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Notícias
13
abr
2012
(GERAL)
Brasil tem florestas 10 vezes mais produtivas, diz especialista
Nesta quarta feira (11) uma das palestras destaques da programação do Três Lagoas Florestal - 1ª Feira da Cadeia Produtiva da Indústria de Base Florestal Sustentável da região de Três Lagoas foi " O mercado da madeira de reflorestamento no Brasil", com o engenheiro florestal, mestre e doutor em Economia Florestal e articulista do Portal CeluloseOnline, Sebastião Renato Valverde.
O professor traçou um panorama do mercado brasileiro da madeira mostrando suas características técnicas, vantagens competitivas e os riscos que rodeiam este setor, que segundo ele tem grande importância para a economia brasileira.
Valverde disse que economia do setor florestal brasileiro, até o ano de 1965, era pouco expressiva e realizada na sua grande maioria, em pequena escala e em condições de baixo emprego e tecnologia e gestão. "Com a política de incentivos fiscais ao reflorestamento, que vigorou de 1965 a 1988, ocorreu um crescimento significativo da área reflorestada no país", disse.
Hoje, segundo o pesquisador, graças à avançada tecnologia da silvicultural brasileira, a produtividade é ampliada, no mínimo, dez vezes mais do que a de muitos países de clima temperado, muitos deles competidores internacionais. "O rápido crescimento das plantações florestais confere ao país uma vantagem competitiva invejável e assustadora a estes competidores, devido às condições favoráveis de clima, solo, extensão territorial, mão-de-obra, infra-estrutura e capacidade gerencial produtiva", falou.
Sobre as perspectivas do mercado florestal, Valverde comentou que o setor florestal brasileiro está cada vez mais competitivo. Na opinião dele, com a grande demanda é provável que as exportações brasileiras continuem crescendo. O professor salientou que o setor vem fazendo a sua parte, mas que falta uma ajuda do governo brasileiro que tem dificultado com políticas tributárias elevadas."Com o custo Brasil, o setor sofre com a alta carga tributária e juros altos. O Brasil tem uma vocação florestal. Mas o governo teria que dar um suporte para este setor avançar mais", destacou.
O professor traçou um panorama do mercado brasileiro da madeira mostrando suas características técnicas, vantagens competitivas e os riscos que rodeiam este setor, que segundo ele tem grande importância para a economia brasileira.
Valverde disse que economia do setor florestal brasileiro, até o ano de 1965, era pouco expressiva e realizada na sua grande maioria, em pequena escala e em condições de baixo emprego e tecnologia e gestão. "Com a política de incentivos fiscais ao reflorestamento, que vigorou de 1965 a 1988, ocorreu um crescimento significativo da área reflorestada no país", disse.
Hoje, segundo o pesquisador, graças à avançada tecnologia da silvicultural brasileira, a produtividade é ampliada, no mínimo, dez vezes mais do que a de muitos países de clima temperado, muitos deles competidores internacionais. "O rápido crescimento das plantações florestais confere ao país uma vantagem competitiva invejável e assustadora a estes competidores, devido às condições favoráveis de clima, solo, extensão territorial, mão-de-obra, infra-estrutura e capacidade gerencial produtiva", falou.
Sobre as perspectivas do mercado florestal, Valverde comentou que o setor florestal brasileiro está cada vez mais competitivo. Na opinião dele, com a grande demanda é provável que as exportações brasileiras continuem crescendo. O professor salientou que o setor vem fazendo a sua parte, mas que falta uma ajuda do governo brasileiro que tem dificultado com políticas tributárias elevadas."Com o custo Brasil, o setor sofre com a alta carga tributária e juros altos. O Brasil tem uma vocação florestal. Mas o governo teria que dar um suporte para este setor avançar mais", destacou.
Fonte: CeluloseOnline
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