Glossário

Glossário: E

+ E.R. Compressão Paralela
Aplicação de uma quantidade de carga sobre o material, avaliando sua resistência através da força máxima exercida.
+ Ebanesteria
Marcenaria de luxo; para tanto utiliza-se madeira de excelente qualidade para esse fim; originariamente, refere-se aos móveis feitos com madeira do valioso ébano.
+ Ecobatímetro
Instrumento para determinar a profundidade da água em um rio pela medida do tempo decorrido entre a emissão de sinal sonoro e o retorno de seu eco, após reflexão no fundo
+ Ecobiose
Ramo da ecologia que trata das relações do meio físico-químico com os seres vivos
+ Ecodesenvolvimento
Visão moderna do desenvolvimento consorciado com o manejo dos ecossistemas, procurando utilizar os conhecimentos já existentes na região, no âmbito cultural, biológico, ambiental, social e político, evitando-se assim a agressão ao meio ambiente.
+ Ecologia
Ciência que estuda todas as relações entre os organismos atuais e os ambientes envolventes, a distribuição dos organismos nestes ambientes, bem como a natureza das suas interações
+ Ecologia Humana
Divisão da ecologia que considera as relações dos indivíduos e de comunidades humanas com o seu ambiente particular, a nível fisiográfico, ecológico e social.
+ Ecologia Urbana
Estudo do ecossistema urbano.
+ Ecologia VEgetal
Ou fitoecologia, é o ramo da ecologia que enfatiza as relações entre vegetais e o ambiente ou entre as diferentes espécies de uma comunidade sem referência ao ambiente.
+ Ecologista
Termo que designa as pessoas e entidades que se preocupam ativamente em defender a natureza
+ Ecossistema
É uma área limitada onde vive mutuamente uma gama de espécies animais e vegetais
+ Ecossistema Degradado
O mesmo que área degradada
+ Edafológica
É a ciência que estuda os solos. Esta ciência, como tal, compreende todos os métodos para o estudo do solo, suas propriedades e sua classificação.
+ Educação ambiental
processo pelo qual o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, atitudes e competências voltadas à conservação do meio ambiente e sua sustentabilidade.
+ Efeito Ambiental
Resultado das ações positivas ou negativas, diretas ou indiretas no ambiente, ocasionadas pelas atividades antropogênicas.
+ Efeito estufa
é o fenômeno natural de aquecimento da superfície terrestre formado por gazes que permitem a penetração da luz do sol na sua superfície, mas bloqueia a irradiação do calor impedindo seu retorno ao espaço, aumentando desta forma a temperatura da terra. (2) é o aumento de temperatura da atmosfera terrestre em conseqüência da absorção de energia reemitida pela superfície terrestre.
+ Efluente
qualquer líquido que flui de um sistema de coleta, de tratamento ou de disposição final sejam ele de procedência doméstica, agrícola ou industrial.
+ El-Niño
Fenômeno natural e cíclico que reaparece em intervalos irregulares de 3 a 5 anos e que consiste no aquecimento anômalo das águas superficiais do oceano Pacífico equatorial no setor centro-oriental. Resultado de uma interação entre o oceano e a atmosfera, o fenômeno provoca modificação no fluxo de calor o que acarreta fortes alterações nas condições do tempo em várias partes do mundo
+ Eletrodo
Componente de um mediador de umidade da madeira, que nela penetra ou com ela faz contato.
+ Emaginado
Folhas com ápice obtuso ou reto, provido de acentuada incisão.
+ Emassamento
Operação que consiste na aplicação de massa em pequenos defeitos, em painéis, eliminando irregularidades da superfície a ser pintada.
+ Embasamento
dilatação da parte inferior do tronco da árvore.
+ Emenda
Ponto onde duas ou mais peças se unem.
+ Emenda sobreposta
Junção obtida pela sobreposição das duas extremidades da cinta abrasiva
+ Emenda sobreposta com skive
Emenda sobreposta com a remoção da camada abrasiva na região da emenda. Utilizada em operações onde ser evitado o choque da peça trabalhada
+ Emergente
Árvore cuja copa se forma acima do dossel da floresta, portanto mais alta.
+ Empenamento
Deformação que pode sofrer uma peça de madeira pela curvatura de seus eixos longitudinais, tranversais, ou ambos, através da ação da umidade ou do calor. As deformações podem ser encurvamento, arqueamento, encanoamento e torcimento.
+ Empenamento (warp)
Termo genérico relacionado a deformações nas formas iniciais das peças de madeira.
