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Notícias
18
jun
2012
(BIOENERGIA)
Mato Grosso do Sul vira exemplo em bioeletricidade
O que antes era jogado no lixo por indústrias e propriedades rurais agora vira energia em Mato Grosso do Sul. Projetos que utilizam bagaço da cana, restos de madeira e até mesmo resíduos da produção suína e bovina têm se transformado em fontes de alimentação energética, reduzindo até pela metade os custos industriais e se tornado exemplo no País.
O gerente de recuperação química e utilidades da Fíbria Industrial no Estado, Fernando Raasch Pereira que o diga. “A implantação do reaproveitamento dos resíduos tanto sólido como líquidos para geração de energia foi o que tornou viável a instalação da indústria aqui. Sem a matriz energética, os custos seriam muito altos”, afirma.
Segundo ele, toda a demanda térmica e elétrica da fábrica de papel e celulose em Três Lagoas é suprida pelas caldeiras de biomassa sólida e líquida, que geram energia a partir do que não é aproveitado das florestas comerciais usadas na fabricação dos produtos. Dos 120 megawatts/hora produzidos, cerca de 30 MWh sobram e são destinados ao Sistema Nacional – volume suficiente para abastecer uma cidade de 100 mil habitantes por um ano.
O gerente de recuperação química e utilidades da Fíbria Industrial no Estado, Fernando Raasch Pereira que o diga. “A implantação do reaproveitamento dos resíduos tanto sólido como líquidos para geração de energia foi o que tornou viável a instalação da indústria aqui. Sem a matriz energética, os custos seriam muito altos”, afirma.
Segundo ele, toda a demanda térmica e elétrica da fábrica de papel e celulose em Três Lagoas é suprida pelas caldeiras de biomassa sólida e líquida, que geram energia a partir do que não é aproveitado das florestas comerciais usadas na fabricação dos produtos. Dos 120 megawatts/hora produzidos, cerca de 30 MWh sobram e são destinados ao Sistema Nacional – volume suficiente para abastecer uma cidade de 100 mil habitantes por um ano.
Fonte: Correio do Estado
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