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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Ibama conclui Operação Desmate I
Mais de 60 autos de infração, em torno de R$ 500 mil em multas, 250 metros cúbicos de madeira apreendida e um total de 3 mil hectares de terras desmatadas foram o saldo da Operação Desmate I, liderada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
A missão, que visa combater o desmatamento, as queimadas e as retiradas ilegais de madeira, foi realizada em Sena Madureira, Brasiléia, Cruzeiro do Sul, Manouel Urbano, Capixaba e Xapuri, com resultados satisfatórios, segundo o chefe da divisão de fiscalização do Ibama, Francisco Messias.
Ele explica que as ações foram realizadas nesses municípios em função do grande montante de denúncias registradas no órgão, principalmente nesse período de pico de queimadas. “Todo ano, quando chega essa época, começa a crescer o número de desmatamento. Por isso decidimos fazer um trabalho de fiscalização mais reforçado este ano”, completou Messias. A Operação Desmate I começou no dia 25 de julho e foi concluída no último dia 15. Seis carros, um avião, um helicóptero e 15 fiscais do Ibama estiveram envolvidos nas atividades dentro dos municípios.
Messias frisou que, apesar da grande quantidade de ilícitos ambientais registrada nos seis municípios, um dado novo e avaliado como positivo foi constatado durante a operação. “De toda área desmatada que detectamos, 90% utilizou procedimentos legais. Isso significa que as pessoas estão mais conscientes em procurar o Ibama ou o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) para pedir autorização antes de desmatar”, enfatizou.
Operação Desmate II - A partir do dia 10 de setembro, o Ibama dará início à Operação Desmate II. A missão dessa segunda fase da operação será controlar as queimadas, que, de acordo com Messias, chegam a ser mais intensas nessa época. As atividades deverão se estender até o dia 30 de setembro. Operação Jurupari - Tarauacá e Feijó não ficarão de fora do processo de fiscalização do Ibama, segundo Messias. Para isso, o órgão está preparando a Operação Jurupari, visando combater os ilícitos ambientais nos municípios onde o número de denúncias também é bastante alto.
Há poucos dias, por exemplo, Messias disse que chegaram ao órgão duas denúncias graves de ilícitos praticados em Feijó. Uma corresponde a um suposto desmate de 700 hectares de terra e outra a uma estrada clandestina que teria sido aberta para facilitar o tráfego de madeira ilegal.
Fonte: Página 20 – 25/08/2004
A missão, que visa combater o desmatamento, as queimadas e as retiradas ilegais de madeira, foi realizada em Sena Madureira, Brasiléia, Cruzeiro do Sul, Manouel Urbano, Capixaba e Xapuri, com resultados satisfatórios, segundo o chefe da divisão de fiscalização do Ibama, Francisco Messias.
Ele explica que as ações foram realizadas nesses municípios em função do grande montante de denúncias registradas no órgão, principalmente nesse período de pico de queimadas. “Todo ano, quando chega essa época, começa a crescer o número de desmatamento. Por isso decidimos fazer um trabalho de fiscalização mais reforçado este ano”, completou Messias. A Operação Desmate I começou no dia 25 de julho e foi concluída no último dia 15. Seis carros, um avião, um helicóptero e 15 fiscais do Ibama estiveram envolvidos nas atividades dentro dos municípios.
Messias frisou que, apesar da grande quantidade de ilícitos ambientais registrada nos seis municípios, um dado novo e avaliado como positivo foi constatado durante a operação. “De toda área desmatada que detectamos, 90% utilizou procedimentos legais. Isso significa que as pessoas estão mais conscientes em procurar o Ibama ou o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) para pedir autorização antes de desmatar”, enfatizou.
Operação Desmate II - A partir do dia 10 de setembro, o Ibama dará início à Operação Desmate II. A missão dessa segunda fase da operação será controlar as queimadas, que, de acordo com Messias, chegam a ser mais intensas nessa época. As atividades deverão se estender até o dia 30 de setembro. Operação Jurupari - Tarauacá e Feijó não ficarão de fora do processo de fiscalização do Ibama, segundo Messias. Para isso, o órgão está preparando a Operação Jurupari, visando combater os ilícitos ambientais nos municípios onde o número de denúncias também é bastante alto.
Há poucos dias, por exemplo, Messias disse que chegaram ao órgão duas denúncias graves de ilícitos praticados em Feijó. Uma corresponde a um suposto desmate de 700 hectares de terra e outra a uma estrada clandestina que teria sido aberta para facilitar o tráfego de madeira ilegal.
Fonte: Página 20 – 25/08/2004
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