+ Empeno
Deformação que pode sofrer uma peça de madeira pela curvatura de seus eixos longitudinais, tranversais, ou ambos, através da ação da umidade ou do calor. As deformações podem ser encurvamento, arqueamento, encanoamento e torcimento.
+ Empilhamento
Colocação das peças de madeira em pilhas para secagem, estocagem e carregamento, segundo arranjo especial.
+ Empilhamento compacto
Empilhamento em que todas as peças de madeira são sobrepostas horizontalmente, sem intervalo entre as camadas.
+ Empilhamento compacto cruzado
Empilhamento compacto em que as peças são sobrepostas, alternadamente, no sentido longitudinal e transversal.
+ Empilhamento entabicado
Empilhamento das tábuas de madeira que são dispostas em camadas separadas por sarrafos.
+ Empilhamento fechado
Empilhamento em que todas as peças de madeira são sobrepostas horizontalmente, sem intervalo entre as camadas.
+ Emplastamento
Efeito produzido em uma cinta abrasiva, devido ao alojamento entre grãos abrasivos de partículas do material usinado, reduzindo ou impedindo o lixamento.
+ Empolamento
Defeito que ocorre em uma película de linha acabada, caracterizado pela formação de bolhas, contendo sólidos, líquidos ou gases.
+ Empregabilidade
Informa se a madeira pode ser empregável para uso comercial.
+ Encabeçamento
Aplicação de madeira maciça nas extremidades de painéis.
+ Encaixe
União de duas ou mais peças, formando montagens.
+ Encaixe a meia-madeira
Encaixe formando montagens em forma de T, L, Cruz ou lineares.
+ Encaixe fêmea (groove)
Canal produzido na borda ou no topo da peça.
+ Encaixe macho (tongue):
Perfil produzido na borda ou no topo da peça que será encaixado no encaixe fêmea.
+ Encanoamento
É uma deformação da folha de papel, que acontece quando um lado (face), por expansão, é maior que o outro em área.
+ Encanoamento (cup)
Empenamento transversal da face; curvatura através da largura de uma peça de madeira.
+ Enclave
Corpo de rocha que apresenta formas e dimensões variadas, englobado por uma rocha magmática da qual difere pelo aspecto composicional e/ou textural
+ Encolhimento
Medida da variação dimensional sofrida pela madeira durante a secagem.
+ Encosto
Superfície, plana ou curva, que serve para apoiar as costas, formando um ângulo de abertura variável em relação ao assento.
+ Encruamento
Secagem artificial rápida da parte externa, permanecendo úmida a parte interna
+ Encurvamento
Deformação longitudinal da face.- Curvatura ao longo do comprimento da peça da madeira num plano perpendicular a face
+ Encurvamento (bow)
Empenamento longitudinal da face; curvatura ao longo do comprimento da peça de madeira num plano perpendicular à face.
+ Endêmica
Espécie nativa, restrita a uma determinada área geográfica.
+ Endoenzima
Enzima formado intracelularmente e não excretada no meio de cultura.
+ Endosperma
tecido de reserva de certas sementes (sementes com albúmen), situado externamente em relação ao embrião; nas Angiospermas é dito secundário, surgindo da divisão de célula frequentemente triplóide que resulta da fusão de um núcleo espermático do tubo polínico comçã núcleo secundário do saco embrionário; nas Ginospermas,çã endosperma é primário, existe antes da fecundação e corresponde a tecido do megaprotalo.
+ Endurecedor
Agente de cura que causa ou regula a reação química de resinas para resultar em produtos rígidos.
+ Endurecimento superficial (casehardening)
Condição que uma peça de madeira apresenta quando, em decorrência da secagem, as camadas superficiais se encontram submetidas a tensões de compressão, enquanto que as camadas mais internas se encontram sob tensões de tração.
+ Endurecimento superficial inverso
Combinação de tensões e deformações permanentes na madeira, que produz um estado de tração nas fibras exteriores e, de compressão nas fibras interiores, geralmente causado por um tratamento de condicionamento excessivo.
+ Endurecimento superficial reverso (reverse casehardening)
Condição que uma peça de madeira apresenta quando, em decorrência de longos períodos de condicionamento, as camadas superficiais se encontram submetidas a tensões de tração, enquanto que as camadas mais internas se encontram sob tensões de compressão.
+ Energia
Capacidade de produzir trabalho. A energia potencial é inerente a um determinado objeto devido à posição em relação a outros objetos de referência.
+ Energia alternativa
energia obtida por fontes renováveis e que causam menos impactos ambientais?
