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Notícias
09
mai
2012
(DESMATAMENTO)
Desmatamento pode ter relação com aumento de casos de alergias
A perda da biodiversidade pode contribuir para o aumento de casos de alergias e doenças inflamatórias, como a asma, entre pessoas que vivem em cidades, segundo estudo publicado nesta terça-feira (8), na revista científica “PNAS”, da Academia Americana de Ciências.
Isso acontece porque moradores dessas regiões teriam menores quantidades de uma bactéria na pele que tem função antialérgica natural.
Ao analisarem 118 jovens de diferentes áreas do leste da Finlândia, os autores do estudo realizado pela Universidade de Helsinki descobriram que os participantes que moravam em fazendas ou próximos a florestas tinham maior diversidade de bactérias em suas peles e menor sensibilidade alérgica do que os que moravam em áreas com menor diversidade ambiental, como áreas urbanas ou próximas ao mar ou lagos.
Os moradores das áreas mais povoadas, ao contrário, mostraram ser mais suscetíveis a reações alérgicas por terem menos exemplares da bactéria.
Estudos anteriores indicam que micróbios que se instalam na pele, nas vias aéreas e na garganta protegem contra problemas inflamatórios, mas pouco era sabido acerca dos fatores ambientais que influenciavam esses microorganismos.
A descoberta sugere que o aumento da prevalência das doenças inflamatórias pode ser associado com a mudança da biodiversidade e da ausência dessa bactéria na pele.
Isso acontece porque moradores dessas regiões teriam menores quantidades de uma bactéria na pele que tem função antialérgica natural.
Ao analisarem 118 jovens de diferentes áreas do leste da Finlândia, os autores do estudo realizado pela Universidade de Helsinki descobriram que os participantes que moravam em fazendas ou próximos a florestas tinham maior diversidade de bactérias em suas peles e menor sensibilidade alérgica do que os que moravam em áreas com menor diversidade ambiental, como áreas urbanas ou próximas ao mar ou lagos.
Os moradores das áreas mais povoadas, ao contrário, mostraram ser mais suscetíveis a reações alérgicas por terem menos exemplares da bactéria.
Estudos anteriores indicam que micróbios que se instalam na pele, nas vias aéreas e na garganta protegem contra problemas inflamatórios, mas pouco era sabido acerca dos fatores ambientais que influenciavam esses microorganismos.
A descoberta sugere que o aumento da prevalência das doenças inflamatórias pode ser associado com a mudança da biodiversidade e da ausência dessa bactéria na pele.
Fonte: Globo Natureza
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