Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Sem fiscalização, norte de MT sofre com queimadas
Nos últimos dias respirar ar de boa qualidade em Sinop tem sido bem difícil. É que o índice de fumaça aumentou consideravelmente e pode ser visto a olho nu quando o sol mais parece uma bola de fogo escondida atrás da densa nuvem de fumaça. Os proprietários de áreas rurais não estão respeitando as leis ambientais e estão colocando fogo nas matas em pela época de proibição.
O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) de Sinop sabe que as queimadas estão sendo feitas mas a falta de condições em combater as queimadas está limitando a ação dos fiscais em apenas aplicar multas. Sem as aeronaves prometidas para a região pelo próprio órgão, o trabalho tem que ser feito por terra o que leva tempo para chegar até o local da queima. Com isso sobra tempo para os infratores escaparem dos fiscais. “Geralmente essas queimadas são feitas 30, 40 km e os proprietários aproveitam à noite ou a madrugada para atear fogo. Com isso há tempo suficiente para fugir”, explicou Sebastião Crisóstomo Barbosa, chefe de fiscalização do Ibama em Sinop. “Até que as equipes cheguem no local a queimada já está sendo feita e o dono sumiu”, completou.
Sebastião disse que a prática da queimada nesta época do ano, além de resultar em multas e processos junto ao Ministério Público, o dono da área pode ir parar atrás das grades. “Ele está cometendo um crime ambiental e pode ser preso se for pego em flagrante. Mas como são espertos fazem as queimadas em horários para que haja tempo para fugir”, assinalou. O chefe de fiscalização disse que as equipes estão no campo e multando quem está queimando depois de feita a identificação. “Como sabem que as aeronaves não vieram estão aproveitando para queimar. Se tivéssemos esses helicópteros com certeza poderíamos combater de forma mais rápida as queimas e a situação poderia estar bem melhor”, destacou.
Sebastião Crisóstomo não sabe por que os 3 helicópteros prometidos desde o início da proibição ainda não chegaram. A justificativa dada pelo órgão em Brasília responsável pela locação é que o processo ainda está em andamento. As aeronaves iriam ficar em três bases: Sinop, Alta Floresta e Apiacás. O período de proibição começou no dia 15 de julho e faltam apenas 20 dias para terminar e até hoje nem sinal dos helicópteros.
Fonte: 24 Horas News – 25/08/2004
O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) de Sinop sabe que as queimadas estão sendo feitas mas a falta de condições em combater as queimadas está limitando a ação dos fiscais em apenas aplicar multas. Sem as aeronaves prometidas para a região pelo próprio órgão, o trabalho tem que ser feito por terra o que leva tempo para chegar até o local da queima. Com isso sobra tempo para os infratores escaparem dos fiscais. “Geralmente essas queimadas são feitas 30, 40 km e os proprietários aproveitam à noite ou a madrugada para atear fogo. Com isso há tempo suficiente para fugir”, explicou Sebastião Crisóstomo Barbosa, chefe de fiscalização do Ibama em Sinop. “Até que as equipes cheguem no local a queimada já está sendo feita e o dono sumiu”, completou.
Sebastião disse que a prática da queimada nesta época do ano, além de resultar em multas e processos junto ao Ministério Público, o dono da área pode ir parar atrás das grades. “Ele está cometendo um crime ambiental e pode ser preso se for pego em flagrante. Mas como são espertos fazem as queimadas em horários para que haja tempo para fugir”, assinalou. O chefe de fiscalização disse que as equipes estão no campo e multando quem está queimando depois de feita a identificação. “Como sabem que as aeronaves não vieram estão aproveitando para queimar. Se tivéssemos esses helicópteros com certeza poderíamos combater de forma mais rápida as queimas e a situação poderia estar bem melhor”, destacou.
Sebastião Crisóstomo não sabe por que os 3 helicópteros prometidos desde o início da proibição ainda não chegaram. A justificativa dada pelo órgão em Brasília responsável pela locação é que o processo ainda está em andamento. As aeronaves iriam ficar em três bases: Sinop, Alta Floresta e Apiacás. O período de proibição começou no dia 15 de julho e faltam apenas 20 dias para terminar e até hoje nem sinal dos helicópteros.
Fonte: 24 Horas News – 25/08/2004
Fonte:
Notícias em destaque
Pesquisadores desenvolvem “novo cimento” a partir de resíduos da indústria de celulose e concreto produzido com caroços de açaí e pneus descartados, reduzindo os impactos ambientais sem comprometer os padrões exigidos pela construção civil
Pesquisas sobre cimento sustentável utilizam resíduos de celulose, açaí e pneus para reduzir emissões de...
(TECNOLOGIA)
Expansão da gestão florestal sustentável
O Relatório Global de Metas Florestais das Nações Unidas de 2026 mostra que a área florestal mundial diminuiu em mais...
(SETOR FLORESTAL)
Com queda nas exportações para os Estados Unidos, indústria moveleira da Serra teme nova sobretaxa
Uruguai passou a ser o principal mercado do polo moveleiro
Fortemente impactado pelo tarifaço dos Estados Unidos no ano passado, o polo...
(MERCADO)
Exportações de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) diminuíram 1,8 por cento em valor em comparação com abril de 2025
Em abril de 2026, as exportações de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) diminuíram 1,8% em valor em...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Projeto transforma tampinhas de plástico e serragem em fôrmas temporárias, reduzindo toneladas de madeira descartada, aproveitando resíduos domésticos e promovendo construção mais sustentável com menor impacto ambiental e maior reaproveitamento de materia
Antes de existir uma parede de concreto, existe uma forma que pode virar lixo. As fôrmas temporárias moldam o concreto fresco...
(TECNOLOGIA)
Cultivar de eucalipto adaptada ao frio é apresentada em dia de campo no Paraná
Produtores, viveiristas, técnicos e representantes do setor florestal participaram, em 28/05, de um dia de campo para conhecer a cultivar...
(EVENTOS)














