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Notícias
10
mai
2012
(GERAL)
Código Florestal alternativo avança no Senado
Os senadores Luiz Henrique (PMDB-SC) e Jorge Viana (PT-AC) protocolaram nesta quarta-feira (9) na presidência do Senado um pedido para tramitação acelerada do projeto de Código Florestal elaborado por eles.
A ideia é ter um texto de “reserva”, que possa preencher as lacunas que ficarão na lei após o veto da presidente Dilma Rousseff a pelo menos uma parte do código aprovado no fim do mês passado.
O requerimento é para que o novo texto tramite simultaneamente em quatro comissões (Agricultura, Constituição e Justiça, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente) de forma terminativa, ou seja, ele poderia ir à Câmara sem passar pelo plenário do Senado.
O senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), virtual relator do projeto, reuniu-se nesta quarta-feira com o deputado Paulo Piau (PMDB-MG), relator na Câmara. Segundo Rollemberg, os deputados “se deram conta de que entraram numa sinuca de bico”, ou seja, de que a bancada ruralista exagerou nas concessões ao agronegócio e que podem perder as conquistas negociadas com o veto presidencial.
“Para derrubar o veto, seria necessário maioria absoluta na Câmara e no Senado, e o Senado dificilmente derrubaria”, disse Rollemberg.
Segundo ele, o projeto seria construído de forma sincronizada com o Planalto, assim que Dilma decidir que pontos deve vetar.
“Há sinalização de um ambiente favorável à construção de uma alternativa política.”
A ideia é ter um texto de “reserva”, que possa preencher as lacunas que ficarão na lei após o veto da presidente Dilma Rousseff a pelo menos uma parte do código aprovado no fim do mês passado.
O requerimento é para que o novo texto tramite simultaneamente em quatro comissões (Agricultura, Constituição e Justiça, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente) de forma terminativa, ou seja, ele poderia ir à Câmara sem passar pelo plenário do Senado.
O senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), virtual relator do projeto, reuniu-se nesta quarta-feira com o deputado Paulo Piau (PMDB-MG), relator na Câmara. Segundo Rollemberg, os deputados “se deram conta de que entraram numa sinuca de bico”, ou seja, de que a bancada ruralista exagerou nas concessões ao agronegócio e que podem perder as conquistas negociadas com o veto presidencial.
“Para derrubar o veto, seria necessário maioria absoluta na Câmara e no Senado, e o Senado dificilmente derrubaria”, disse Rollemberg.
Segundo ele, o projeto seria construído de forma sincronizada com o Planalto, assim que Dilma decidir que pontos deve vetar.
“Há sinalização de um ambiente favorável à construção de uma alternativa política.”
Fonte: Claudio Angelo/ Folha.com
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