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Madeiras brasileiras e exóticas

Ingá-de-porco

Ingá-de-porco

Família: Fabaceae.

Sinonímias: Inga pedicellaris DC.; Balizia pedicellaris (DC.) Barneby & J.W. Grimes; Feuilleea pedicellaris (DC.) Kuntze; Macrosamanea pedicellaris (DC.) Kleinhoonte; Pithecellobium pedicellare (DC.) Benth.; Samanea pedicellaris (DC.) Killip ex Record.

Nomes populares: Ingá-de-porco, carapatinho, cazenza, escurrega-macaco, favinha, ingá-favo, jaguarana, jucirana-branca, jueirana, mapuxiqui-vermelho, visgueiro.

Características gerais: Cerne/alburno distintos pela cor. Cerne rosado. Sem alteração de cor por foto-oxidação. Limites dos anéis de crescimento distintos. Individualizados por parênquima marginal. Madeira sem brilho nas superfícies longitudinais. Com cheiro imperceptível. Moderadamente dura ao corte transversal manual. Grã entrecruzada ou revessa. Textura média. Figura presente. Causada pelo destaque de linhas vasculares.

Vasos/poros: Presentes. Visíveis apenas com lente de 10x. Diâmetro médio (de 100 a 200μm). De distribuição difusa. Frequência média (de 6 a 30 vasos por 2mm2). Proporções semelhantes de vasos solitários e em múltiplos radiais. Com menos de 4 vasos. Dispostos em padrão não definido. De formato circular a oval. Placas de perfuração observadas com auxílio de lente de 10x. Simples. Vasos desobstruídos.

Parênquima axial: Observado. A olho nu. Paratraqueal; ou em faixas. Paratraqueal vasicêntrico; ou aliforme losangular; ou confluente em trechos curtos oblíquos. Em faixas marginais ou simulando faixas marginais.

Raios: Observados. Apenas com lente de 10x nas duas superfícies. Pouco contrastados na superfície radial. Finos (menor que 100μm de largura). Baixos (menor do que 1mm de altura). Pouco frequentes (de 5 a 10 raios por mm).

Estruturas estratificadas: Ausentes.

Estruturas secretoras: Não observadas.

Variantes cambiais: Não observadas.

Testes químicos e físicos: Teste de cromazurol negativo. Teste de fluorescência positivo. De coloração alaranjada; ou amarelada. Massa específica básica média (de 0,50 a 0,72g/cm3).

Distribuição geográfica: Região norte; ou região sudeste.

Domínio fitogeográfico: Amazônia; ou Cerrado; ou Mata Atlântica.

Status de conservação: Não incluída na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção. Não incluída nos anexos da CITES.

Dados sobre comercialização e uso: Não incluída na lista das 100 espécies nativas mais comercializadas no Brasil em 2008. Não incluída na lista das 100 espécies nativas mais comercializadas no Brasil em 2009.

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