+ Energia Cinética
É aquela possuída por um objeto quando em movimento.
+ Enfardadora
máquina que tem como função acondicionar o feno em fardo de material prensado, facilitando sua retirada do campo, transporte e armazenamento.
+ Engenheiro florestal ou engenheiro silvicultor
técnico que estuda,concebe e orienta a execução de trabalhos que visam a utilização múltiplae sustentada dos recursos florestais e a proteção das florestas como ecossistemas.
+ Ensamblagem
Operação de conjugar todas as partes de um móvel.
+ Enseada
Parte côncava de um litoral, que se apresenta com a forma de uma meialua, delineando uma baía muito aberta
+ Entabicar
Empilhar peças de madeira separando-as umas das outras por meio de calços ou tabiques, afim de todas as superfícies sejam atingidas pelo preservativos, durante a impregnação ou pelas correntes de ar, durante a secagem.
+ Entalhadeira
Máquina que fresa peças planas ou irregulares pelo movimento manual dos cabeçotes, guiado por um pino apalpador que é movimentado sobre um gabarito preço no centro da máquina.
+ Entalhe
Abertura ou corte feito na madeira a fim de criar uma escultura ou uma gravura.
+ Envelhecimento artifical
Ensaio onde são simuladas artificialmente as condições climáticas de determinada região, de modo a se prever o comportamento em uso de um material específico.
+ Enxertia
Consiste em colocar um fragmento de planta que se quer multiplicar (garfo ou enxerto) guarnecido de olhos sobre uma outra planta (cavalo ou padrão) de forma em que os respectivos câmbios fiquem em contato, reproduzindo as matrizes em grande escala, contribuindo para induzir, precocemente, o florescimento e a frutificação.
+ Enxerto
Pedaço de ramo (garfo) ou a borbulha que foi, ou vai ser, inserido no porta-enxerto para dar origem à planta com as características desejadas
+ Enxó
Instrumento constituído de um cabo curvo de madeira e uma chapa de aço, utilizado para desbastar madeira
+ Enxurrada
Volume de água que corre com grande energia e alta capacidade de transporte, resultante da combinação de grandes chuvas em terrenos com declividade acentuada. Concentração e aumento de volume dos vários filetes de água de escoamento pluvial a medida que descem a encosta, possuindo maior competência erosiva e fixando o leito, deixando marcas sensíveis na superfície topográfica
+ Enzima
Proteína de elevado peso molecular, dotada de propriedade catalítica, que torna possível a maioria das reações químicas desenvolvidas nos seres vivos
+ Epicentro
Ponto da superfície terrestre que se encontra situado exatamente sobre o local de origem do terremoto no interior da crosta
+ Epicórmicos
Prejudicam o desenvolvimento da planta. São chamados “ladrões de casca”
+ Epicótilo
Parte do embrião ou planta jovem, que se situa acima dos cotilédones
+ Epígea
Acima do solo.
+ Equilíbrio ecológico
mecanismo dinâmico que ocorre em um ecossistema pelo qual os organismos interagem e se adaptam uns aos outros.
+ Equinócio
ponto da órbita da Terra em que se registra uma igual duração do dia e da noite, o que sucede nos dias 21 de março e 23 de setembro.
+ Equivalente Populacional
Quociente da divisão da carga poluidora de água residuária expressa em DBO, dividida por 54 gramas, que é a estimativa da DBO produzida por uma pessoa durante o dia.
+ Erable/ Olho de Passarinho
Figuração natural da lamina de Acero/Maple, cuja característica são pequenos olhos formados durante o crescimento da árvore, provocado pelo congelamento da seiva nos invernos gelados.
+ Erosão
Arrastamento progressivo de partículas do solo de tamanho variável, provocado pela ação da água ou do vento.
+ Erva invasora
denominação mais atual dada a qualquer espécie vegetal,nativa ou introduzida, que cresce em local onde não é desejado, por concorrer ou impedir o crescimento de uma cultura.
+ Erval
mata onde predomina a erva-mate.
+ Escabelo
Banco com espaldar comprido e largo, cujo assento de tampa a uma caixa formada pelo mesmo móvel.- Banco pequeno para descanso dos pés.
+ Escano
Banco com espaldar comprido e largo, cujo assento de tampa a uma caixa formada pelo mesmo móvel. - Banco pequeno para descanso dos pés.
+ Escova
Instrumento utilizado no torno lixador para fazer pressão contra as cintas abrasivas permitindo o lixamento da peça torneada no seu formato.
