Voltar
Notícias
17
mai
2012
(PAPEL E CELULOSE)
Empresas de papel e celulose reduzem consumo de energia
O alto consumo de energia elétrica do segmento de papel e celulose tem consolidado a migração de empresas deste setor ao mercado livre de energia, em função de um aspecto fundamental: redução de até 25% na conta de energia em relação ao mercado cativo. “Se o gasto mensal, por exemplo, for superior a R$ 100 mil, o que representa demanda maior a 500 KW, faz todo o sentido migrar para a energia livre”, analisa Sérgio Costa, diretor da Trade Energy, comercializadora independente com foco nos consumidores livres de energia elétrica.
Dentro do setor de papel e celulose há ainda o nicho de empresas da área eletro-intensiva, composto por um significativo volume de companhias de menor porte, que possuem grande potencial para migrar ao mercado livre. “Entre as vantagens da migração podemos mencionar a gestão eficiente do uso da energia, sem falar da possibilidade de alocar os recursos economizados em outros departamentos, o que poderá impulsionar sua competitividade no segmento”, afirma Costa.
Atualmente, 10% dos clientes da Trade Energy, na área de gestão de contratos, são empresas pertencentes ao setor de papel e celulose, como os grupos Trombini, Iguaçu, Arauco, Berneck, Paema, entre outros. A companhia atua com fontes renováveis de energia, preferencialmente as incentivadas, o que resulta em menores custos de utilização do sistema elétrico (TUSD menor) e destaca sua preocupação com a sustentabilidade.
Dentro do setor de papel e celulose há ainda o nicho de empresas da área eletro-intensiva, composto por um significativo volume de companhias de menor porte, que possuem grande potencial para migrar ao mercado livre. “Entre as vantagens da migração podemos mencionar a gestão eficiente do uso da energia, sem falar da possibilidade de alocar os recursos economizados em outros departamentos, o que poderá impulsionar sua competitividade no segmento”, afirma Costa.
Atualmente, 10% dos clientes da Trade Energy, na área de gestão de contratos, são empresas pertencentes ao setor de papel e celulose, como os grupos Trombini, Iguaçu, Arauco, Berneck, Paema, entre outros. A companhia atua com fontes renováveis de energia, preferencialmente as incentivadas, o que resulta em menores custos de utilização do sistema elétrico (TUSD menor) e destaca sua preocupação com a sustentabilidade.
Fonte: Agência IN
Notícias em destaque
Qual a árvore que dá a madeira mais cara do mundo?
Muita gente pensa que a madeira mais valiosa do mundo é a Dalbergia melanoxylon, conhecida como ébano africano, que pode custar mais...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Madeira mais resistente do mundo é parente de árvore que os brasileiros conhecem muito bem
Existe uma árvore impressionante nas vastas paisagens do norte da Argentina, um símbolo de força e longevidade: chamado de...
(MADEIRA E PRODUTOS)
“Água sólida” ajuda agricultura e reflorestamento a resistirem à seca
Hidrogéis são redes tridimensionais de polímeros com grande capacidade de absorver líquidos, como água, sem se...
(TECNOLOGIA)
Indústria de base florestal: do chão de fábrica à liderança global
País tem todos os elementos para se tornar uma referência global no setor
Depois de anos acompanhando de perto a...
(GERAL)
55 milhões de árvores gigantes estão escondidas na maior floresta do Brasil
Pesquisadores se dedicaram a analisar a distribuição dessas árvores imponentes ao longo da Amazônia brasileira....
(GERAL)
Com 300 caminhões de árvores por dia, 500 toneladas de papelão reciclado e 75 por cento da energia gerada queimando resíduos
Com 300 caminhões de árvores por dia, 500 toneladas de papelão reciclado e 75% da energia gerada queimando resíduos, a...
(PAPEL E CELULOSE)














