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Madeiras brasileiras e exóticas

Parinari

Parinari

Nome científico
Parinari rodolph Huber Chrisobalanaceae

Distribuição Geográfica

Prolifera nas matas de terra firme ou inundadas periodicamente no Estado do Pará, Amapá e Guianas.

Denominações vulgares
Parinari, macucu farinha seca, macucu.

Descrição da árvore
Altura comercial (m): 40 – alta, volumosa, copa larga.
Casca: rugosa, cinza-escura.
Folhas: rígidas, com pecíolo curto, densamente piloso; lâmina oblongo-elíptica, raro levemente oboval, base obtusa ou arredondada, ápice largo-acuminado, margem sub-revoluta; página superior glabra, freqüentemente lustrosa, inferior com tomento branco e amarelo, nervura primária na página superior impressa, na inferior proeminente com pêlos amarelados; inflorescências terminais em panículas amplas densifloras, com indu-mento de longos pêlos avermelhados. Flores brancas, menores do que os lobos do cálice. Estames, 7 férteis unilaterais 7-8 filamentos estaminoidais opostos à eles. Fruto elipsóide, duro e compacto.

Características da Madeira
Peso específico básico (g/cm³): 0,80 a 0,95
Cor do cerne: amarelado
Grã: regular a revessa
Textura: grossa
Cheiro e gosto: sem
Trabalhabilidade: É relativamente fácil de trabalhar, recebendo acabamento atrativo.
Madeira pesada (g/cm3), cerne; dura, grã; textura; sem cheiro ou gosto.
Poros: visíveis a olho nu, médios a grandes, poucos, solitários, vazios ou obstruídos por tilos.
Linhas vasculares: altas e retilíneas.
Figura radial: muito finos, vistos apenas sob lente.
Figura tangencial: são baixos e distribuídos de maneira irregular.
Parênquima axial: em linhas finas, aproximadas, unindo os poros, formando um retículo com os raios.
Camadas de crescimento: nítidas por zonas de tecido fibroso. Máculas medulares presentes.

Usos indicados
Dormentes, mourões, construção civil e naval, estacas.

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