+ Escrivaninha
Mesa concebida para facilitar os trabalhos manuscritos ou de consulta de documentos onde o tampo, geralmente, é constituído por uma plano inclinado.
+ Esforço
Em um corpo sólido é a força por unidade de área que atua em determinada superfície dele. Está representado, em um ponto, por nove componentes, três normais e seis cisalhantes, em relação à superfície referida. Sin.- Tensão. I: Stress
+ Esgalha
quebra de galhos ou ramos das árvores.
+ Esmoado
Denominação dada pela falta de madeira, originada por qualquer motivo, na quina das peças.
+ Espaldar
Superfície, plana ou curva, que serve para apoiar as costas, formando um ângulo de abertura variável em relação ao assento.
+ Espatuladeira
Máquina que aplica, por meio de rolo, produtos de base com alto teor de sólidos, tais como fundos, monopoliésteres e melamínicas. Constituí-se de três rolos aplicador, dosador e alisador.
+ Espécie
Unidade básica de classificação dos seres vivos. Designa populações de seres com características genéticas comuns, que em condições naturais reproduzem-se gerando descendentes férteis e viáveis. Embora possa haver grande variação morfológica entre os indivíduos de uma mesma espécie, em geral, as características externas de uma espécie são razoavelmente constantes, permitindo que as espécies possam ser reconhecidas e diferenciadas uma das outras por sua morfologia
+ Espécie Ameaçada
Espécie animal ou vegetal que se encontra em perigo de extinção, sendo sua sobrevivência incerta, caso os fatores que causam essa ameaça continuem atuando
+ Espécie de árvore dominada
Espécie de árvore existente num povoamento florestal à qual corresponde a segunda maior percentagem de coberto.
+ Espécie de árvore dominante
Espécie de árvore existente num povoamento florestal à qual corresponde a maior percentagem de coberto.
+ Espécie Ecológica
Áreas representativas de ecossistemas destinadas à realização de pesquisas básicas e aplicadas de ecologia, à produção do ambiente natural e ao desenvolvimento da educação conservacionista.
+ Espécie Emergente
Aquela que se sobressai devido a existência de determinadas condições no ambiente em que ocorre.
+ Espécie Exótica
Espécie presente em uma determinada área geográfica da qual não é originária
+ Espécie Indicadora
Aquela cuja presença indica a existência de determinadas condições no ambiente em que ocorre.
+ Espécie Nativa
Espécie vegetal ou animal que, suposta ou comprovadamente, é originária da área geográfica em que atualmente ocorre
+ Espécie Pioneira
Espécie vegetal que inicia a ocupação de áreas desabitadas de plantas em razão da ação do homem ou de forças naturais.
+ Espessamentos
Saliências localizadas de microfibrilas na parede interna da camada S3 que compõe as células dos elementos traqueais no xilema. Os espessamentos podem ser espiralados, em barras (chamadas de crássulas ou Barras de Sânio) ou, mais raramente do tipo calitrisóide (no gênero Callitris, Cupressaceae) e espessamentos denteados (identuras) que ocorrem nos traqueóides dos raios em certas Gymnospermas.
+ Espessura
Distância entre as duas faces do papel, determinada de acordo com método padronizado de ensaio.
+ Espessura (thickness)
Menor dimensão da seção transversal de uma peça de madeira.
+ Espiga gêmea
União onde são utilizadas duas espigas em lugar de uma única espiga grande:
+ Esquadrejadeira
Serra circular destinada a dimensionar peças, serrando-as em ângulo reto
+ Esquadria
Designação genérica de portas e venezianas.
+ Esquadro
São os ângulos de 90º formados pelos cantos da folha de papel, ou seja os cortes longitudinais e transversais perpendiculares entre si.
+ Esqueleto
Parte interna do móvel, geralmente em madeira, que tem por função manter a estrutura e dar sustentação ao móvel
+ Estabilidade dimensional (stability, dimensional stability)
Característica de uma peça de madeira em manter suas dimensões e forma, quando exposta às condições variadas de temperatura e umidade.
+ Estaca
Madeira roliça para ser enterrada no chão, com o fim se sustentar outras estruturas
+ Estação Ecológica
Áreas representativas de ecossistemas destinadas à realização de pesquisas básicas e aplicadas de ecologia, à produção do ambiente natural e ao desenvolvimento da educação conservacionista.
+ Estante
Armário com prateleiras para guardar objetos.
+ Esterco
dejeto de animais domésticos, misturado com restos vegetais que servem de cama para animais.
