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Notícias
24
mai
2012
(MÓVEIS)
Nova classe média movimenta mercado moveleiro
O perfil econômico do Brasil mudou e fez com que os mais diferentes setores se adequassem às mudanças.
Um movimento discreto, iniciado em meados da década passada, possibilitou o aumento da renda e acesso ao crédito fácil para mais de 100 milhões de brasileiros - ou 52% da população, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). São estas pessoas que hoje movimentam a economia. O programa habitacional do governo federal Minha Casa Minha Vida, destinado a cidadãos com renda entre três e dez salários mínimos, consolidou a importância desse grupo no mercado. De olho neste segmento está o setor moveleiro, que está adequando-se para atender o novo perfil de clientes.
Afinal, estas pessoas estão, cada vez mais, adquirindo a casa ou apartamento próprio e precisam mobiliá-los. "Eu diria que este é o atual desafio de mercado no Brasil. A maior parte da população está nesta faixa de renda e movimenta a economia do país. Vários setores como da construção civil já se adequaram a esta nova demanda e o moveleiro ainda precisa se organizar. É preciso atenção e integração por parte do designer, do fabricante, do distribuidor e, porque não, das construtoras, para que a demanda seja atendida", comentou o design argentino, Christian Ullmann, especialista em design sustentável, pesquisador do Núcleo de Design & Sustentabilidade da Universidade Federal do Paraná, premiado no Brasil e no exterior.
Ele esteve em Sorocaba na semana passada, quando desenvolveu a palestra "Design de Mobiliário para a nova classe média" na Universidade de Sorocaba (Uniso) - por meio de uma parceria entre o curso de Design com o Sebrae local. Segundo o coordenador do curso de Design, Marcelo Silvani, a vinda do especialista para Sorocaba fez parte da proposta de instigar a reflexão no setor local. "O design nasceu com o objetivo de transformar um desejo, um estilo em realidade. Mas há uma fatia no mercado que tem gosto pelos produtos e está adquirindo, é exigente. Porque não criarmos então para esta classe? É preciso rever os conceitos, a forma de pensar. O mercado é tão crescente que logo falaremos de design para as classes D e E", avisou.
Um movimento discreto, iniciado em meados da década passada, possibilitou o aumento da renda e acesso ao crédito fácil para mais de 100 milhões de brasileiros - ou 52% da população, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). São estas pessoas que hoje movimentam a economia. O programa habitacional do governo federal Minha Casa Minha Vida, destinado a cidadãos com renda entre três e dez salários mínimos, consolidou a importância desse grupo no mercado. De olho neste segmento está o setor moveleiro, que está adequando-se para atender o novo perfil de clientes.
Afinal, estas pessoas estão, cada vez mais, adquirindo a casa ou apartamento próprio e precisam mobiliá-los. "Eu diria que este é o atual desafio de mercado no Brasil. A maior parte da população está nesta faixa de renda e movimenta a economia do país. Vários setores como da construção civil já se adequaram a esta nova demanda e o moveleiro ainda precisa se organizar. É preciso atenção e integração por parte do designer, do fabricante, do distribuidor e, porque não, das construtoras, para que a demanda seja atendida", comentou o design argentino, Christian Ullmann, especialista em design sustentável, pesquisador do Núcleo de Design & Sustentabilidade da Universidade Federal do Paraná, premiado no Brasil e no exterior.
Ele esteve em Sorocaba na semana passada, quando desenvolveu a palestra "Design de Mobiliário para a nova classe média" na Universidade de Sorocaba (Uniso) - por meio de uma parceria entre o curso de Design com o Sebrae local. Segundo o coordenador do curso de Design, Marcelo Silvani, a vinda do especialista para Sorocaba fez parte da proposta de instigar a reflexão no setor local. "O design nasceu com o objetivo de transformar um desejo, um estilo em realidade. Mas há uma fatia no mercado que tem gosto pelos produtos e está adquirindo, é exigente. Porque não criarmos então para esta classe? É preciso rever os conceitos, a forma de pensar. O mercado é tão crescente que logo falaremos de design para as classes D e E", avisou.
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul
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