Voltar
Notícias
24
mai
2012
(MADEIRA E PRODUTOS)
Produção de seringueira terá controle de qualidade
O diretor do Escritório de Defesa Agropecuária (EDA) de Barretos, Paulo Fernando de Brito, informou que vai ser encaminhado à secretária de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Mônika Bergamaschi, a proposta para regulamentação de medidas fitossanitárias que vão reger a produção de mudas de seringueira em São Paulo.
O texto propõe testes para comprovação genética de sementes, porta-enxertos e borbulhas, além da obrigatoriedade de produção de mudas em substrato e sobre bancadas suspensas.
A expansão da heveicultura no Estado de São Paulo fez com que a produção de mudas de seringueira se tornasse uma negócio lucrativo. Com isso, apareceram vários viveiros oferecendo mudas sem qualquer tipo de rastreabilidade que permitisse comprovar a qualidade do produto.
Brito afirmou que a proposta que será encaminhada na próxima semana àquela Secretaria e visa instituir algum controle das mudas produzidas no Estado de São Paulo. “Basicamente vamos exigir cadastro do viveiro, rastreabilidade completa da produção de muda desde origem da semente, jardim clonal, talvez o pior problema de produção de mudas de seringueira do Estado, para saber a origem e qualidade das borbulhas.”
A discussão sobre questões sanitárias na heveicultura é antiga e ganhou destaque depois que um seringal “adulto”, na região Centro-Oeste, apresentou queda de produção supostamente causada por ataque de nematóides. Em novembro do ano passado, a EDA de Barretos promoveu evento para discutir o assunto.
Segundo Brito, atualmente se usa para a produção de seringueiras, sementes e borbulhas de várias origem e, muitas delas, apresentam péssima qualidade e nem sempre correspondem à mercadoria que está sendo vendida. Como o início da extração de látex ocorre em pelo sete anos, utilização de material inadequado implica prejuízos enormes para os agricultures.
O diretor da EDA de Barretos afirmou que as medidas que devem ser implementadas por resolução da SAA tem por finalidade assegurar a sanidade das mudas. Brito admitiu que existe discussão grande sobre o possível efeito de nematóide na produção do seringal. “A pesquisa é quem vai dar uma resposta no futuro.
Estamos estudando a situação, mas antes disso, como órgão de defesa agropecuária, não queremos que o problema de nematóide seja disseminado pelo Estado.” A proposta prevê prazo de seis meses para entrar em vigor a partir da publicação da resolução. Trata-se de um prazo para os produtores de mudas se adequarem. “Em relação às bancadas suspensas e ao exame de nematóide estamos propondo prazo de dois anos para adequação.”
O texto propõe testes para comprovação genética de sementes, porta-enxertos e borbulhas, além da obrigatoriedade de produção de mudas em substrato e sobre bancadas suspensas.
A expansão da heveicultura no Estado de São Paulo fez com que a produção de mudas de seringueira se tornasse uma negócio lucrativo. Com isso, apareceram vários viveiros oferecendo mudas sem qualquer tipo de rastreabilidade que permitisse comprovar a qualidade do produto.
Brito afirmou que a proposta que será encaminhada na próxima semana àquela Secretaria e visa instituir algum controle das mudas produzidas no Estado de São Paulo. “Basicamente vamos exigir cadastro do viveiro, rastreabilidade completa da produção de muda desde origem da semente, jardim clonal, talvez o pior problema de produção de mudas de seringueira do Estado, para saber a origem e qualidade das borbulhas.”
A discussão sobre questões sanitárias na heveicultura é antiga e ganhou destaque depois que um seringal “adulto”, na região Centro-Oeste, apresentou queda de produção supostamente causada por ataque de nematóides. Em novembro do ano passado, a EDA de Barretos promoveu evento para discutir o assunto.
Segundo Brito, atualmente se usa para a produção de seringueiras, sementes e borbulhas de várias origem e, muitas delas, apresentam péssima qualidade e nem sempre correspondem à mercadoria que está sendo vendida. Como o início da extração de látex ocorre em pelo sete anos, utilização de material inadequado implica prejuízos enormes para os agricultures.
O diretor da EDA de Barretos afirmou que as medidas que devem ser implementadas por resolução da SAA tem por finalidade assegurar a sanidade das mudas. Brito admitiu que existe discussão grande sobre o possível efeito de nematóide na produção do seringal. “A pesquisa é quem vai dar uma resposta no futuro.
Estamos estudando a situação, mas antes disso, como órgão de defesa agropecuária, não queremos que o problema de nematóide seja disseminado pelo Estado.” A proposta prevê prazo de seis meses para entrar em vigor a partir da publicação da resolução. Trata-se de um prazo para os produtores de mudas se adequarem. “Em relação às bancadas suspensas e ao exame de nematóide estamos propondo prazo de dois anos para adequação.”
Fonte: diarioweb.com.br
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















