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Madeiras peruanas e exóticas

Quinilla Colorada

Quinilla Colorada Nome cientifíco:
Manikara bidentata (A.DC.) A. Chev.

Outros nomes e Espécies Afins:
Sapotaceae. Manikara balata (Pierre) Dubard; Manilkara balata var. Cruegeri (Piere) Dubard; Manilkara balata var. Gutta (Piere) Dubard; Manilkara balata var. Hartii (Piere) Dubard; Manilkara balata var. melinonis (Piere) Dubard; Manilkara balata var. scomburgkii (Piere) Dubard; Manilkara balata var. sieberi (A de Candolle) Dubard; Manilkara bidentata var. cruegeri (Piere) Chevalier; Manilkara williamsii Standley; Mimusops balata var. Gutta Pierre. Nomes Comuns Perú: Balata pamashto, quinilla, quinilla colorada. Bolivia: Mazaranduba. Colombia: Balata, caimitillo, leche de plátano, nisperillo, níspero, trapichero. Venezuela: Acano, balata, cochinillo, caberu, masaranduba, nisperillo, níspero, níspero montañero, pendare, purguo, purguillo, purgo blanco, purgo morado, purvio. Nome comercial Internacional: Quinilla, Masaranduba, Balata.

Descrição da árvore:
A Quinilla colorada é uma madeira muito pesada, que apresenta contrações lineares baixas e contrações volumétricas moderadamente estáveis.
Sua resistência mecânica se situa na categoria alta

Características da Madeira:
Odor: Distinto agradável durante o serrado
Brilho: Médio a alto
Grão: Entrecruzado
Textura: Média a fina
Figura: Faixas paralelas, arcos sobrepostos

Propriedades Físicas
Densidade básica: 0.87 g/cm3
Contração tangencial: 11.01%
Contração radial: 6.67 %
Contração volumétrica: 15.80%
Relação T/R: 2.20

Região de ocorrência
A espécie existe em quantidades médias na Amazônia do Peru.

Indicações de uso
A madeira pode ser usada em travessas, dormentes, construções pesadas, pontes, postes, pisos, parquet, chapas decorativas, arcos e instrumentos musicais e em tornearia.

Fonte: Tropical Forest
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