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Madeiras brasileiras e exóticas

Pau-de-balsa

Pau-de-balsa

Nome científico
Ochroma pyramidale (Cav. Ex Lam.) Urban. Bombacaceae

Distribuição geográfica

Ocorre nas margens de rios e nos igapós desde o México, Antilhas, América Central, Venezuela e Bolívia. No Brasil Distribui-se pela Amazônia, principalmente Pará e Amazonas.

Denominações Vulgares
Pau de balsa, pau de jangada, pata de lebre, balsa.

Descrição da árvore
Altura comercial (m): 30,0 – alta.
Diâmetro (m): 2,0.
Sapopemas: eventualmente apresentando.
Casca: lisa.
Folhas: Folhas grandes alternas, simples, sub-íntegras ou denteadas, angulosas ou lobadas, palmatinérveas; nervuras impressas na página superior, que é opaca e glabra, e bastante salientes na página inferior que é totalmente coberta por indumento de pelos estrelados, ferrugíneos; pecíolo longo, (30-40 cm) cilíndrico, igualmente piloso. Flores brancas, grandes (25 cm de comprimento) fortemente pediceladas. Fruto cápsula oblonga 5 - angulosa semelhante ao da “sumaúma” (Ceiba pentandra) porém bem mais comprido e delgado, fornecendo paina.

Características da Madeira
Peso específico (g/cm³): 0,13 a 0,20.
Cor do alburno: bege esbranquiçado.
Cor do cerne: bege escuro.
Grã: regular.
Textura: fina
Cheiro e gosto: sem
Trabalhabilidade: bastante fácil de trabalhar.
Poros: visíveis a olho desarmado, pequenos a médios, poucos, solitários ou agrupados, vazios.
Linhas vasculares: visíveis bem demarcadas, altas.
Figura radial: notados à simples vista quando largos ou sob lente (os mais finos).
Figura tangencial: apresentam-se baixos e dispostos de maneira irregular.
Parênquima axial: difícil visualização, composto por células distribuídas irregularmente entre os raios.
Camadas de crescimento: indistintas.

Usos indicados
Brinquedos, isolante térmico e acústico, aeromodelismo.

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