+ Estere
unidade de medida aplicada na medição do volume de material lenhoso empilhado. O cálculo do volume em esteres inclui os espaços vazios entre a madeira, o que faz com que a sua precisão dependa diretamente da forma como a madeira foi empilhada.
+ Esterilizador
Aparelho de desinfecção por meio do vapor a alta pressão e temperatura.
+ Estério
Medida de volume para madeira empilhada.
+ Estiada
breve espaço de temo em que deixa de chover.
+ Estiagem
abaixamento máximo da água em rios, fontes, etc.; o mesmo que estiada.
+ Esticador de cinta
Instrumento utilizado para esticar as cintas de sustentação do estofado.
+ Esticador de mola
Instrumento utilizado para facilitar o esticamento de molas e o seu posicionamento nos grampos de fixação.
+ Estilo adam
Estilo de móveis que se caracteriza pelo uso de retas e curvas de traços muito geométricos. Os móveis possuem belas proporções e são muito graciosos e delicados. As cadeiras têm pernas retas e espaldares curvos em forma de lira ou escudo.
+ Estilo alemão de 1830
Estilo de móvel que se caracteriza pela presença de linhas retangulares ou curvas clássicas, cores claras, com elementos florais, silhuetas humanas e de animais.
+ Estilo barroco
Estilo de móvel que se caracteriza pela presença de linhas curvas, acentuando saliências e cavidades. As formas procuram expressar o movimento e recobrem-se de efeitos decorativos.
+ Estilo biedermeier
Estilo de móvel que se caracteriza pela presença de linhas retangulares ou curvas clássicas, cores claras, com elementos florais, silueras humanas e de animais.
+ Estilo chippendale
Estilo de móveis popularizado por Thomas Chippendale que incorporou o desenho de muitos períodos, com influência da arte chinesa. As cadeiras são altas, com braço ligeiramente curvados para cima, pernas torneadas e assento forrado com, seda ou brocado.
+ Estilo colonial
Estilo que floresceu nas colônias dos países europeus. Assume as caracter[ísticas locais das culturas coloniais, de acordo com as influências dos colonizadores.
+ Estilo colonial asiático
Estilo ricamente trabalhado com lacas, entalhes, incrustações em marfim e madrepérola.
+ Estilo colonial brasileiro
Estilo de móveis que utiliza linhas e formas do estilo Colonial Português, mais simplificadas. Caracteriza-se por mesas quadradas, longas, ovais e semi-ovais. Arcas ou baús possuem mais o toque rústico do que rebuscado. Muito utilizado os santuários sobre cômodas com quinas entalhadas. Os armários são grandes, de bases amplas, portas finamente trabalhadas e encimados por detalhes artísticos em forma de leque.
+ Estilo colonial espanhol
Estilo de móveis adaptado do estilo Colonial Primitivo, sofreu influência dos mouros e do estilo holandês. As cadeiras tem pernas em linha reta ou arrendondadas que afinam até a base. Os sofás têm torneado simples, onde geralmente o espaldar tem forma de violino. As mesas tem pés e travessas grossas.
+ Estilo colonial português
Estilo de móveis oriundo do estilo honaldês, através da Espanha. Os móveis têm pés de cabra, com garras leoninas duplas e triplas. Mesas grandes com lados ligeiramente boleados e entalhados. Cadeiras altas, muitas em couro lavrado com ornatos florais.
+ Estilo colonial primitivo
Estilo de móveis que se caracteriza pelo artesanato rústico, mas excelente, e pela limitação dos móveis as peças mais essenciais ao conforto e as necessidades do lar. As cadeira têm encosto para a cabeça, pernas retas e ligeiramente torneadas, com travessas horizontais. Os motivos ornamentais são florais.
+ Estilo Cromwell
Estilo de móveis com influência do gótico, porém sem excessos de luxo. Móveis simples, lisos e de forma rígida.
+ Estilo diretório
Estilo de móveis caracterizado pela influência clássica, greco-romana. Apresenta cadeiras com pernas dianteiras acabadas em ponta e traseiras curvadas para fora, com o topo do encosto curvado para trás. São detalhes típicos as aplicações e motivos de losangos.
+ Estilo elizabetano
Estilo de móveis com influência de gótico criados na época da Rainha Isabel, entre os séculos XV e XVI. Os móveis são majestosos e de linhas retas, com aspecto pesado.
+ Estilo francês provincial
Estilo de móveis desenvolvido nas províncias francesas. Caracteriza-se por sofás com almofadas sobrepostas, ornamentação, com arremates simples, ausência total de pintura e acabamento em verniz, mantendo a madeira natural.
