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Notícias
04
mai
2012
(IBAMA)
Empresas que derrubavam castanheiras para comercializar a madeira têm atividades suspensas pelo Ibama
Três madeireiras que mantinham atividades no município de Novo Repartimento, no Pará, tiveram as atividades suspensas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama). Os fiscais ambientais que estão no sudeste do estado para combater o desmatamento ilegal na região flagraram as empresas derrubando castanheiras, o que é proibido por lei.
“Eles estavam serrando para produzir madeira serrada para ser vendida como tábuas, ripas e vigas. Essas empresas recebem carga irregular, pagam, processam a castanheira e misturam com o produto feito com madeiras legais. Quando emitem a documentação, emitem com o nome do produto legal”, explicou o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama no Pará, Paulo Maués.
Os fiscais apreenderam 235 metros cúbicos de castanheiras em tora e 35 metros cúbicos da madeira já serrada nos pátios das empresas. Mesmo diante do volume que, segundo o órgão, seria suficiente para encher 15 caminhões, Maués ressaltou que esse tipo de crime foi significativamente reduzido na região. “Menos de 10% das madeireiras ainda se arriscam a usar castanheira nos seus pátios”, ressaltou.
A ação contra as madeireiras faz parte da Operação Soberania, que vem sendo feita há 45 dias na região. Neste período, os fiscais do Ibama e alguns policiais do Batalhão Ambiental de Belém, também embargaram 3 mil hectares de áreas de florestas desmatadas ilegalmente nos municípios de Ulianópolis, Dom Eliseu, Rondon do Pará, Pacajá, Novo Repartimento, Portel e Anapu.
“Aplicamos 49 multas que totalizaram R$ 25 milhões. As multas são lavradas individualmente e em função da área de desmatamento ou volume de madeira”, disse . O valor por hectare derrubado é R$ 5 mil, enquanto a multa por metro cúbico de castanheira é R$ 300.
Nas áreas onde a ilegalidade foi identificada em flagrante, os fiscais apreenderam quatro tratores, seis motosserras, um caminhão, 517 metros cúbicos de madeira e 484 metros cúbicos de carvão vegetal. Nos mesmos locais, foram destruídos 50 fornos ilegais.
“Eles estavam serrando para produzir madeira serrada para ser vendida como tábuas, ripas e vigas. Essas empresas recebem carga irregular, pagam, processam a castanheira e misturam com o produto feito com madeiras legais. Quando emitem a documentação, emitem com o nome do produto legal”, explicou o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama no Pará, Paulo Maués.
Os fiscais apreenderam 235 metros cúbicos de castanheiras em tora e 35 metros cúbicos da madeira já serrada nos pátios das empresas. Mesmo diante do volume que, segundo o órgão, seria suficiente para encher 15 caminhões, Maués ressaltou que esse tipo de crime foi significativamente reduzido na região. “Menos de 10% das madeireiras ainda se arriscam a usar castanheira nos seus pátios”, ressaltou.
A ação contra as madeireiras faz parte da Operação Soberania, que vem sendo feita há 45 dias na região. Neste período, os fiscais do Ibama e alguns policiais do Batalhão Ambiental de Belém, também embargaram 3 mil hectares de áreas de florestas desmatadas ilegalmente nos municípios de Ulianópolis, Dom Eliseu, Rondon do Pará, Pacajá, Novo Repartimento, Portel e Anapu.
“Aplicamos 49 multas que totalizaram R$ 25 milhões. As multas são lavradas individualmente e em função da área de desmatamento ou volume de madeira”, disse . O valor por hectare derrubado é R$ 5 mil, enquanto a multa por metro cúbico de castanheira é R$ 300.
Nas áreas onde a ilegalidade foi identificada em flagrante, os fiscais apreenderam quatro tratores, seis motosserras, um caminhão, 517 metros cúbicos de madeira e 484 metros cúbicos de carvão vegetal. Nos mesmos locais, foram destruídos 50 fornos ilegais.
Fonte: Carolina Gonçalves /Agência Brasil
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