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Notícias
25
abr
2012
(GERAL)
Silval sinaliza criação de superintendência do setor florestal
O governador Silval Barbosa (PMDB), recebeu, esta tarde, no Palácio Paiaguás, dirigentes da Federação das Indústrias de Mato Grosso, Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte, demais entidades ligadas ao setor de base florestal cobrando maior estrutura na Secretaria de Meio Ambiente e a criação de uma secretaria específica para atender o setor madeireiro. O presidente da Assembleia Legislativa José Riva (PSD), também participou e reafirmou a Silval a criação da secretaria exclusiva para cuidar do setor. Após ouvir as reivindicações, Silval sinalizou que, por enquanto, pode ser criada uma superintendência já que uma secretaria requer estudos mais aprofundados.
Riva avaliou, através da assessoria, que devido à importância desse setor, o Governo do Estado deve priorizar os investimentos, dando celeridade na liberação de licenças para o manejo florestal, que atualmente, é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). "Questões burocráticas na Sema travam o setor, que é muito importante para a economia do Estado. Defendo que o governo faça investimentos próprios para a questão de floresta", explicou, ao lembrar o grande número de trabalhadores desempregados pela falta de atendimento ágil da pasta.
Com o enxugamento da máquina administrativa, garante Riva, será possível otimizar os recursos e investir no setor ambiental, que pode ser a mola propulsora da economia estadual através do manejo sustentável e do fortalecimento da fiscalização dessas atividades. "O manejo é a medida mais restritiva e que preserva a floresta".
O Sindusmad cobrou que a Sema tenha maior estrutura para analisar os projetos de manejo florestal, cujos despachos estão sendo feito lentamente. Sem os projetos, as madeireiras não podem extrair matéria prima para serem transformadas em madeira serrada ou compensados, além dos derivados. O presidente José Eduardo Pinto expôs, ao Só Notícias, que, até fevereiro, aproximadamente 20 projetos haviam sido autorizados para indústrias em todo o Estado. Um dos últimos levantamentos aponta que seriam necessárias autorizações para 300 manejos/ano visando atender a demanda.
De acordo com informações do Cipem (Centro das Indústrias Exportadoras de Madeira no Estado), o setor de base florestal corresponde a 6% do PIB de Mato Grosso; congrega mais de 1.600 indústrias; consome 3,6 milhões de metros cúbicos de toras por ano; possui 2,6 milhões de hectares de áreas de manejo florestal; transporta 275 mil cargas por ano; o comércio de produtos de madeira realizado por Mato Grosso foi de R$ 4,9 bilhões, entre 2006 e 2009; exporta US$ 185 milhões (média dos últimos 4 anos); consome 95 mil MW de energia elétrica; arrecada R$ 73,2 milhões de impostos e R$ 12,2 milhões para o Fethab; tem um estoque de carbono em florestas manejadas de 676 milhões de toneladas.
Os deputados Percival Muniz, Zeca Vianca e Luciene Bezerra também participaram do encontro com o governador, além do presidente da Fiemt, Jandir Milan e do Sindusmad, José Eduardo Pinto.
Riva avaliou, através da assessoria, que devido à importância desse setor, o Governo do Estado deve priorizar os investimentos, dando celeridade na liberação de licenças para o manejo florestal, que atualmente, é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). "Questões burocráticas na Sema travam o setor, que é muito importante para a economia do Estado. Defendo que o governo faça investimentos próprios para a questão de floresta", explicou, ao lembrar o grande número de trabalhadores desempregados pela falta de atendimento ágil da pasta.
Com o enxugamento da máquina administrativa, garante Riva, será possível otimizar os recursos e investir no setor ambiental, que pode ser a mola propulsora da economia estadual através do manejo sustentável e do fortalecimento da fiscalização dessas atividades. "O manejo é a medida mais restritiva e que preserva a floresta".
O Sindusmad cobrou que a Sema tenha maior estrutura para analisar os projetos de manejo florestal, cujos despachos estão sendo feito lentamente. Sem os projetos, as madeireiras não podem extrair matéria prima para serem transformadas em madeira serrada ou compensados, além dos derivados. O presidente José Eduardo Pinto expôs, ao Só Notícias, que, até fevereiro, aproximadamente 20 projetos haviam sido autorizados para indústrias em todo o Estado. Um dos últimos levantamentos aponta que seriam necessárias autorizações para 300 manejos/ano visando atender a demanda.
De acordo com informações do Cipem (Centro das Indústrias Exportadoras de Madeira no Estado), o setor de base florestal corresponde a 6% do PIB de Mato Grosso; congrega mais de 1.600 indústrias; consome 3,6 milhões de metros cúbicos de toras por ano; possui 2,6 milhões de hectares de áreas de manejo florestal; transporta 275 mil cargas por ano; o comércio de produtos de madeira realizado por Mato Grosso foi de R$ 4,9 bilhões, entre 2006 e 2009; exporta US$ 185 milhões (média dos últimos 4 anos); consome 95 mil MW de energia elétrica; arrecada R$ 73,2 milhões de impostos e R$ 12,2 milhões para o Fethab; tem um estoque de carbono em florestas manejadas de 676 milhões de toneladas.
Os deputados Percival Muniz, Zeca Vianca e Luciene Bezerra também participaram do encontro com o governador, além do presidente da Fiemt, Jandir Milan e do Sindusmad, José Eduardo Pinto.
Fonte: Só Notícias
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