+ Estilo gótico
Estilo de móveis que se caracteriza por pés altos onde se esculpem adornos de folhagens, animais grotescos e pergaminhos enrolados. As mesas e as camas são muito grandes. As cadeiras ganharam almofadas de peles e as portas foram enriquecidas com figuras esculpidas. A combinação de arestas, arcos e diagonais cruzadas estabelecem as formas básicas do gótico.
+ Estilo hepplewhite
Estilo de móveis que se caracteriza por utilizar curvas de forma predominante. As cadeiras são baixas, ornamentadas por espaldares trabalhados em forma de escudo, ovalados, em coração ou círculo. As pernas dianteiras são retas e as traseiras inclinadas. Os sofás têm o mesmo estilo das cadeiras, com seis pernas terminadas em ponta e sem travessas horizontais, braços delgados e espladares levemente curvos.
+ Estilo império
Estilo de móveis que foi desenvolvido na época de Napoleão. Caracteriza-se pela mistura de estilo grego, egípcio e italiano. Os suportes são em forma de figuras humanas, esfinges, pilastras, colunas e animais alados. As camas têm a mesma altura na cabeceira e nos pés. As cadeiras são com espaldares curvados, painel central em forma de lira ou com uma travessa horizontal no meio do espaldar, pernas traseiras sempre curvadas para trás. Os sofás e poltronas têm os braços sustentados por pássaros, cisnes ou animais fantásticos. Divãs, sofás e canapés, com ou sem encosto, são enfeitados de metal dourado e com braços em forma de rolo.
+ Estilo jacobino
Estilo de móveis com influência do gótico, porém em menores dimensões, tonando-se, assim, mais práticos e menos majestosos. É considerado um barroco inglês.
+ Estilo Luís XIII
Estilo de móveis que caracteriza-se pela austeridade, simplicidade e excesso de peso. Tem como elemento decorativo predominante os entalhes, ponta de diamante e torneados em balaústre e espiral.
+ Estilo Luis XIV
Estilo em móveis marcado pelo esplendor e pela grandiosidade. Essa foi considerada a idade de ouro na decoração. Pés de cadeira em forma de ponta ou em forma de copo. Também se usavem pés em estilo "pata", com ligeira volta em S. As cadeiras foram se tornando mais femininas, menores, e os braços deixaram de ser estofados. As mesas eram grandes e com bordas ornamentadas com ricas incrustações. As pernas acabavam em pontas ou voltas e as travessas horizontais eram em X ou H. Reduziram-se o tamanho das camas. Todos os móveis eram enriquecidos por molduras e aplicações de cobre e metal dourado.
+ Estilo Luís XV
Estilo de móveis marcado por curvas sinuosas e contornos. Suas linhas são refinadas e delicadas. As cadeiras tem espaldares curvos, pés em forma de pata de gamo ou cabeça de delfim e assentos estreitos na parte traseira. Sofás e poltronas possuem os braços mais curtos. Os armários e cômodas são arredondados. Mesas quase sempre em forma circular ou oval. Camas mais baixas, com dossel na cabeceira e em toda a extensão da parede.
+ Estilo Luís XVI
Estilo de móveis onde os desenhos dos detalhes podem ser identificados em muitos trabalhos de Adam., Sheraton e Hepplewhite. Durante o reinado de Luís XVI e sua esposa Maria Antonieta, houve um retorno ao desenho clássico da Grécia e Roma. Os ornamentos foram eliminados e substituídos por forma simples de concepção simétrica. As cadeira têm espaldares quadrados, com braços curtos e ligeira curva. Os estofados são feitos em tecidos especialmente desenhados peara espaldares, braços de cadeiras e sofás.
+ Estilo marajoara
Estilo de móveis que se caracteriza por linhas retas, sem no entanto serem modernas. Possuem entalhes semelhantes aos ornatos indígenas encontrados na Ilha de Páscoa., quase sempre em grandes T ou gregas.
+ Estilo Rainha Ana
Estilo de móveis refinado, gracioso e confortável que se caracteriza pelas formas delineadas em curvas com boa simetria e conforto. Foi influenciado pelos holandeses. Os armários são altos com detalhes em forma de cabeça de cisne e acabamentos dourados. Mesas pequenas e redondas, com base em forma de pedestal, sustentado por tês pés de cabra.
+ Estilo regência
Estilo de móveis entre os estilos Luís XIV e Luís XV, em que as linhas se suavizam e as curvas são elegantes e femininas. Os móveis são pequenos, com poucas ornamentações, mantendo as características de simetria.
