Voltar
Notícias
09
abr
2012
(MADEIRA E PRODUTOS)
Laboratório de Produtos Florestais ganha novo prédio para estudo de madeira
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, inaugurou em Brasília, as novas instalações do Laboratório de Produtos Florestais (LPF), do Serviço Florestal Brasileiro, destinado a pesquisas sobre secagem e preservação de madeira, que servem para aumentar a durabilidade do produto e também ao adequado tratamento para sua utilização industrial.
Ao inaugurar o prédio, a ministra Izabella Teixeira lembrou sua passagem pela área do meio ambiente como pesquisadora, já que é bióloga por formação, e trabalhou no mesmo local. Ela chamou antigos colegas para participarem do descerramento da placa de inauguração do prédio e falou da importância de se fortalecer a pesquisa florestal, sobretudo na próxima Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que ocorrerá em junho no Rio de Janeiro.
Segundo a ministra, a presidenta Dilma Rousseff recomendou expressamente que a delegação brasileira se empenhe para a realização de mesas que abordem os temas florestas e águas. Ela ressaltou a importância do LPF para o meio ambiente do país, pois, além de auxiliar no uso sustentável dos recursos florestais, “esse trabalho permite que a fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis [Ibama] saiba que espécie de madeira está sendo objeto de desmatamento ilegal e dessa forma qualificar as infrações”.
Outro ponto mencionado pela ministra é a realização de pesquisas com a madeira que servem para melhorar a qualidade de vida das pessoas, como a de um composto anticancerígeno. Por isso, ressaltou que a finalidade do trabalho desenvolvido pelos pesquisadores é “proteger o homem e o meio ambiente”. Izabella Teixeira incentivou a equipe do Serviço Florestal, dizendo que “o desafio é irmos além do que atingimos”, e que terão o seu apoio.
A secagem é o primeiro passo do tratamento pela qual passa a madeira após a extração, e sua finalidade é torna-la mais resistente à ação do tempo e aos ataques de fungos, principalmente. As pesquisas do LPF contribuem para as indústrias do setor madeireiro e moveleiro com informações sobre o comportamento de diversas espécies de madeira durante a secagem a fim de garantir a qualidade do produto, evitando defeitos como rachaduras e empenamentos.
Outro aspecto importante do trabalho do laboratório é a caracterização tecnológica de 300 espécies nativas pouco conhecidas, principalmente na região amazônica, com a elaboração de programas de secagem e de tratamento de madeira.
Por: Jorge Wamburg
Edição: Aécio Amado
Ao inaugurar o prédio, a ministra Izabella Teixeira lembrou sua passagem pela área do meio ambiente como pesquisadora, já que é bióloga por formação, e trabalhou no mesmo local. Ela chamou antigos colegas para participarem do descerramento da placa de inauguração do prédio e falou da importância de se fortalecer a pesquisa florestal, sobretudo na próxima Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que ocorrerá em junho no Rio de Janeiro.
Segundo a ministra, a presidenta Dilma Rousseff recomendou expressamente que a delegação brasileira se empenhe para a realização de mesas que abordem os temas florestas e águas. Ela ressaltou a importância do LPF para o meio ambiente do país, pois, além de auxiliar no uso sustentável dos recursos florestais, “esse trabalho permite que a fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis [Ibama] saiba que espécie de madeira está sendo objeto de desmatamento ilegal e dessa forma qualificar as infrações”.
Outro ponto mencionado pela ministra é a realização de pesquisas com a madeira que servem para melhorar a qualidade de vida das pessoas, como a de um composto anticancerígeno. Por isso, ressaltou que a finalidade do trabalho desenvolvido pelos pesquisadores é “proteger o homem e o meio ambiente”. Izabella Teixeira incentivou a equipe do Serviço Florestal, dizendo que “o desafio é irmos além do que atingimos”, e que terão o seu apoio.
A secagem é o primeiro passo do tratamento pela qual passa a madeira após a extração, e sua finalidade é torna-la mais resistente à ação do tempo e aos ataques de fungos, principalmente. As pesquisas do LPF contribuem para as indústrias do setor madeireiro e moveleiro com informações sobre o comportamento de diversas espécies de madeira durante a secagem a fim de garantir a qualidade do produto, evitando defeitos como rachaduras e empenamentos.
Outro aspecto importante do trabalho do laboratório é a caracterização tecnológica de 300 espécies nativas pouco conhecidas, principalmente na região amazônica, com a elaboração de programas de secagem e de tratamento de madeira.
Por: Jorge Wamburg
Edição: Aécio Amado
Fonte: Agência Brasil – EBC
Notícias em destaque
Como são feitas as casas coreanas? A engenharia milenar que usa apenas marretadas e encaixes “macho e fêmea” para travar vigas gigantes que resistem a terremotos
A arquitetura oriental fascina o mundo pela sua complexidade e durabilidade, especialmente no estilo Hanok. O processo construtivo dessas...
(TECNOLOGIA)
Esse homem uniu 4 contêineres marítimos para construir uma linda casa de 43 metros quadrados com terraço
Esse projeto impressionante prova que é possível erguer uma residência de alto padrão utilizando apenas quatro...
(GERAL)
Webinar da WMCO explorará mercados e recursos alternativos para exportação de produtos de madeira.
O Cluster de Fabricação de Madeira de Ontário apresentará um webinar intitulado “Mercados e Recursos...
(EVENTOS)
Só marretadas e encaixes “macho e fêmea”, nada de pregos ou fixadores metálicos
Só marretadas e encaixes “macho e fêmea”, nada de pregos ou fixadores metálicos: como são feitas as casas...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Pará pode aumentar exportações em até 50 por cento com novas rotas para o Pacífico, indicam economistas
Infraestrutura logística inédita deve reduzir custos, acelerar o acesso ao mercado asiático e impulsionar setores como...
(MERCADO)
Pinheiro-americano ameaça biodiversidade e recursos hídricos na Serra do Cipó
Pesquisadores da UFMG alertam para o avanço de espécie invasora que aumenta risco de incêndios e prejudica a...
(GERAL)














