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Notícias
04
mai
2012
(GERAL)
ADM inicia plantio de palma no Pará
A ADM (Archer Daniels Midland) iniciou este mês o plantio de palma no Pará por meio de uma parceria com agricultores familiares. A primeira fase desse projeto, que já conta com a adesão de 115 famílias de produtores rurais que possuem o DAP (Declaração de Aptidão ao PRONAF), vai contemplar uma área de mais de 1,3 mil hectares situada nos municípios de São Domingos do Capim, Irituia, Mãe do Rio e São Miguel do Guamá.
Além de contribuir para a diversificação do portfólio de produtos da ADM no Brasil, a iniciativa visa proporcionar às famílias uma fonte complementar de renda a longo prazo, visto que a palma é uma cultura perene e produz por anos após o plantio. A estimativa é que cada família obtenha uma produtividade de aproximadamente 25 toneladas por hectare anualmente. Aliado a isso, a companhia prevê a instalação de uma fábrica de processamento de palma, que deve entrar em operação em 2015 e terá capacidade para esmagar 60 toneladas de óleo de palma por hora.
“Somos responsáveis pelo fornecimento das mudas e prestaremos assistência técnica permanente aos produtores, promovendo ainda treinamentos sobre práticas de cultivo sustentável”, explica Diego di Martino, gerente de desenvolvimento e projetos da ADM, ao destacar que a companhia tem uma equipe de técnicos que auxiliam os produtores e garante a compra de toda a produção das famílias integrantes do projeto.
A ADM, com ajuda da Ecodendê e da EMATER-Pará, também foi responsável por selecionar e cadastrar cada produtor, e atuou como intermediária junto à FETAGRI (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Pará) e ao BASA – Banco da Amazônia, que concedeu às famílias crédito dentro das linhas do Pronaf Ecodendê. “Os financiamentos à conta de recursos da linha FNO Pronaf Econdendê constituem-se em uma importante ferramenta de combate à pobreza no campo, gerando e distribuindo renda onde se concentram as maiores desigualdades financeiras”, comenta Luiz Euclides Barros Feio, superintendente regional do BASA no Pará.
A integração com a ADM, através do Convênio de Cooperação Técnica com a Ecodendê, permitiu ao BASA avançar no programa, essencialmente nos municípios de São Domingos do Capim, Mãe do Rio e São Miguel do Guamá, com a injeção na economia destes municípios de valores que chegam a R$ 13,760 milhões, no calendário safra 2011/ 2012. “Isso faz a economia local se movimentar com a aquisição de insumos, combustíveis, mudas, serviços de mecanização agrícola, salários etc., que refletem na melhoria da qualidade de vida das pessoas”, acrescenta Feio.
Para Paulo Cunha, delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a ADM está oferecendo aos agricultores familiares a possibilidade de, por meio do cultivo da palma, usufruir também dos ganhos financeiros com o biodiesel, ajudando na dinamização do meio rural paraense. “A inserção do agricultor familiar nessa cadeia produtiva cria uma nova oportunidade de renda e trabalho para o pequeno agricultor”, destaca.
O presidente da FETAGRI, Carlos Augusto Santos Silva, avalia a importância de iniciativas como a da ADM para o desenvolvimento do meio rural paraense. “É fundamental que as empresas tenham como foco a compra de matéria-prima da agricultura familiar. Além disso, por ser a palma uma cultura nova do ponto de vista agrícola, a prestação de assistência técnica permanente e de qualidade aos produtores é indispensável”.
Como membro da Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável (RSPO), a ADM está cumprindo com as orientações e processos estabelecidos pela associação, bem como em consonância com as diretrizes dos órgãos ambientais locais, para o plantio da palma no Brasil. “Acreditamos que o estado do Pará tem um potencial enorme para a disseminação dessa cultura de maneira sustentável e ao mesmo tempo rentável”, diz Sidney Rosa, da Secretaria do Estado do Pará.
