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Madeiras brasileiras e exóticas

Pau-amarelo

Pau-amarelo Nome Científico:
Euxylophora paraensis Huber Rutaceae

Outro nomes e Espécies Afins:
Amarelão, Amarelinho, Amarelo, Amarelo-Cetim, Cetim, Limãorana, Muiratana, Pau-Cetim, Piquiá-Cetim.

Nomenclatura Estrangeira:
Amarelo (Guianas); Box-wood (Grã-Bretanha); Canary-Wood, Satin-Wood (Inglaterra). Ocorrência:Espécie abundante no Estado do Pará e ilhas do baixo Amazonas.

Características Gerais:
Madeira de cor amarela, textura média e grã regular, com gosto e cheiro indistintos.

Durabilidade Natural:
A madeira do Pau-Amarelo apresenta alta resistência ao ataque de fundos.

Propriedades Físico-Mecânicas:

Densidade de massa aparente (15%) 680 Kg/m3
0,68 g/cm3
Contrações Radial 4,50% -o-
Trangencial 6,10% -o-
Compreensão axial*: Limite de resistência madeira (15%) 70 MPa 711 kgf/cm2
Flexão estática Limite de resistência madeira (15%) 115 MPa 1.176 kgf/cm2
Módulo de elasticidade - verde 9.218 MPa 94.000 kfg/cm2
Dureza Janka - verde - Topo 7.277 N 742 Kg
*compressão paralela às fibras.-Fonte: IPT (1989)

Trabalhabilidade:
Madeira não tratável por soluções preservantes.

Indicações de Uso:
O Pau-amarelo é usado na construção civil pesada externa, assoalhos domésticos, mobiliário de utilidade geral, embarcações, laminados e compensados, cabos de ferramentas e utensílios, artigos de esporte e brinquedos, instrumentos musicais, escadas e na indústria têxtil.

Processamento:
Seu aplainamento, bem como desdobro são considerados regulares, o rendimento em serraria é da ordem de 55%. O torneamento, faqueamento, colagem e aceitação de pregos são fáceis, aceita bem o polimento, apresentando bom acabamento. A secagem é muito rápida, mas apresenta pequena tendência ao torcimento forte.
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