Voltar
Notícias
21
mai
2012
(GERAL)
Sinop: sindicato não descarta negociar direto com madeireiras aumento para funcionários
O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário (Siticom) não descarta a alternativa de tratar os reajustes salariais para os trabalhadores das madeireiras direto com as empresas. "Há muita divergência do que o Sindusmad (sindicato das madeireiras) apresenta e o que verificamos com as empresas. Elas têm interesse em pagar mais. Se a gente perceber que vai demorar, nós partiremos para o Ministério do Trabalho e também diretamente com as empresas", explicou, ao Só Notícias, o presidente Eder Pessine. A primeira rodada formal de negociações, na última semana, não teve avanços e um novo encontro deverá ocorrer entre as duas categorias, após consultas do Sindicato dos Trabalhadores perante suas bases.
O pedido dos trabalhadores é de 16% de reajuste para aqueles que já estão em atividade e também mudança nos pisos salariais: R$ 857,12 para trabalhador braçal (nível 1); R$ 966,65 para auxiliares (nível 2), R$ 1.076,16 para operador de máquinas (nível 3); R$ 1.248,30 para motorista (que segue junto com pedido de desmembramento do nível 3) e R$ 1,4 mil para chefe de encarregado (nível 4). A categoria pede ainda por cesta básica mensal no valor mínimo de R$ 120, anuênio (adicional por tempo de serviço) de 1% e Programa de Participação nos Lucros ou resultados (PLR).
A contraproposta do Sindusmad é de 8%. O percentual vale também para os pisos, que ficam os seguintes: de R$ 657 para nível 1, R$ 722 para nível 2, R$ 780 para nível 3 (sem separação entre operador de máquinas e motorista) e R$ 810 para nível 4. Conforme o Siticom, não houve propostas para as cláusulas referentes a cesta básica, anuênio e PLR.
Na última semana, Eder apontou que os profissionais das madeireiras estão procurando melhores condições no ramo da construção civil. Atualmente, incluindo os municípios de Itaúba e Cláudia, há cerca de 2 mil trabalhadores no setor madeireiro.
Conforme Só Notícias informou, outra discussão de reajuste salarial em trâmite é no setor da construção civil, cuja reunião está programada para dia 28 (segunda-feira), no Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), em Cuiabá. Para estes, o pedido de reajuste é de 20% nos salários. Já os novos pisos negociados são os seguintes: R$ 1,1 mil para trabalhador braçal; R$ 1,5 mil para pedreiros, carpinteiros e encanadores; R$ 1.724 para encarregados e R$ 2,5 mil para mestre de obras. Outro pedido é cesta básica no valor de R$ 300.
O pedido dos trabalhadores é de 16% de reajuste para aqueles que já estão em atividade e também mudança nos pisos salariais: R$ 857,12 para trabalhador braçal (nível 1); R$ 966,65 para auxiliares (nível 2), R$ 1.076,16 para operador de máquinas (nível 3); R$ 1.248,30 para motorista (que segue junto com pedido de desmembramento do nível 3) e R$ 1,4 mil para chefe de encarregado (nível 4). A categoria pede ainda por cesta básica mensal no valor mínimo de R$ 120, anuênio (adicional por tempo de serviço) de 1% e Programa de Participação nos Lucros ou resultados (PLR).
A contraproposta do Sindusmad é de 8%. O percentual vale também para os pisos, que ficam os seguintes: de R$ 657 para nível 1, R$ 722 para nível 2, R$ 780 para nível 3 (sem separação entre operador de máquinas e motorista) e R$ 810 para nível 4. Conforme o Siticom, não houve propostas para as cláusulas referentes a cesta básica, anuênio e PLR.
Na última semana, Eder apontou que os profissionais das madeireiras estão procurando melhores condições no ramo da construção civil. Atualmente, incluindo os municípios de Itaúba e Cláudia, há cerca de 2 mil trabalhadores no setor madeireiro.
Conforme Só Notícias informou, outra discussão de reajuste salarial em trâmite é no setor da construção civil, cuja reunião está programada para dia 28 (segunda-feira), no Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), em Cuiabá. Para estes, o pedido de reajuste é de 20% nos salários. Já os novos pisos negociados são os seguintes: R$ 1,1 mil para trabalhador braçal; R$ 1,5 mil para pedreiros, carpinteiros e encanadores; R$ 1.724 para encarregados e R$ 2,5 mil para mestre de obras. Outro pedido é cesta básica no valor de R$ 300.
Fonte: Só Notícias/Karoline Kuhn (foto: Só Notícias/Cleverton Neves/arquivo
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