“A importância da chegada de projetos de óleo de palma ao Pará vem ao encontro dos anseios dos agricultores familiares que buscam melhor qualidade de vida e trazem ao Estado o desenvolvimento econômico, integrando atividade de caráter permanente ao meio rural”, conclui Cleide Amorim, presidente da EMATER-Pará.
Além de contribuir para a diversificação do portfólio de produtos da ADM no Brasil, a iniciativa visa proporcionar às famílias uma fonte complementar de renda a longo prazo, visto que a palma é uma cultura perene e produz por anos após o plantio. A estimativa é que cada família obtenha uma produtividade de aproximadamente 25 toneladas por hectare anualmente. Aliado a isso, a companhia prevê a instalação de uma fábrica de processamento de palma, que deve entrar em operação em 2015 e terá capacidade para esmagar 60 toneladas de óleo de palma por hora.
“Somos responsáveis pelo fornecimento das mudas e prestaremos assistência técnica permanente aos produtores, promovendo ainda treinamentos sobre práticas de cultivo sustentável”, explica Diego di Martino, gerente de desenvolvimento e projetos da ADM, ao destacar que a companhia tem uma equipe de técnicos que auxiliam os produtores e garante a compra de toda a produção das famílias integrantes do projeto.
A ADM, com ajuda da Ecodendê e da EMATER-Pará, também foi responsável por selecionar e cadastrar cada produtor, e atuou como intermediária junto à FETAGRI (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Pará) e ao BASA – Banco da Amazônia, que concedeu às famílias crédito dentro das linhas do Pronaf Ecodendê. “Os financiamentos à conta de recursos da linha FNO Pronaf Econdendê constituem-se em uma importante ferramenta de combate à pobreza no campo, gerando e distribuindo renda onde se concentram as maiores desigualdades financeiras”, comenta Luiz Euclides Barros Feio, superintendente regional do BASA no Pará.
A integração com a ADM, através do Convênio de Cooperação Técnica com a Ecodendê, permitiu ao BASA avançar no programa, essencialmente nos municípios de São Domingos do Capim, Mãe do Rio e São Miguel do Guamá, com a injeção na economia destes municípios de valores que chegam a R$ 13,760 milhões, no calendário safra 2011/ 2012. “Isso faz a economia local se movimentar com a aquisição de insumos, combustíveis, mudas, serviços de mecanização agrícola, salários etc., que refletem na melhoria da qualidade de vida das pessoas”, acrescenta Feio.
Para Paulo Cunha, delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a ADM está oferecendo aos agricultores familiares a possibilidade de, por meio do cultivo da palma, usufruir também dos ganhos financeiros com o biodiesel, ajudando na dinamização do meio rural paraense. “A inserção do agricultor familiar nessa cadeia produtiva cria uma nova oportunidade de renda e trabalho para o pequeno agricultor”, destaca.
O presidente da FETAGRI, Carlos Augusto Santos Silva, avalia a importância de iniciativas como a da ADM para o desenvolvimento do meio rural paraense. “É fundamental que as empresas tenham como foco a compra de matéria-prima da agricultura familiar. Além disso, por ser a palma uma cultura nova do ponto de vista agrícola, a prestação de assistência técnica permanente e de qualidade aos produtores é indispensável”.
Como membro da Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável (RSPO), a ADM está cumprindo com as orientações e processos estabelecidos pela associação, bem como em consonância com as diretrizes dos órgãos ambientais locais, para o plantio da palma no Brasil. “Acreditamos que o estado do Pará tem um potencial enorme para a disseminação dessa cultura de maneira sustentável e ao mesmo tempo rentável”, diz Sidney Rosa, da Secretaria do Estado do Pará.
“A importância da chegada de projetos de óleo de palma ao Pará vem ao encontro dos anseios dos agricultores familiares que buscam melhor qualidade de vida e trazem ao Estado o desenvolvimento econômico, integrando atividade de caráter permanente ao meio rural”, conclui Cleide Amorim, presidente da EMATER-Pará.
Fonte: G.P. COMUNICAÇÃO
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