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Notícias
01
jun
2012
(PAPEL E CELULOSE)
Cresce produção de papelão ondulado no país
A produção de papelão ondulado no mês de abril cresceu 2,51 % em relação ao mesmo período de 2011. É o que apurou relatório da ABPO (Associação Brasileira de Papel Ondulado) divulgada ao mercado nesta semana.
O relatório, que mensura os dados por meio de gráficos relativos à produção do papelão, aponta uma tímida queda do volume em abril, em relação ao mês de março. O volume de papelão ondulado atingiu 0,41% a mais na série com ajuste sazonal. Sem o ajuste, demonstrou queda de 6,13 %. Essa oscilação do produto no mercado, segundo a ABPO, pode ser explicada pela variação da quantidade de dias úteis. Em março foram 27 dias ao todo. Já em abril, foram 23, o que significa menos tempo para produção. “Em dias úteis trabalhados o resultado de abril foi 10% maior que o de março”, ressalta comunicado da entidade.
O aumento da produção no mês de abril de 2012 deve-se aos elementos que contribuem positivamente para este cenário como queda do desemprego, alta da renda da população, baixa inflação, juros menores e o câmbio favorecido, conforme informou o presidente da ABPO, Ricardo Trombini. “Reforço a necessidade e dependência de um câmbio favorável para que a produção dos segmentos não duráveis e duráveis sejam viabilizados em nosso país”, diz o executivo.
A produção é voltada para embalagens de transporte, sendo que o foco é a indústria de manufaturados interna. A meta do setor é desenvolver produtos que possam substituir alternativas atuais como o isopor, plástico e madeira. “Nosso segmento tem vantagens comparativas e competitivas importantes a outras soluções de embalagens”. Para Trombini, a sustentabilidade econômica e ambiental do setor tem suportado esta tendência, a exemplo do mercado hortifruticula.
O relatório, que mensura os dados por meio de gráficos relativos à produção do papelão, aponta uma tímida queda do volume em abril, em relação ao mês de março. O volume de papelão ondulado atingiu 0,41% a mais na série com ajuste sazonal. Sem o ajuste, demonstrou queda de 6,13 %. Essa oscilação do produto no mercado, segundo a ABPO, pode ser explicada pela variação da quantidade de dias úteis. Em março foram 27 dias ao todo. Já em abril, foram 23, o que significa menos tempo para produção. “Em dias úteis trabalhados o resultado de abril foi 10% maior que o de março”, ressalta comunicado da entidade.
O aumento da produção no mês de abril de 2012 deve-se aos elementos que contribuem positivamente para este cenário como queda do desemprego, alta da renda da população, baixa inflação, juros menores e o câmbio favorecido, conforme informou o presidente da ABPO, Ricardo Trombini. “Reforço a necessidade e dependência de um câmbio favorável para que a produção dos segmentos não duráveis e duráveis sejam viabilizados em nosso país”, diz o executivo.
A produção é voltada para embalagens de transporte, sendo que o foco é a indústria de manufaturados interna. A meta do setor é desenvolver produtos que possam substituir alternativas atuais como o isopor, plástico e madeira. “Nosso segmento tem vantagens comparativas e competitivas importantes a outras soluções de embalagens”. Para Trombini, a sustentabilidade econômica e ambiental do setor tem suportado esta tendência, a exemplo do mercado hortifruticula.
Fonte: CeluloseOnline
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