cúbicos que os Estados Unidos compraram, 180 mil foram enviados pelo Brasil. Nos doze meses do ano passado, a negociação entre os dois países foi de 550 mil. O crescimento nas vendas, que seguia o ritmo de 10% ao ano, deve aumentar ainda mais nos próximos meses.
Fonte: Andréia Pereira – 26/08/2004
O evento reúne diariamente cerca de 800 pessoas, entre elas empresários, pesquisadores do setor de base florestal, professores e alunos. Durante os três dias de congresso, especialistas do segmento do Brasil e dos países que se destacam na produção da madeira como Canadá, Estados Unidos, França, Alemanha e Japão estão falando sobre o mercado, as vantagens desta cultura e novas técnicas.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS), a demanda por madeira de pinus, que foi de 40 milhões de metros cúbicos em 2002, irá aumentar para mais de 80 milhões de metros cúbicos em 2020. “O Brasil precisa aumentar a sua base florestal de pinus dos 1,8 milhão de hectares atuais para mais de cinco milhões de hectares nos próximos 15 anos”, alerta o pesquisador da Embrapa Florestas, Jarbas Yukio Shimizu.
Em Santa Catarina o setor florestal é um dos mais importantes, com o segundo maior peso econômico. Responde por 8% do PIB estadual, de R$ 42,3 bilhões e por 23,3% das exportações catarinenses. É composto por 5.343 empresas e gera 88 mil empregos diretos.
O Paraná é o maior exportador brasileiro de Pinus, com cerca de 75% da produção nacional de compensados do produto. Só no ano passado foram vendidos para o mercado externo 1,5 milhão de metros cúbicos. No primeiro trimestre deste ano, dos 300 mil metros cúbicos que os Estados Unidos compraram, 180 mil foram enviados pelo Brasil. Nos doze meses do ano passado, a negociação entre os dois países foi de 550 mil. O crescimento nas vendas, que seguia o ritmo de 10% ao ano, deve aumentar ainda mais nos próximos meses.
Fonte: Andréia Pereira – 26/08/2004
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