+ Estilo regência inglês
Estilo de móveis que segue os estilos Diretórios e Império. Poltronas e sofás sustentados por estinges, cuja parte dianteira do sofá é curva. As mesas são tripodes (3 pés), em geral com a superfície de mármore. Os móveis têm acabamento em laca negra ou dourada, ornamentados com bronze, metal e inscrustações. Os motivos ornamentais são estrelas, cabeças de leão, garras, flores, flechas cruzadas, etc.
+ Estilo renascimento italianao
Estilo de móveis com muitas curvas e espirais. As cadeiras são retangulares. As mesas são variadas, desde retangular e larga com os pés em forma de lira, até as mesas quadradas, redondas ou octogonais, com tampo de mármore e pés esculpidos em forma de cabeça de leão.
+ Estilo sheraton
Estilo de móveis em que Thoma Sheraton adaptou o estilo Luís XVI e acrescentou seus conceitos artísticos. O resultado foi um móvel bastante gracioso e com corretas proporções geométricas. Criou a mesa extensível (abre e fecha). Os sofás são largos, com braços forrados em curva. Também foi influenciado pelo estilo Francês Imperial, com espelhos com linhas retas e com moldura dourada em forma de jarrão clássico.
+ Estilo vitoriano
Estilo de móveis bastante influenciado pelo estilo Luís XV. Mistura vários estilos adaptados, combinados ou copiados. Os móveis são enormes e desproporcionais, com excesso de curvas e ornamentos. As madeiras mais utilizadas são a nogueira e o ébano. As mesas mais características têm como base um pedestal, ou grandes colunas. As cadeiras e sofás têm braços e espaldares estofados.
+ Estipe
Caule das palmeiras, sejam arbóreas ou não, em geral sem ramificação.
+ Estirpes
Linhagens.
+ Estofador
Pessoa que tem por ofício estofar móveis.
+ Estofamento
Estrutura interior de um móvel estofado. Operação de colocar o estofo no móvel
+ Estofo
Revestimento acolchoado fixado na própria peça do móvel.
+ Estômatos
estrutura microscópica existente na epiderme de órgãos aéreos, especialmente de folhas, constituída basicamente de duas células com reforço especial da parede, entre as quais fica uma abertura pela qual se efetuam trocas gasosas entre a planta eçã meio.
+ Estrado
Estrutura plana, em geral de madeira, construída acima do chão, formando um piso mais elevado.. Parte da cama, flexível ou não, sobre a qual se apóia o colchão.
+ Estratificação
Efeito da divisão organizada das células do câmbio, gerando camadas de elementos celulares regularmente espaçados. Pode envolver apenas um ou vários tipos de células, podendo inclusive ocorrer estratificação total dos elementos do xilema. É uma característica visível a olho nu em muitas espécies e de importante valor para identificação de amostras de madeira.
+ Estrato
Determinada camada de vegetação que constitui o habitat de determinadas espécies.
+ Estreito
Canal de pequena largura, até poucas centenas de metros, que liga dois corpos de água de dimensões maiores
+ Estria mineral
Mancha de cor verde-oliva a verde escuro, às vezes marrom, supostamente causada por uma excessiva concentração de minerais na madeira.
+ Estria no cerne
Falha estrutural no cerne da madeira, causada por cogumelos que já estão presentes durante o crescimento do tronco da árvore.
+ Estróbilo
formação semelhante aos cones das Coníferas; em torno de um eixo inserem-se escamas seminíferas,çãu carpelares, com óvulos, e escamas estéreis, protetoras, tetrizes, de coberturaçãu brácteas;çã nome é usado para análoga formação contendo microsporófilos (que transportam microsporângios e cujo interior se formaçãs microspóros-grãos de pólen);çã termo é usado, igualmente, para designar conjuntos de esporófilos de Equisetíneas e Licopodíneas.
+ Estrondo
Ruptura transversal das fibras da madeira, normalmente provocada na queda da árvore.
+ Estrovenga
implemento agrícola constituído de pequena foice de dois gumes utilizada para poda de árvores ou retirada de frutos especialmente o cacau.
+ Estrutura
1) Conjunto das partes de uma construção que se obstinam a resistir a cargas. 2) A maneira em que uma rocha, um maciço rochoso, ou uma região inteira é constituída de suas partes componentes, isto é, a forma e relações mútuas entre as partes de uma rocha, um maciço, etc.
