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Notícias
11
abr
2012
(CARBONO)
Volume de carbono negociado deve disparar em 2012
Somando €14,2 bilhões ao longo do primeiro trimestre de 2012, o montante dos mercados de carbono declinou 21% em relação aos últimos três meses de 2011 e 41% quando comparado ao mesmo período do ano passado, declarou a Bloomberg New Energy Finance (BNEF) em análises atualizadas.
Isto é um reflexo da retração em 50% do preço do carbono em relação há um ano, valor que agora está em torno de €6,6/tonelada de dióxido de carbono equivalente (CO2e), o menor já registrado desde que o Esquema de Comércio de Emissões da União Europeia (EU ETS) começou a funcionar.
O início do ano não estava tão negativo para as EUAs, que chegaram a subir 30%, fechando em €9,51 em 27 de fevereiro, impulsionadas pela especulação sobre a retração na oferta destes créditos.
“Ao longo de março, as posições especulativas foram retiradas do mercado ao passo que os traders lucravam e estavam cada vez mais ansiosos no sentido de que a retirada [de EUAs do mercado] ficaria abaixo das expectativas”, explicou a BNEF. Além disso, a disputa pela entrada do setor de aviação no EU ETS também contribuiu para o sentimento negativo do mercado.
Em contraposição, o volume negociado de permissões de emissão (EUAs) e créditos internacionais do Protocolo de Quioto cresceu 17% no primeiro trimestre em comparação a um ano atrás para 2,1 bilhões de toneladas de CO2e, tornando este o primeiro trimestre com maior volume transacionado, declarou a BNEF.
Em relação às Reduções Certificadas de Emissão (RCEs), os volumes negociados também foram altos no primeiro trimestre, com as indústrias buscando beneficiarem-se com os preços baixos.
“O lucro implícito da substituição de uma EUA por uma RCE alcançou €4,51 no contrato para dezembro de 2012 em 7 de fevereiro”, notou a BNEF.
A expectativa da consultoria é de que o volume cresça 39% ao longo do ano, devido ao aumento no número de leilões nacionais sob o esquema europeu de comércio de emissões (EU ETS) e também à expansão das atividades na Califórnia. Portanto, com a ampliação da quantidade disponível de créditos de carbono, a previsão é de que o valor total do mercado caia 7,5% para €85 bilhões.
“A atividade nos mercados de carbono continua em uma trajetória de crescimento em longo prazo... o aumento do volume transacionado ajudará a limitar o impacto das baixas recordes dos preços no valor anual do mercado. Esperamos que o preço médio do carbono (EUAs) fique em €7,5/t ao longo de 2012, em comparação com os €11,2 de 2011”, concluiu a BNEF.
Isto é um reflexo da retração em 50% do preço do carbono em relação há um ano, valor que agora está em torno de €6,6/tonelada de dióxido de carbono equivalente (CO2e), o menor já registrado desde que o Esquema de Comércio de Emissões da União Europeia (EU ETS) começou a funcionar.
O início do ano não estava tão negativo para as EUAs, que chegaram a subir 30%, fechando em €9,51 em 27 de fevereiro, impulsionadas pela especulação sobre a retração na oferta destes créditos.
“Ao longo de março, as posições especulativas foram retiradas do mercado ao passo que os traders lucravam e estavam cada vez mais ansiosos no sentido de que a retirada [de EUAs do mercado] ficaria abaixo das expectativas”, explicou a BNEF. Além disso, a disputa pela entrada do setor de aviação no EU ETS também contribuiu para o sentimento negativo do mercado.
Em contraposição, o volume negociado de permissões de emissão (EUAs) e créditos internacionais do Protocolo de Quioto cresceu 17% no primeiro trimestre em comparação a um ano atrás para 2,1 bilhões de toneladas de CO2e, tornando este o primeiro trimestre com maior volume transacionado, declarou a BNEF.
Em relação às Reduções Certificadas de Emissão (RCEs), os volumes negociados também foram altos no primeiro trimestre, com as indústrias buscando beneficiarem-se com os preços baixos.
“O lucro implícito da substituição de uma EUA por uma RCE alcançou €4,51 no contrato para dezembro de 2012 em 7 de fevereiro”, notou a BNEF.
A expectativa da consultoria é de que o volume cresça 39% ao longo do ano, devido ao aumento no número de leilões nacionais sob o esquema europeu de comércio de emissões (EU ETS) e também à expansão das atividades na Califórnia. Portanto, com a ampliação da quantidade disponível de créditos de carbono, a previsão é de que o valor total do mercado caia 7,5% para €85 bilhões.
“A atividade nos mercados de carbono continua em uma trajetória de crescimento em longo prazo... o aumento do volume transacionado ajudará a limitar o impacto das baixas recordes dos preços no valor anual do mercado. Esperamos que o preço médio do carbono (EUAs) fique em €7,5/t ao longo de 2012, em comparação com os €11,2 de 2011”, concluiu a BNEF.
Fonte: Carbono Brasil
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