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Notícias
03
mai
2012
(TECNOLOGIA)
Corante natural derivado de resíduo de eucalipto apresenta potencial de fixação no tecido tingido de algodão
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Universidade Federal de Uberlândia (UFU) comprovaram potencial de resíduo de eucalipto como corante de tecidos.
Obtido a partir do processo de destilação de óleo essencial de Corymbia citriodora (eucalipto), o resíduo revelou um corante renovável e natural. A pesquisa concluiu que o corante tinge algodão e fixa no tecido tingido, mesmo sob ação de lavagem doméstica.
“É requerido estudo posterior para aumento de solidez de cor à luz”, acrescentam os cientistas.
A cor do tecido tingido com o resíduo é bege acinzentado. "Com uso de sais metálicos é possível chegar a cores como ocre e cinza", disse a pesquisadora, Ticiane Rossi, da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ) da USP.
Esta pesquisa derivou da dissertação de mestrado defendida pela pesquisadora e também virou patente.
Com a comprovada fixação no tecido tingido, o corante natural derivado de resíduo de eucalipto pode ser uma alternativa de valorização da floresta e diferenciação dos produtos têxteis, segundo os autores da pesquisa.
Com o uso do resíduo “estaria sendo oferecida a oportunidade para agregar valor à matéria–prima da qual ele é produzido. Como consequência, a floresta estaria sendo valorizada, não apenas para obtenção de óleos essenciais e produção madeireira, mas também como geradora de extratos corantes provenientes de matéria-prima renovável para a indústria têxtil”, explicam os cientistas.
Os autores acrescentam que a recuperação deste resíduo poderia evitar um “indesejável impacto ambiental”, pois este é despejado no solo, por não possuir destinação definida. Para a indústria têxtil, a pesquisa aponta que o corante natural é “uma alternativa natural e sustentável de corantes para diversas finalidades”. E conclui que o corante seria um “fator de diferenciação dos produtos para nichos de mercados, que valorizem o ambiente, a reutilização e reciclagem de materiais, a redução do uso de água, menores riscos de poluição”.
Obtido a partir do processo de destilação de óleo essencial de Corymbia citriodora (eucalipto), o resíduo revelou um corante renovável e natural. A pesquisa concluiu que o corante tinge algodão e fixa no tecido tingido, mesmo sob ação de lavagem doméstica.
“É requerido estudo posterior para aumento de solidez de cor à luz”, acrescentam os cientistas.
A cor do tecido tingido com o resíduo é bege acinzentado. "Com uso de sais metálicos é possível chegar a cores como ocre e cinza", disse a pesquisadora, Ticiane Rossi, da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ) da USP.
Esta pesquisa derivou da dissertação de mestrado defendida pela pesquisadora e também virou patente.
Com a comprovada fixação no tecido tingido, o corante natural derivado de resíduo de eucalipto pode ser uma alternativa de valorização da floresta e diferenciação dos produtos têxteis, segundo os autores da pesquisa.
Com o uso do resíduo “estaria sendo oferecida a oportunidade para agregar valor à matéria–prima da qual ele é produzido. Como consequência, a floresta estaria sendo valorizada, não apenas para obtenção de óleos essenciais e produção madeireira, mas também como geradora de extratos corantes provenientes de matéria-prima renovável para a indústria têxtil”, explicam os cientistas.
Os autores acrescentam que a recuperação deste resíduo poderia evitar um “indesejável impacto ambiental”, pois este é despejado no solo, por não possuir destinação definida. Para a indústria têxtil, a pesquisa aponta que o corante natural é “uma alternativa natural e sustentável de corantes para diversas finalidades”. E conclui que o corante seria um “fator de diferenciação dos produtos para nichos de mercados, que valorizem o ambiente, a reutilização e reciclagem de materiais, a redução do uso de água, menores riscos de poluição”.
Fonte: Indústria Têxtil e do Vestuário
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