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Notícias
06
abr
2012
(CARBONO)
Reino Unido lança fundo de R$ 2,9 bilhões para captura e armazenamento de carbono
O governo britânico divulgou seus planos para tornar o Reino Unido o líder mundial na tecnologia de captura e armazenamento de carbono (CCS). Foram apresentados um roteiro de ações e um novo fundo de £1 bilhão (R$ 2,9 bilhões) com esse objetivo.
O Departamento de Energia e Mudanças Climáticas (DECC) afirma que o CCS é a melhor tecnologia disponível atualmente para diminuir as emissões de gases do efeito estufa do setor elétrico do país, altamente dependente do carvão. Além disso, estima que o CCS vai criar um mercado avaliado em £6,5 bilhões ao ano e possibilitar a geração de 100 mil postos de trabalho até 2020.
“Queremos, em parceria com o setor privado, conquistar a liderança mundial da indústria do CCS, uma tecnologia que pode competir com outras opções de baixo carbono. Assim, nossa geração de energia ficará mais limpa, criaremos empregos e ainda tornaremos o Reino Unido menos dependente de recursos naturais estrangeiros”, afirmou Ed Davey, secretário de Energia e Mudanças Climáticas.
O fundo de £1 bilhão deverá estar disponível a partir de 2016 e promete atender o maior número de projetos possível. A intenção do governo britânico não é custear nenhuma iniciativa por inteiro, mas dar as condições iniciais para que elas saiam do papel.
Além dos recursos do fundo, outros £125 milhões serão destinados nos próximos quatro anos para a pesquisa e desenvolvimento do CCS, incluindo £13 milhões para a criação de um centro de pesquisas na Universidade de Edimburgo.
O roteiro divulgado pelo governo promete também estabelecer uma força-tarefa para estudar a redução de custos da tecnologia.
“Essas medidas somadas representam o maior estímulo à indústria do CCS já realizado por qualquer governo mundial”, declarou Davey.
O anúncio do governo britânico dá mais força à Escócia, que em março divulgou a meta de que todas as suas termoelétricas a carvão devem possuir métodos de captura e armazenamento do carbono instalados até 2025.
Autor: Fabiano Ávila
O Departamento de Energia e Mudanças Climáticas (DECC) afirma que o CCS é a melhor tecnologia disponível atualmente para diminuir as emissões de gases do efeito estufa do setor elétrico do país, altamente dependente do carvão. Além disso, estima que o CCS vai criar um mercado avaliado em £6,5 bilhões ao ano e possibilitar a geração de 100 mil postos de trabalho até 2020.
“Queremos, em parceria com o setor privado, conquistar a liderança mundial da indústria do CCS, uma tecnologia que pode competir com outras opções de baixo carbono. Assim, nossa geração de energia ficará mais limpa, criaremos empregos e ainda tornaremos o Reino Unido menos dependente de recursos naturais estrangeiros”, afirmou Ed Davey, secretário de Energia e Mudanças Climáticas.
O fundo de £1 bilhão deverá estar disponível a partir de 2016 e promete atender o maior número de projetos possível. A intenção do governo britânico não é custear nenhuma iniciativa por inteiro, mas dar as condições iniciais para que elas saiam do papel.
Além dos recursos do fundo, outros £125 milhões serão destinados nos próximos quatro anos para a pesquisa e desenvolvimento do CCS, incluindo £13 milhões para a criação de um centro de pesquisas na Universidade de Edimburgo.
O roteiro divulgado pelo governo promete também estabelecer uma força-tarefa para estudar a redução de custos da tecnologia.
“Essas medidas somadas representam o maior estímulo à indústria do CCS já realizado por qualquer governo mundial”, declarou Davey.
O anúncio do governo britânico dá mais força à Escócia, que em março divulgou a meta de que todas as suas termoelétricas a carvão devem possuir métodos de captura e armazenamento do carbono instalados até 2025.
Autor: Fabiano Ávila
Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais
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