+ Estrutura do Solo
Agregação de partículas primárias do solo em unidades compostas ou agrupamento de partículas primárias, que são separadas de agregados adjacentes por superfícies de fraca resistência. São classificadas quanto a sua forma, tamanhas e grau de distinção, respectivamente em: tipo, classe e grau
+ Estrutura etária do povoamento florestal
Organização dos povoamentos de acordo com a homogeneidade das classes de idade (ex. povoamentos regulares, povoamentos irregulares).
+ Estuário
Corpo aquoso litorâneo que apresenta circulação mais ou menos restrita, porém ainda mantendo-se ligado ao oceano aberto. Muitos estuários correspondem a desembocaduras fluviais afogadas, sendo que outros são apenas canais que drenam zonas pantanosos costeiras. Com base no processo físico dominante pode ser de dois tipos principais: estuários dominados por ondas, também chamados de deltas e estuários dominados por marés, onde se formam os depósitos estuarinos propriamente ditos e onde a dinâmica da corrente fluvial predomina sobre a marinha
+ Estudo de Impacto Ambiental - EIA
Estudos sobre alterações e impactos ambientais decorrentes de intervenções humanas. A elaboração de EIA é obrigatória, na implantação, operação ou ampliação de projetos e obras de engenharia capazes de causar significativas modificações no meio ambiente, como: estradas de rodagem, portos, aeroportos, dutovias, linhas de transmissão, barragens, canais, mineração, aterros sanitários, usinas de geração de eletricidade, distritos industriais, exploração de madeira, atividades que utilizam carvão vegetal ou equivalente, projetos urbanísticos e agropecuários
+ Estufa (kiln, dry kiln)
Câmara equipada com controle de temperatura, de umidade relativa e de velocidade do ar, utilizada para a secagem de madeira.
+ Estufa com ventilação lateral
Estufa na qual os ventiladores são colocados lateralmente em relação a carga de madeira, sendo o diâmetro quase igual a altura da câmara.
+ Estufa com ventilação superior
Estufa na qual os ventiladores são montados acima da carga de madeira.
+ Estufa de secagem de lâminas
Estufa, geralmente tipo túnel, utilizada para secar lâminas de madeira.
+ ETA
Estação de tratamento de água
+ ETE
Estação de tratamento de esgotos
+ Etnias
Agrupamento humano classificado quanto à origem comum de raça, cultura e língua.
+ Etologia
Ciência que estuda o comportamento dos seres vivos, visando estabelecer os efeitos e as causas, assim como os mecanismos responsáveis por diferentes formas de conduta.
+ Eucalipto
gênero de arbustos ou árvores de grande porte e desenvolvimento acelerado muito utilizada na formação de florestas plantadas para produção de celulose e madeira.
+ Euxiflora
que produz madeira utilizável, inclusive para carvão
+ Evaporação
operação do sistema de recuperação , onde a lixívia negra oriunda da lavagem da massa depois de cozida é concentrada para permitir sua queima na caldeira de recuperação .
+ Evaporação de Água
Emissão de vapor por uma superfície de água livre em temperatura inferior ao ponto de ebulição.
+ Evaporador de múltiplo efeito
é o nome dado ao equipamento usado para evaporar água da lixívia negra proveniente da lavagem, permitindo sua queima posterior na caldeira de recuperação .
+ Exploração florestal
consiste no conjunto de operações necessárias para a transferência do material lenhoso produzido até ao local de transformação,com a máxima eficiência, menor custo e menor impacto ambiental possível.
+ Exserto
Diz-se de estames que ultrapassam a carola, maiores que a colora.
+ Exsuda
Exalar o perfume da planta.
+ Exsudação
Presença de resinas, gomas e outras substâncias secretadas por certas células na superfícies da peça de madeira.
+ Extra
A melhor qualidade existente de laminas.
+ Extração
operação da exploração florestal muito diversificada,tanto nos meios como nas técnicas utilizadas. Consiste na transferência do material lenhoso do local de abate até ao carregadouro. Retirada e/ou coleta de qualquer material, orgânico ou inorgânico, de um ecossistema.
+ Extrativismo
atividade produtiva baseada na retirada ou coleta de matérias-prima ou produtos naturais não cultivados como, por exemplo,madeiras da floresta, frutas, fibras etc. utilizados para consumo ou comercialização.
+ Extravasor
Canalização destinada a escoar eventuais excessos de água dos reservatórios.
+ Extrusão
Passagem forçada de um material, através de um orifício, visando conseguir uma forma alongada ou filamentosa.
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